O Aviso [I]

Este artigo tem o fim de tornar claro ao leitor de que há muito mais no funcionamento deste mundo do que aquele que aparenta à superfície e que esse facto pode ser facilmente provado. As pessoas precisam de entender a natureza dos problemas enfrentados pela família humana, para que se possa assim encontrar soluções significativas para eles. Não pedimos nem esperamos que ninguém acredite na informação aqui apresentada sem que primeiro investigue todas as evidências por si mesmo.

Não pensem que a informação apresentada a seguir é um “lote de palha”, se por acaso não conhecerem os nomes e/ou organizações que apresentaremos. Tudo o que vão ver de seguida é de grande importância, porque tudo se relaciona à medida que o artigo se desenrola.

Todos os países ocidentais têm, na verdade, o direito legal de emitir a sua própria moeda e estipular o seu valor, mas eles não o fazem. Ao contrário do conhecimento geral da opinião pública, as nações/governos pedem dinheiro emprestado através do sistema de banco central que funciona de forma privada através da reservas fraccionárias bancárias e estes bancos centrais são capazes de criar dinheiro do nada, através da criação do dinheiro como débito e lucram com a cobrança de juros nos empréstimos.

A maioria das pessoas é enganada a pensar que os impostos são usados para pagar pela infraestrutura, como estradas e escolas, e que sem os impostos, o país sucumbiria, mas isto é errado, já que o dinheiro é de facto emprestado por um banco privado que nos cobra pelos juros do empréstimo. Não importa a forma que escolhe para ver as coisas, perceba que toda a pessoa no mundo ocidental que tem um trabalho é forçada, todo o ano, a dar aproximadamente três meses do seu salário em impostos e esse dinheiro vai directamente para os bolsos desses indivíduos privados que possuem e operam o sistema da Reserva Federal [banco central]. É um grande golpe dado de forma privada.

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É preciso entender que este controlo global do sistema monetário está também no controlo de todos os subsequentes sistemas de importância, tais como os Governos e Mídias, Educação, Saúde, Alimentação e tudo o mais. É importante perceber que o controlo do sistema monetário global foi alcançado através do controlo do sistema de banco central e que este sistema é uma empresa operada de forma privada. É um negócio privado que funciona para obter lucro e é possuída por ricas dinastias internacionais bancárias. Tais como os Rothschilds, os Morgans e os Rockefellers. Quando se controla o suprimento de dinheiro, você controla o Governo. Quando você controla o Governo, você controla as pessoas. Quando você controla o suprimento de dinheiro e o fluxo de informação, você controla o Governo. Você controla o Governo, você controla as pessoas e você controla tudo o que elas sabem e tudo o que elas acreditam ser verdade. Imaginando que se faz isso globalmente, controla-se tudo. É simples assim? É.

No século passado, membros das dinastias bancárias da Sociedade Inglesa da City de Londres financiaram a tomada de poder comunista da Rússia. Trotsky na sua biografia refere-se a alguns dos empréstimos destes financeiros ingleses que remontam a 1907. Por volta de 1917 os maiores subsídios e financiamentos para a Revolução Bolshevik eram coordenados e arranjados por Sir George Buchanan e Lord Alfred Milner. [provavelmente usando o dinheiro do legado de ouro e diamante da África do Sul de Cecil Rhodes] Rhodes num dos seus testamentos em 1877 deixou sua vasta fortuna para Lord Nathan Rothschild como administrador para organizar o Programa Rhodes Scholarship em Oxford para doutrinar jovens graduados promissores para o propósito, e também estabelecer uma sociedade [Real Instituto Internacional de Assuntos Internacionais RIIA, Távola Redonda, Bilderberg, o CFR, a Trilateral, etc] para liderança nos negócios e líderes bancários ao redor do mundo que trabalhariam para a City.

Estas pessoas são os génios principais para a criação da Reserva Federal em 1913: Theodore Roosevelt, Paul Warburg – Representante de Rothschild, Woodrow Wilson – Presidente dos Estados Unidos, assinou a lei do FED, Nelson W. Aldrich – Representante de Rockefeller, Benjamin Strong – Representante de Rockefeller, Frank A. Vanderlip – Representante de Rockefeller, John D.Rockefeller – o próprio Rockefeller, Henry Davison – Representante de J.P. Morgan, Charles Norton – Representante de J.P. Morgan.

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(Os accionistas originais dos bancos da Reserva Federal em 1913 eram os Rockefellers, J.P. Morgan, os Rothschilds, os Irmãos Lazard, Schoellkopf, Kuhn-Loeb, os Warburgs, Lehman Brothers e Goldman Sachs, todos com raízes nos sionistas alemães como na família real inglesa, J.P. Morgan, Carnegie, Bush, Rumsfeld, Clintons, e mais tarde os nazis trazidos para a CIA) – [Não esqueçam desta parte “e mais tarde os nazis trazidos para a CIA”, mais à frente estarão pormenores de ligação a esta situação que foi a “Operação Papperclip“, mas como há pormenores que temos de adiantar antes, este assunto fica pendente.]

Qualquer investigação verdadeira, mostra-nos que o sistema financeiro, no qual funciona hoje, é na verdade operada pela Coroa (Crown Corporation), que ao contrário da crença popular, a Coroa não se refere à família real britânica, na verdade refere-se à Cidade Interior de Londres que é uma propriedade corporativa privada que funciona como um Estado soberano, completamente fora da jurisdição da Inglaterra. Existem três Cidades-Estado principais e importantes para o tema em questão, cada uma tem a sua própria bandeira, suas próprias leis, seus próprios serviços jornalísticos e suas próprias forças policiais. Nenhuma destas cidades paga impostos aos países anfitriões nos quais estão localizados.

Vejam o vídeo antes de avançar o artigo

Pontos chave do vídeo [não esqueçam destes pontos]:

  • América é uma “corporação” da coroa britânica;
  • Revolução Americana e a divida resultante;
  • Reserva Federal em 1913 – Sistema de bancos privados;
  • Império das três cidades;
  • Linhagem sanguínea que remonta aos tempos dos faraós do Egipto;
  • Sociedades secretas: Skulls and Bones;
  • Fundação dos Illuminati em 1776;
  • Controlo da informação dos média.

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O Sistema de Reserva Federal é o sistema de bancos centrais dos Estados Unidos da América. A estrutura do Sistema de Reserva Federal é composta por um Conselho de Governadores, pelo Federal Open Market Committee (FOMC) e pelos doze presidentes de Federal Reserve Banks regionais, localizados nas maiores cidade do país, além de numerosos representantes de bancos privados dos Estados Unidos e diversos conselhos consultivos.

Disso resulta uma estrutura considerada única entre os bancos centrais.Também não é usual que uma entidade de fora do banco central, o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos, crie moeda.

De acordo com o Conselho de Governadores, o Fed [Reserva Federal] é independente dentro do governo, de modo que as “suas decisões não têm que ser ratificadas pelo Presidente ou por nenhum outro membro do Poder Executivo ou do Legislativo.”

Um banco central é uma entidade independente ou ligada ao Estado cuja função é gerir a política económica, ou seja, garantir a estabilidade e o poder de compra da moeda de cada país e do sistema financeiro como um todo. O banco faz isso interferindo, mais ou menos, no mercado financeiro, vendendo papéis do tesouro, regulando juros e avaliando os riscos económicos para o país.

O primeiro banco central de que se tem notícia foi o Banco da Inglaterra. Surgiu em 1694 como uma sociedade anónima privada. Como contrapartida de empréstimos para financiar a guerra contra a França, o Rei William de Orange concedeu ao banco o monopólio de emissão de moeda na região de Londres, dando-lhe assim duas das funções clássicas de um banco central: Era banqueiro do governo e também detinha monopólio de emissão (apesar de restrito).

[Tanto o estabelecimento do Banco de Inglaterra como o nome William de Orange são pontos importantes deste artigo. O artigo abordará a história deste primeiro banco central.]

Por volta de meados do século XIX, o Banco da Inglaterra começou a fazer liquidações de saldos entre os depósitos que os outros bancos mantinham junto a ele, criando as bases dos sistemas de compensação bancária e assumindo enfim o terceiro papel tradicional de um banco central: o de Banco dos Bancos.

Nos moldes do Banco da Inglaterra, os outros bancos centrais da Europa também passaram por diversas fases de evolução até chegarem no nível de evolução actual, com o Banco Central Europeu.

Assim, é importante saber quais os papéis tradicionais de um banco central. São:

  • Banqueiro do governo: é ele quem guarda as reservas internacionais em ouro ou moeda estrangeira do governo;
  • Autoridade emissora de moeda, ou monopólio de emissão: é o banco central quem, com exclusividade, emite ou autoriza a emissão de papel moeda daquele país;
  • Executor da política monetária e cambial: é o banco central quem insere ou retira moeda do mercado, regula as taxas de juros e regula a quantidade de moeda estrangeira em circulação no país. Essas operações são conhecidas como open market ou operações de mercado aberto, e consistem principalmente na compra e venda de títulos públicos ou de moeda estrangeira para instituições financeiras previamente escolhidas;
  • Banco dos Bancos, ou prestamista de última instância: o banco central provê empréstimos exclusivos aos membros do sistema financeiro a fim de regular a liquidez ou mesmo evitar falências que poderiam causar uma reacção em cadeia de falências bancárias. Ele também mantém os depósitos compulsórios dos bancos comerciais, regulando assim a multiplicação da moeda escritural no mercado.

O modelo maior de independência entre os bancos centrais actuais é do Banco Central Europeu (que por sua vez foi inspirado no bem sucedido banco central da Alemanha, oBundesbank), seguido pela Reserva Federal (informalmente “Fed”) dos Estados Unidos.

[Vejam o vídeo antes de avançar no artigo]

Depois da informação recebida até aqui, parece estar clara a importância de se perceber o funcionamento deste sistema monetário, e é isso mesmo que faremos de seguida. Caso queiram assistir um documentário sobre a criação da Reserva Federal, recomendo “Os Homens do Monopólio/A História Secreta do FED” – [Link Aqui].

Sistema Monetário

O sistema monetário actual é uma pirâmide que engloba tudo, colocando tudo em dívida. A Reserva Federal, na verdade, é um quartel de bancos privados, que trabalham em “conjunto” com o governo para controlar o dinheiro de uma nação. A Reserva Federal, além de não ser “Federal” porque é privada, também não é reserva porque nem reservas de ouro tem, e nem o dinheiro, actualmente, tem relação com o ouro. Dinheiro é divida, e parece ser difícil para muitos conseguir entender isto.

Algo que tem de saltar à vista é o pormenor de hoje se falar na “liberdade de mercado”, quase que como uma religião, quando na verdade vemos o “monopólio do dinheiro” nas mãos de poucas pessoas. Contradição. Crise crise crise e ainda ninguém explicou que a crise é uma grande concentração de riqueza nas mãos de poucos. Simples assim, e mais simples ainda quando se perceber o funcionamento deste sistema. Este monopólio deu poder sobre os estados e sobre os governos aos bancos principais, porque a Reserva Federal fez com que ficassem dependentes do dinheiro dos bancos. Obviamente que isto só fez com que a riqueza se concentrasse nas mãos de poucos.

Em 1913 foi criado o IRS como um componente chave. Até esta altura não existia IRS para financiar escolas, estradas, ou outra coisa qualquer, na verdade o IRS até existe para financiar o próprio quartel bancário, no final desta secção penso que esta situação fica bem esclarecida. Porque o IRS é só um sistema legal que permite ao governo de uma nação recolher o dinheiro publico para pagar a divida privada. Sim, porque falarem constantemente na televisão em “Divida publica” só podem estar a referirem-se à divida que as nações (público) têm para com os privados. Assim, o termo correcto talvez seja “Dívida Privada”.

Nos anos 30’s do século 20, a grande depressão fez com que os estados americanos perdessem poder e autonomia, porque neste ponto estavam inteiramente dependentes do quartel bancário, porque o próprio governo já não podia mais emitir dinheiro. Este é ponto em que vemos o arranque desta nova máquina/sistema de dívida. Os bancos emitem o dinheiro que circula pelo país, e tanto o principal (o valor do empréstimo) como os juros, voltam ao topo deste sistema monetário através do IRS, sistema legal que serve os bancos. Depois de repetidas gerações a circular a dívida, e de alterações na lei para quebrar o poder de uma nação e dos limites fronteiriços legais da expansão corporativa, as nações estão hoje mudadas para algo que se parece com a imagem abaixo. Importante esta parte da expansão corporativa além das fronteiras nacionais, porque dinheiro é um “produto” e há uma corporação que gere esse produto, que quer alargar as fronteiras legais de expansão da própria corporação. [Um documentário, muito muito bom, que vos recomendo, é A Corporação” [Link Aqui]. Apesar do documentário não falar no dinheiro, se o assistirem, não se esqueçam que estes bancos principais fazem parte dos estabelecimentos legais das corporações.]

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Esta é uma sobreposição corporativa que opera praticamente tudo numa nação como um sistema integrado. O que a pirâmide reflecte é o poder, cada camada tem mais poder que a camada inferior. A primeira coisa a reparar é que “constituição” nem aparece neste sistema, em vez disso todo o poder do sistema é dirigido pelo dinheiro, que apesar, por exemplo, do dólar ser uma moeda americana, não é uma moeda soberana da América, mas uma ferramenta de divida da Reserva Federal.

Claro que isto pode soar estranho… somos “treinados” a pensar que vivemos numa democracia.

Na camada a seguir aos donos do sistema propriamente dito, estão os bancos centrais, porque são estas “corporações” que gerem o “produto”. A maior parte do dinheiro nem é verdadeiramente dinheiro real, são antes dígitos colocados na conta. Então, os bancos de elite estão a seguir na pirâmide. Como estão dependentes das decisões regulatórias da Reserva Federal, estão na camada inferior em termos de poder, mas como a Reserva Federal utiliza este quartel bancário, o poder hierárquico está, no mínimo, ligado em si mesmo. Mas estes bancos estão acima de tudo o resto, porque definitivamente são eles que governam este sistema através da dívida.

As corporações/multinacionais estão na camada inferior aos bancos. Eles são os principais clientes destes bancos de elite. São dependentes deles, reportam a cada 3 meses, recebem crédito bancário, e passam-no de volta aos bancos. [Note-se aqui que, independentemente de estas corporações depositarem ou não o dinheiro do empréstimo num banco de elite (isto é, depositarem no mesmo banco de onde recebeu o empréstimo) em nada muda o “jogo”, porque o dinheiro volta sempre ao topo da pirâmide.]

Logo abaixo desta camada está tudo o que se relacione com politica, as diferentes formas de governo, divisões administrativas, etc, que na verdade nem importam para este sistema estabelecido e continuará a pressionar governos até à, quase, inexistência deles, como resultado deste sistema.

Bancos nacionais, pequeno comércio, pequenos agricultores, etc, estes todos também estão a ser sugados, porque, como já foi dito, os grandes bancos emprestam com juros, o dinheiro “grátis” que recebem através dos bancos centrais.

Por fim, na última camada, estamos todos nós. Todos os que recebem ordenado, todos os que consomem produtos, que pagam taxas e impostos, etc, somos nós que criamos todo o valor no sistema, valor este que volta ao topo da pirâmide, através do sistema legal de impostos que servem os bancos. Não esqueçam que para o topo desta pirâmide volta o Principal (o valor do empréstimo) mais os Juros que são exigidos. Todo o dinheiro novo/criado e o dinheiro em circulação está envolvido em juros (a partir do momento em que sai dos bancos centrais, que já sabem que são privados, e que não respondem a nenhuma autoridade).  Por exemplo, por cada dólar que criam, do nada, pedem 2,3 dólares.

Vejam o vídeo

Como não tenho maneira de saber se perceberam o que isto implica, tenho de tentar esclarecer uns pormenores. Como nenhum de nós tem uma máquina de impressão de dinheiro, temos de ir buscar o dinheiro para pagar os juros em algum lado, por norma na economia nacional. [Como vão poder ver, isto é ridículo, porque há sempre mais dívida do que dinheiro em circulação, este facto por si próprio já é prova que nenhuma dívida alguma vez será paga.] Isto resulta na saída de dinheiro de dentro da economia da nação e cria escassez de dinheiro que, “de certa forma”, obriga a pedir mais empréstimos que, “de certa forma”, fazem subir a dívida. Entendendo isto, fica também percebido o porquê das dívidas nacionais apresentarem, quase sempre, um crescimento exponencial em vez de diminuir.

Lembrem-se que enquanto isto tudo se desenrola, toda esta “crise” diariamente apresentada nas noticias, pessoas comuns como qualquer um de nós, estão a perder empregos porque empresas estão em falência, escolas fecham, saúde fica mais e mais inacessível, ficamos impossibilitados de cumprir o pagamento de empréstimos, hipotecam-se casas, hipotecam-se terrenos, no fundo… hipotecam-se vidas. Ainda não reparamos que a nossa subsistência e sobrevivência está nas mãos de terceiros. Fizemos um “outsource” da nossa sobrevivência.

Isto que viram aqui é a chave do poder deste sistema que se espalhou praticamente por todo o globo. Nós voluntariamente permitimos que o poder de criar e emitir a moeda se concentrasse nas mãos de privados, e que estes privados nos tirem, de forma bem agressiva através dos governos e austeridades, o valor que todos nós criamos, para que esse valor volte outra vez às camadas superiores, que mantêm a dívida em circulação pelo sistema.

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Como podem ver o governo já não é o nosso governo, pelo contrário, somos governados pelo sistema de dívida, pelos bancos de elite e pelas corporações. O governo existe, actualmente, para controlar as camadas inferiores, e para se certificar que elas cumprem o papel que têm a cumprir. As camadas superiores nem poderiam existir se não existisse um governo, porque actualmente esta é a única maneira de manter a pirâmide intacta. Um governo que está em dívida está também controlado por este sistema bancário. Não é um governo soberano, porque não pode emitir o seu próprio dinheiro. Uma nação que é inferior a um banco não é uma nação soberana.

P<P+J

Esta é a equação matemática sobre a qual está estabelecido este sistema. P representa o principal [dinheiro; valor do empréstimo] e J são os juros. Então em determinada altura nós as pessoas e a economia tínhamos P (dólares, euros, escudos), enquanto que ao mesmo tempo há uma exigência dos bancos de P+J. Este sistema é basicamente uma “operação mineira” de extracção de riqueza  das pessoas. Se pensam que isto é para aumentar a disponibilização de empréstimos na economia, estão claramente a falhar na interpretação. Todo o dinheiro na economia está agarrado a juros. Não temos dinheiro soberano. A economia está constantemente atrás de mais dinheiro para se alimentar e para pagar aos bancos. Isto significa que a fundação deste sistema é, fundamentalmente, instável, visto que os bancos exigem receber mais dinheiro do que aquele que está na economia.

Sinceramente… não faço ideia de escolas/disciplinas que ensinem este tipo de coisas, nem sei se as há. Apesar de oficialmente possuir o 9º ano [e sintam-se à vontade para fechar o artigo neste preciso momento], ainda ingressei, por muito pouco tempo, na universidade num curso de contabilidade, acedi através dos maiores de 23, e o que aprendia era fórmulas e T´s… sinceramente, não era nada do que eu andava à procura e saí. Para quem frequentou economia/contabilidade, peço que vejam o vídeo. [Não está legendado]

Não vivemos num “mercado livre” e muito menos em “liberdade”. Estamos presos num sistema condenado a falhar, e ainda requer de nós, a massa populacional, um comportamento extremamente danoso para com a Terra. Acham que pessoas livres construiriam este sistema? Não deixem que a aristocracia culpe a nós e à nossa suposta “liberdade” pelos problemas que o sistema deles tem causado, e muito menos permitam que usem esta desculpa para justificarem ainda mais controlo sobre nós, como o temos permitido até aqui. Mais uma vez: o problema é a prisão monetária que desenharam para controlar tudo e todos.

Outro problema é o crescimento exponencial. O sistema deve crescer, perpétuamente, exponencialmente como podem ver na imagem. Isto é um grande grande problema visto que a nossa Terra-Mãe é finita. Isto causa todo o tipo de problemas associados à industrialização, consumismo de produtos e de recursos… Perpétuamente? Exponencialmente? – Não vejo onde é que isto combina com … Sustentabilidade?! Muitos, mas muitos, dos problemas actuais são consequência deste sistema. Andamos a culpar uns e outros por todo o tipo de coisas, quando no fundo, todos nós estamos “obrigados” a fazer isto porque estamos reféns deste sistema.

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Como não quero que pensem que fui buscar isto “do nada”, vou-vos deixar aqui sugestões de documentários que abordam este assunto. Com a informação aqui apresentada complementando com a informação dos documentários, penso que, ficarão esclarecidos. Notem que o título de um dos documentários é “Dinheiro como Dívida” – Como o dinheiro actualmente não tem, praticamente, nenhuma relação com o ouro, ou seja com o que for, dinheiro é dívida, porque por cada vez que emitem dinheiro esse dinheiro é fundado na necessidade de crédito… dívida… por isso se diz muito que eles “criam dinheiro do nada”. Admito que não é tão fácil assim perceber este sistema, mas mesmo quanto a isso tenho algo a mostrar-vos. A seguir estão algumas citações interessantes que dão referência a Rothschild, um dos… “génios”… da criação do sistema do bancos centrais.

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  • Numa carta escrita de Londres pelos Rothschilds aos seus agentes de Nova York apresentando o seu método bancário à América: “Os poucos que podem entender o sistema estarão ou tão interessados em seus lucros, ou tão dependentes de seus favores, que não haverá oposição dessa classe, enquanto, por outro lado, esse grande conjunto de pessoas, mentalmente incapazes de compreender a tremenda vantagem que o capital suga do sistema, suportará seu fardo sem se queixar e, talvez, sem mesmo suspeitar que o sistema é inimigo de seus interesses.”

Vemos aqui, o “génio principal” do sistema monetário, que vos foi mostrado até agora, a dizer Os poucos que podem entender o sistema”, e que o “grande conjunto de pessoas”, Nós, somos incapazes, mentais, de perceber como isto funciona e que vamos suportar este sistema sem ter a mínima noção de que ele está contra nós.

  • Amsel (Amschel) Bauer Mayer Rothschild, 1838: “Deixe-me emitir e controlar o dinheiro de uma nação e não me importa quem faz as leis”.
  • O director do Tesouro Nacional da Prússia escreveu numa visita a Londres que Nathan Rothschild tinha já em 1817: “…, incrível influência sobre todos os assuntos financeiros aqui em Londres. É amplamente afirmado…, que ele regulamenta inteiramente a taxa de juros na City (distrito de negócios em Londres). Seu poder como banqueiro é enorme.”
  • O secretário do príncipe austríaco Mettemich escreveu dos Rothschilds, já em 1818, que: “… eles são as pessoas mais ricas na Europa.”
  • O autor Frederic Morton escreveu que os Rothschilds tinham: “conquistado o mundo mais completamente, mais perspicazmente, e muito mais duradouramente do que todos os césares antes…”
  • Lord Rothschild no seu livro The Shadow of a Great Man (A Sombra de um Grande Homem) cita uma carta enviada de Davidson, em 24 de Junho de 1814 para Nathan Rothschild,“Enquanto uma casa for como a sua, e enquanto você trabalhar junto com seus irmãos, nenhuma casa no mundo será capaz de competir com você, causar prejuízo a você ou tirar vantagem de você, porque juntos vocês podem superar e realizar mais do que qualquer casa no mundo.”

Pessoalmente – considero a declaração “que todos os césares antes” como muito importante para as coisas que vão ser tratadas durante as várias partes do artigo. Mas notem no último ponto: “porque juntos vocês podem superar e realizar mais do que qualquer casa no mundo“. Nós temos que reparar que existem muitas divisões entre nós, a família humana. Estamos colocados actualmente em “piloto automático” no que toca à sobrevivência, primeiro eu depois os outros, que vem da consequência deste sistema, a “crise”, desemprego e (repete repete repete). A quantidade de coisas que nos divide está à nossa frente e não vê quem não quer. Enquanto estamos divididos com rivalidades sem nexo, vejam o que estas pessoas adquiriram num trabalho conjunto.

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Docs sobre o Sistema Monetário

Quem são as figuras por detrás do sistema monetário? Que organizações internacionais dirigem?

Uma pausa aqui. Como está referido em cima “somos governados pelo sistema de dívida, pelos bancos de elite e pelas corporações“, e é de importância perceber o que está aqui dito. Em 2005, 52% do Produto Mundial Bruto, ou seja, as riquezas produzidas num ano no mundo, foram controladas por apenas quinhentas empresas. O único objectivo destas empresas é a maximização do lucro. Como já foi mostrado, as multinacionais são INTEIRAMENTE DEPENDENTES do crédito bancário.

Vejam o vídeo

Muitas das empresas que estão na lista mundial das mais lucrativas, aparentemente não têm relação com os bancos de elite, mas na verdade muitas destas empresas até são subsidiárias destes bancos. O que quero transparecer é que apesar de muitas empresas terem nomes diferentes, assim como os bancos, muitas delas têm o mesmo dono, assim como os bancos. Como viram no vídeo, por exemplo a Nestlé, a maior empresa agro-alimentar que está activa nos cinco continentes, controla 8 mil marcas. Isto é só um exemplo de mais uma ilusão de escolha. Se quiserem dissipar mais duvidas neste sentido, recomendo que vejam Vozes Contra a Globalização [Link Aqui], Saramago passa-nos a mesma informação sobre os “52% do Produto Mundial Bruto”, A Corporação [Link Aqui] e Comercialização da Infância [Link Aqui]. Estamos aqui a falar de empresas que chegam a ter mais potencial económico que muitas nações do mundo. Por exemplo, a cifra de negócios da Exxon Mobil é superior ao PIB da Austrália; a cifra de negócios de General Motors é superior ao PIB da Dinamarca.

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O vídeo também faz referência de que “a agricultura mundial pode alimentar, sem problema, 12 biliões de indivíduos. Ou seja, cada criança, que hoje em dia, morre de fome é, de facto, assassinada.” Como esta declaração pode parecer exagerada, tenho de expor aqui alguns pormenores. É do conhecimento geral a fome existente nos chamados países de terceiro mundo. Também de “conhecimento geral” está a frase “os pretos é que não querem trabalhar”, dizemos “nós” das pessoas que, se calhar, mais escravizadas foram… por nós.

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A fome existente nos países de terceiro mundo não tem ligação alguma com o quererem trabalhar ou não. Mais uma vez vamos de encontro ao sistema. Estes países também estão em dívida, vendem o que produzem para pagar a dívida, e talvez vocês nem façam ideia do quanto do que recebemos diariamente no nosso prato, na verdade, provem destes países.

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Um relatório datado de 2010, do sector de Agricultura e Alimentação da ONU, indica que ainda há 1 bilião de pessoas (portanto, um sétimo da população) dentro da linha da desnutrição. Pesquisadores têm debatido, afinal, qual o problema que impede a redução desse número, se é a falta de alimentos em si ou a dificuldade de acesso das populações mais pobres a esse alimento. De acordo com o levantamento, o motivo é realmente a pobreza. Não falta alimento, as pessoas é que não têm dinheiro para comprá-lo. Fonte: The New York Times – Poverty and Lack of Research Block Path to a Well-Fed World 

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Segundo o Económico [Artigo Aqui] – “Os governos têm que investir 44 mil milhões de dólares por ano para abolir a fome do planeta, afirmou hoje o director-geral da Organização das Nações Unidas para Agricultura e a Alimentação (FAO).” Espero, muito sinceramente, que a esta altura uma notícia como esta já nem faça sentido. Podem ver no “Jornal de Negócios Online” [Aqui] que mil milhões em Portugal significa bilião nos Estados Unidos. Como a imagem em baixo diz: «O dinheiro necessário para erradicar a fome foi estimado em 30 [ou 44] mil milhões ao ano… mais ou menos o quanto se gasta mundialmente em despesas militares de oito em oito dias.» – [Esta passagem aqui é muito importante para informações posteriores.]

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  • 40 a 50% da colheita mundial de cereais, não são para consumo humano, servem de alimento para animais de abate. (sem falar na desflorestação massiva, especialmente na Amazónia, para aumentar a produção de cereais);
  • São necessários 30.000 litros de água para produzir um quilo de carne. Para o mesmo peso de trigo, são necessários apenas 150 litros de água;
  • São necessários 9 quilos de cereais para produzir um quilo de carne;
  • A pecuária é responsável por 18% de toda emissão de gases nocivos de todo o planeta medida em CO2 equivalente;
  • A pecuária é responsável por 37% do gás metano liberado na atmosfera;
  • O metano é 23 vezes pior do que o CO2 em termos de aquecimento global;
  • A pecuária é responsável por 65% de óxido nitroso na atmosfera;
  • O óxido nitroso é 296 vezes pior do que o CO2 em termos de aquecimento global;
  • A pecuária consome 8% de todos os recursos hídricos do planeta;
  • A pecuária é responsável por 1/3 da poluição das águas potáveis com nitrogénio e fósforo;
  • A pecuária é responsável por 55% da erosão da terra, por 37% do uso de pesticidas e 50% de antibióticos;
  • 64% da população mundial terá escassez de água em 2025;
  • Com a água gasta para um quilo de carne, poderia se produzir 227 quilos de tomate;
  • Com a terra ocupada para a produção de um quilo de carne, poderia se produzir 122 quilos de batata.
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Documentário “Eating”

Não estou a querer dizer que TÊM de deixar de comer carne. No mínimo penso que devem ter acesso a informação sobre as consequências da nossa alimentação, tanto o impacto que tem a nível global como o impacto que tem em nós. Não vou desenvolver aqui sobre estas coisas, até porque vou deixar aqui sugestões de documentários para vocês assistirem.

Relativamente à desflorestação da Amazónia, sem querer falar, já, de outros grandes problemas que por lá andam e das consequências deste processo, devem saber que o desmatamento é a conversão de áreas florestais para áreas não florestadas. Os solos da Amazónia são produtivos apenas por um curto período de tempo, o que faz com que os agricultores estejam constantemente a mudar-se para novas áreas e desmatarem mais florestas, estas práticas agrícolas causaram extensos danos ambientais. O desmatamento é considerável e áreas desmatadas de floresta são visíveis a olho nu do espaço exterior. Entre 1991 e 2000, a área total de floresta perdida na Amazónia subiu de 415 000 para 587 000 quilómetros quadrados, com a maioria da floresta desmatada transformada em pastagens para o gado. Setenta por cento das terras anteriormente florestadas da Amazónia e 91% das terras desmatadas desde 1970 é usada para pastagem de gado. Enquanto todo este desmatamento ocorre, para que se possa alimentar a carne que nos vai chegar ao prato, eu questiono se há alguém [dentro do sistema] a fazer o inverso desta prática!?!?

As árvores demoram, mais ou menos, trinta anos até atingirem a idade adulta. Então vamos ver uma coisa simples. Há uma planta, ilegal, ninguém entende bem ao certo porquê, mas que é uma verdadeira polivalente, e demora, mais ou menos, seis meses a estar pronta. A cannabis. Com ela podemos obter produtos de papel, têxteis, plástico, serve para a construção civil (cimento), para alimentar os animais de abate, para suplementos nutritivos, óleos essenciais, para propósitos medicinais… e continua.

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Não entendo sequer como uma PLANTA pode ser ilegal. Sim, a ilegalização desta planta tem interesses corporativos por detrás… e outras coisas bem mais graves do que aquelas que à primeira vista podemos deduzir. Vejam, por exemplo, que enquanto as “drogas” legalizadas pelo “sistema”, como o álcool e o tabaco, são responsáveis por grande taxa de mortalidade, a cannabis que não tem registos de mortes associadas, directamente, a ela… mas é ilegal. Vejam, se quiserem, “O Negócio por trás do barato” [Link Aqui].

A insanidade deste sistema parece não ter fim. Mais um pormenor da insanidade económica a que este sistema nos “obriga” é a obsolescência planeada. Se não o sabem, ficam agora a saber, que é “proibido” fabricar produtos de grande durabilidade. O conceito de obsolescência programada surgiu entre 1920 e 1930 [notem os timings de introdução desta política] com a intenção de criar um novo modelo de mercado, que visava a fabricação de produtos com curta durabilidade de maneira premeditada obrigando os consumidores a adquirir novos produtos de forma acelerada e sem uma necessidade real. [Se não tem necessidade real então porquê este modelo? – Para o BEM da economia – ela não pode parar] Isto significa algo muito simples – a economia tem de arrancar matéria da terra o mais rápido possível, transformá-la em produtos de consumo o mais rápido possível, vender-nos esses produtos com “data de validade” o mais rápido possível, e consumir-mos até os deitarmos fora [que, por vezes, acabam nos containers de lixo no terceiro mundo]. Este é o ciclo… perpétuoexponencial… que já foi falado aqui. Deixo-vos a sugestão do documentário “Obsolescência Planeada” [Link Aqui]. Recentemente, esta informação até apareceu num site de jogos, Game Vicío [Artigo Aqui], onde o espanhol que inventou uma lâmpada de grande durabilidade, está agora ameaçado de morte. Para ter maior clarividência sobre o comportamento que o sistema incute em nós, este homem está também ameaçado por pessoas da “nossa classe social”, porque vemos comentários do tipo “assim vou perder o meu emprego“. O que é que este sistema está a fazer connosco? 99% da população completamente dividida enquanto o restante 1% concentra mais e mais poder para conquistar “o mundo mais completamente, mais perspicazmente, e muito mais duradouramente do que todos os césares antes…” “porque juntos podem superar e realizar mais do que qualquer casa no mundo“. Obviamente, à medida que o artigo se vai desenvolvendo vocês vão poder perceber que estas “guerras de classes” são premeditadas.

Se este tipo de “politica” é levada até ao desfecho lógico, é apenas uma questão de tempo até que estes “mestres do dinheiro” controlem a riqueza, recursos naturais e mão de obra de todo o mundo. Actualmente, muitos de nós acreditam (outros dizem que é certo) que os “mestres do dinheiro” estão no controlo da economia das nações e dos recursos energéticos, e que estamos actualmente em “guerra” no que toca à nossa independência e subsistência na alimentação. Sinceramente… estou muito convencido disso. Quem controla o dinheiro, controla as nações, quem controla recursos energéticos, controla continentes, quem controla o alimento, controla as pessoas. É de extrema importância que percebam como está a ser dirigida esta “guerra alimentar”, designada por muitos como a “2ª Revolução Verde”, por isso é de teor obrigatório que vejam os quatro vídeos colocados em seguida, antes de começarem a leitura da 2ª parte deste artigo, porque há pormenores que terei de falar mais à frente que só poderão entender se já tiverem tido acesso à informação destes vídeos. Fui eu quem compilou os vídeos, e nestes 4 capítulos foram utilizados 10 documentários. Da minha opinião, e mesmo de amigos, a compilação dos vídeos está bem elaborada e poupa muito tempo na procura de informação sobre a “guerra” actual da alimentação. Aborda temas como a teoria do aquecimento global, o impacto da pecuária no aquecimento global, a geo-engenharia como “solução” ao aquecimento global, a patente de sementes, organismos geneticamente modificados, Codex Alimentarius, a privatização da água e impactos na sociedade, e muitas outras coisas importantes, tipo saber quais são as políticas empregadas nestes assuntos, e quais as Corporações que estão a dirigir todos estes eventos. Mais uma vez, aqui, poderão ver que política/políticos andam de mão dada com as corporações, que por sua vez, andam de mão dada com… os bancos de elite. Está tudo nestes vídeos.

Bem… temos de avançar porque senão ficamos sempre no mesmo sítio. Quero só referir mais um pormenor já que dei aqui a indicação do aquecimento global. Já há muito tempo que se tem falado numa moeda mundial, penso que está evidente quem são as pessoas a promover essa ideia, e declaro que este assunto do aquecimento global serve como uma boa desculpa para avançar esta ideia de moeda mundial, visto que querem implementar taxas globais sobre as emissões de CO2. Penso que este “passo” nesta campanha é realmente uma preparação do caminho. Para perceberem melhor esta declaração, vejam “Contra-Educação: Acreditam no aquecimento global antropogénico?” [Vídeo Aqui], a partir dos 1o minutos e 17 segundos – vídeo também compilado por mim – e “A História do Cap and Trade” [Vídeo Aqui].

Get Ready For A World Currency – The Economist Magazine, 9th June 1988 - See more at: http://openyoureyesnews.com/2010/07/22/get-ready-for-a-world-currency-the-economist-magazine-9th-june-1988/#sthash.PjkVM9f7.dpuf

Get Ready For A World Currency – The Economist Magazine, 9th June 1988

Continuando… Certa vez, em convívio, falei que “o problema (da crise) é que nos pedem mais do que aquilo que nos dão” e disseram-me que “não é bem assim”, e aqui eu mostro literalmente que é assim. Ou então que continuem preocupados com “o dinheiro mal gasto aqui, o mau investimento ali”, com a “discussão” política, os ataques da e à “oposição” que nunca tocam sequer na raiz dos verdadeiros problemas, e esta deve ser uma das grandes razões do desinteresse pela política actual. Independentemente de se estar a par deste assunto ou não, a verdade é que passaram décadas e nada muda, e a abstenção de um povo unido tem mostrado que não tem interesse em algo “partido”.

Quando referi “oposição” pensem que “oposição” é essa que se levanta sem “apoio financeiro”. Num sistema como este, se há uma “oposição” que se levanta é porque é permitida, e porque essa “oposição” de certo tem um propósito. Visto que o propósito da “oposição” não é opor-se a nada do que é o problema, que propósito será o deles então? É de facto incrível como este teatro continua. Incrível a rapidez com que as pessoas em geral chamam outras de incultas e ignorantes por não quererem saber da política, e ainda apontam dedo de culpa pelo estado da nação, e incrível a quantidade de “peritos” em economias e contabilidades, que aparecem tanto na televisão como nas conversas de cafés, o excesso de opinião e a clara falta de informação.

Se pensam “bem, se calhar os políticos nem têm culpa, eles devem ser ignorantes em relação ao funcionamento deste sistema”, vejam o Vídeo.

Palavras de George Carlin, um comediante
[Vídeo Aqui [se assim preferirem]]

«Há uma razão, há uma razão para tudo isto, há uma razão por que a educação é uma merda. E é a mesma razão pela qual nunca, nunca, nunca será reformada. Nunca vai melhorar. Percam as esperanças. Contentem-se com o que vocês têm. Porque os donos deste país não querem isso. Estou a falar dos donos de verdade, os DONOS DE VERDADE. A gigante e super rica organização que controla as coisas e faz todas as decisões importantes. Esqueça os políticos. Eles são colocados no lugar para lhe dar a ideia de que você tem liberdade de escolha. Você não tem. Você não tem escolha. Você tem DONOS. Você pertence a eles. Eles são donos de tudo. São donos de todas as terras importantes, de todas as corporações, compraram há muito tempo o Senado, o Congresso, os palácios estaduais… Eles têm os juízes a comer nas suas mãos e são donos de todas as grandes empresas de comunicação para que possam controlar todas as noticias e toda a informação que você recebe. Eles te seguram pelas bolas… Eles gastam biliões de dólares todo o ano em lobby, fazendo lobby para conseguir o que querem. A gente sabe o que eles querem. Eles querem mais para si e menos para o resto.

Mas eu vou dizer a vocês o que eles não querem. Eles não querem uma população de cidadãos capaz de pensamento crítico. Eles não querem pessoas bem informadas e bem educadas capazes com pensamento crítico. Eles não estão interessados nisso. Isso não os ajuda, isso é contra os seus interesses. é isso mesmo. Eles não querem pessoas inteligentes o suficiente para sentar na mesa da cozinha e perceber o quanto foram enganados por um sistema que os chutou do barco 30 anos atrás. Eles não querem isso. 

Sabe o que eles querem? TRABALHADORES OBEDIENTES, TRABALHADORES OBEDIENTES , TRABALHADORES OBEDIENTES!!!

Pessoas inteligentes o suficiente para lidar com as máquinas e a papelada, e burras o suficiente para aceitar pacificamente esses trabalhos cada vez piores, com menores salários e maior carga horária, benefícios reduzidos, fim da hora extra e a pensão que desaparece quando você vai resgatá-la. E agora eles querem a sua aposentadoria. Eles querem o dinheiro de volta. Para dar aos amigos criminosos em Wall Street. E sabe o que? Eles vão conseguir. Eles vão tomar tudo que é seu, mais cedo ou mais tarde. Toda esta merda aqui é deles. É um clube e você não é membro. Eu e você não fazemos parte do “clubinho”. A propósito, é o mesmo clube que costumava te dar palmadas na mão quando te diziam no que acreditar. O dia inteiro a baterem na mesma tecla e a dizer-nos no que acreditar, o que pensar e o que comprar. A mesa está torta, pessoal. O jogo está armado. E ninguém percebe. Ninguém se importa. Pessoas honestas e trabalhadoras. Colarinho branco, azul… não importa a cor da camisa que você veste. Pessoas honestas e trabalhadoras. Pessoas de condição modesta que continuam a eleger esses canalhas milionários que não querem saber de ninguém. Eles não se importam com você, de maneira alguma. Sabe?

E ninguém percebe, ninguém se importa. E é com isso que os donos contam. Com o facto de que os americanos continuarão tristemente ignorantes quanto à enorme rola azul, vermelha e branca que esta sendo enfiada no seu cu todo o dia. Os donos deste país sabem da verdade. É chamada de O SONHO AMERICANO. Porque você tem que estar a dormir para acreditar.»

Comediantes como Carlin… fazem falta.

Quanto à referência que o Carlin fez sobre a educação: Acho que é importante entender que os programas educacionais implementados nos EUA vêm da Associação Nacional de Educação, a ANE que foi fundada por JD Rockfeller que se expressou muito bem relativamente ao sistema educacional quando disse: «EU NÃO QUERO UMA NAÇÃO DE PENSADORES. EU QUERO UMA NAÇÃO DE TRABALHADORES.» 

Continuando… Há algo que devo chamar à atenção, depois das informações do sistema bancário, que é sobre os casos de Abraham Lincoln e John F. Kennedy. Foram os únicos presidentes que tentaram desmantelar este sistema da Reserva Federal e acabaram assassinados. Esta “política” de assassinato é mais do que “política” aceite desta elite que estamos aqui a falar. Também isso será mostrado aqui.

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Apesar de já muito conhecido, faço questão de colocar aqui o vídeo do discurso, que é considerado por muitos o discurso que assinou a sentença de morte do Kennedy. Vale sempre a pena recordar estas palavras.

Quem não concorda que deveríamos ter acesso a informação? Vocês ainda vêem televisão e pensam que as notícias são fidedignas? Não vêem que falam sempre do mesmo, a propagação da crise e a constante doutrina do medo e insegurança em relação ao futuro? E as “programações” televisivas? Não parecem elas “programar” a estupidez como o software mais utilizado pelo ser humano? Não parece uma escola de idiotismo? Muito raras são as vezes em que se vêem conteúdos de real valor.

Vamos ver ligações. JP Morgan, é um nome que já apareceu aqui, e que foi um dos envolvidos na criação da Reserva Federal em 1913.

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“Em Março de 1915 as firmas de JP Morgan  – nas áreas do aço, construção naval e pólvora, e as suas subsidiárias – juntaram 12 homens importantes do mundo jornalístico e empregaram-nos para escolher os jornais mais influentes nos Estados Unidos e um número suficiente deles para controlar a política em geral da imprensa diária …

“Descobriram que bastava adquirir o controle de 25 dos maiores jornais. Chegou-se a um acordo; a política dos jornais foi comprada, e seria paga ao mês; foi colocado um coordenador em cada jornal para supervisionar e editar devidamente a informação relacionada com as questões de prontidão, militarismo, políticas fiscais e outros assuntos de natureza nacional e internacional considerados vitais para os interesses dos compradores.”

Congressista (EUA) Oscar Callaway, 1917

As ligações de JP Morgan não ficam por aqui, por isso peço que vejam os dois vídeos a seguir, antes de continuarem a leitura.

Este último vídeo já dá referências sobre algumas coisas que aqui falei e das quais vos deixei documentários para ver. As sugestões de todos os documentários estarão no final desta primeira parte do artigo, por isso não se preocupem. Viram neste último vídeo a “guerra da alimentação” – a “2ª Revolução Verde” – patente de sementes – etc – quero aproveitar é para deixar já aqui documentários que se referem, não à supressão da cura do cancro, mas antes, que se referem à cura propriamente dita, que é feita à base de produtos naturais e que estão acessíveis a todos, logo… se estão acessíveis a todos, não se pode patentear a cura nem fazer lucro dela.

Extraído do artigo “Terapias Patenteáveis e Não Patenteáveis” [Artigo Aqui]:

«Documentos de grandes empresas de medicamentos foram revelados, deixando claro que essas multinacionais detêm os conhecimentos da cura da maioria das doenças por métodos naturais ou “fisiológicos”, mas obstruem de forma sistemática a divulgação destes. A revelação de seu conteúdo colocaria em cheque o uso da maior parte dos medicamentos conhecidos.

(…)

Na verdade, a indústria de medicamentos detém, mas bloqueia de forma sistemática, o conhecimento para a prevenção e cura das mais diversas doenças, substituindo as terapias naturais, não patenteáveis, por terapias sintéticas patenteáveis, e portanto lucrativas.

O conhecimento da prevenção e da cura das mais diversas doenças já está disponível no domínio público. O que acontece é que esses recursos não são utilizados: muitos são considerados por demais simplórios, outros são vistos como obsoletos, e algumas práticas são até condenadas, embora sejam eficientes e completamente desprovidas de complicações ou de efeitos colaterais.»

in “Lugar de Médico é na Cozinha”

Livro Completo em PDF:

[… um Obrigado à Dorabella pela partilha do livro.]

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Documentários

De regresso…

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“Estamos gratos ao The Washington Post, The New York Times, Time Magazine e outras grandes publicações cujos directores assistiram às nossas reuniões e respeitaram as suas promessas de  discrição [secretismo] durante quase quarenta anos. [depois da 2ª Guerra Mundial]

Ter-nos-ia sido impossível desenvolver o nosso plano para o MUNDO se tivéssemos sido expostos às brilhantes luzes da publicidade durante esses anos. Mas o mundo está agora muito mais sofisticado e pronto a marchar no sentido de um GOVERNO MUNDIAL. A soberania supranacional de uma elite intelectual e de banqueiros mundiais é certamente preferível à auto-determinação praticada nos séculos passados.”

David Rockefeller, reunião Bilderberg em Baden-Baden, Alemanha, Junho de 1991

Como “Bilderberg” aparece agora pela segunda vez no artigo, e estamos a falar em relação à mídia, o “timing” é propício. Ultimamente, vi as minhas conversas familiares, sobre estes assuntos, a dar frutos, quando um parente me faz a pergunta “Então porque é que esses gajos, que têm a máquina de fazer dinheiro, não se juntam todos numa reunião, e tentam resolver isto logo de uma vez?”. Oh meu caro… estava a ver que não perguntava? Devo dizer que a pessoa em questão que me fez a pergunta, é uma pessoa comum, normal, e praticamente sem estudos, trabalha para sustentar a família, chega à casa depois de um dia de trabalho e senta-se no sofá a ver televisão, em suma: o que sabe sobre os acontecimentos diários é o que vê na televisão e o que lê no jornal.

Vocês que viram a informação até aqui, neste momento já devem ter a noção de que esta dívida acabaria neste preciso momento, se assim fosse a vontade das pessoas que aqui falamos, porque já vimos que actualmente só elas têm o poder de o fazer, ou, só nós todos juntos conseguiremos inverter esta situação, porque facto é, não precisamos deles para rigorosamente nada, pelo contrário, eles precisam de nós para rigorosamente tudo. Então que é isto de “Bilderberg”? A informação disposta a seguir é retirada directamente do Wikipédia.

[http://pt.wikipedia.org/wiki/Clube_de_Bilderberg]

Clube de Bilderberg é uma conferência anual não-oficial cuja participação é restrita a um número de 130 convidados, muitos dos quais são personalidades influentes no mundo empresarial, académico, mediático ou político. Devido ao facto das discussões entre as personalidades públicas oficiais e líderes empresariais (além de outros) não serem registadas, estes encontros anuais são alvo de muitas críticas (por passar por cima do processo democrático de discussão de temas sociais aberta e publicamente)O grupo de elite encontra-se anualmente, em segredo, em hotéis cinco estrelas reservados espalhados pelo mundo, geralmente na Europa, embora algumas vezes tenha ocorrido no Estados Unidos e Canadá. Existe um escritório em Leiden, nos Países Baixos.

Origens e objectivos da primeira conferência anual

A primeira conferência Bilderberg sediou-se no Hotel de Bilderberg, perto de Arnhemia, de 29 de maio a 30 de maio de 1954. A ideia da reunião foi dada pelo emigrante polonês e conselheiro político, Józef Retinger. Preocupado com o crescimento do antiamericanismo na Europa Ocidental, ele propôs uma conferência internacional em que líderes de países europeus e dos Estados Unidos pudessem se reunir com o propósito de promover a discussão crítica entre as culturas dos Estados Unidos e Europa Ocidental. Retinger se aproximou do Príncipe Bernard da Holanda que concordou em promover a ideia, em conjunto com o primeiro-ministro belga Paul Van Zeeland. A lista de convidados deveria ter sido formada pelo convite de dois participantes de cada país, representando pontos de vista liberais e conservadores, respectivamente. Para que a reunião ocorresse, foi necessário organizar uma conferência anual. Um comité executivo foi criado, sendo que Retinger foi indicado como secretário permanente. Juntamente com a organização da reunião, o comité realizou um registo do nome dos participantes e informações para contacto, com o objectivo de criar uma rede informal de pessoas que pudessem se comunicar entre si com privacidade. O propósito declarado do Grupo Bilderberg foi estabelecer uma linha política comum entre os Estados Unidos e a Europa Ocidental.

Propósito

A intenção inicial do Clube de Bilderberg era promover um consenso entre a Europa Ocidental e a América do Norte através de reuniões informais entre indivíduos poderosos. A cada ano, um “comité executivo” recolhe uma lista com um máximo de 100 nomes com possíveis candidatos. Os convites são enviados somente a residentes da Europa e América do Norte. A localização da reunião anual não é secreta, e a agenda e a lista de participantes são facilmente encontradas pelo público, mas os temas das reuniões são mantidos em segredo e os participantes assumem um compromisso de não divulgar o que foi discutido. A alegação oficial do Clube de Bilderberg é de que o sigilo preveniria que os temas discutidos, e a respectiva vinculação das declarações a cada membro participante, estariam a salvo da manipulação pelos principais órgãos de imprensa e do repúdio generalizado que seria causado na população.  [Esta parte final diz mesmo tudo]

A alegada justificativa do grupo pelo sigilo é que isso permite que os participantes falem livremente sem a necessidade de ponderar cuidadosamente como cada palavra poderia ser interpretada pelos órgãos de comunicação de massa. Alguns, entretanto, consideram a natureza elitista e secreta das reuniões como anti-ético em relação aos princípios da inclusão em sociedades democráticas.

Participantes

Participantes do Bilderberg incluem membros de bancos centrais, especialistas em defesa, barões da imprensa de massa, ministros de governo, primeiros-ministros, membros de famílias reais, economistas internacionais e líderes políticos da Europa e da América do Norte. Alguns dos líderes financeiros e estrategistas de política externa do Ocidente participam do Bilderberg. Donald Rumsfeld é um Bilderberger activo, assim como Peter Sutherland, da Irlanda, um ex-comissário da União Européia e presidente do Goldman Sachs e British Petroleum. Rumsfeld e Sutherland compareceram em conjunto em 2000 na câmara da companhia de energia suíço-sueca ABB. A jornalista Clara Ferreira Alves, o político e professor universitário Jorge Braga de Macedo e Francisco Pinto Balsemão são três exemplos portugueses. O ex-secretário de defesa dos Estados Unidos e actual presidente do Banco Mundial Paul Wolfowitz também é um membro, assim como Roger Boothe Jr. O presidente actual do grupo é Etienne Davignon, empresário e político belga.

Como podem ver aqui, essas reuniões já acontecem, e à medida que os anos passam as mudanças que há no mundo são sempre para pior. O quanto este tipo de reuniões abrange, está já demonstrado: é tudo o que é dinheiro, militarismo, imprensa, política, multinacionais, famílias reais e etcs. Mas vamos ver os participantes portugueses aqui referidos. Mais uma vez: a informação disposta a seguir é retirada do Wikipédia.

[http://pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_Pinto_Balsem%C3%A3o]

Francisco Pinto Balsemão
[Há lá muita informação de relevância, aqui só colocarei o que penso ser mais importante relativamente ao assunto em questão]

Licenciado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, foi jornalista e dirigente político activo, até se dedicar à vida empresarial. É presidente e chief executive officer da holding Impresa e presidente do Conselho de Administração da SIC, a primeira estação de televisão privada em Portugal.

(…)

Entre as restantes funções públicas que desempenhou, contam-se as de presidente do Conselho Europeu de Editores, presidente (não executivo) da Nec Portugal, presidente do Conselho Consultivo do Banco Privado Português, membro do Conselho Consultivo da Universidade de Lisboa, membro do Conselho de Administração do Daily Mail and General Trust PLC, membro do Conselho Assessor Internacional do Banco Santander Totta , é o único português com estatuto de membro permanente do Clube de Bilderberg e do Steerling Committee, Júri do Prémio Príncipe das Astúrias de Cooperação Internacional, do Consejo de Protectores da Fondación Carolina, do Conselho Geral da COTEC Portugal, do Conselho de Curadores da Fundação Luso-Brasileira, do Comité Executivo do Global Business Dialogue (1999-2002), vice-presidente da Fundação Jornalistes en Europe (1995-2003) e presidente do Conselho de Administração do European Institute for the Media (1990-1999).

Francisco Pinto Balsemão, presidente e CEO da holding Impresa, SGPS, SA, e presidente da SIC – Sociedade Independente de Comunicação, SA, detida a 100% pela Impresa. A Impresa é proprietária da holding Impresa Publishing que detém as seguintes participações: Expresso, Courrier Internacional, Blitz, Autosport, Surf Portugal, Impresa Classificados, Exame, Exame Informática, Caras, Activa, Cosmopotitan, Visão, TV Mais, Telenovelas, Jornal de Letras, Casa Claudia, Caras Decoração, Inteligent Life, Volante etc. A Impresa detém ainda 100% da Impresa Digital, que, por sua vez, detém 100% do portal aeiou, 100% da InfoPortugal, 100% da DGSM e 51% do site Olhares. Na distribuidora Vasp detém 33.33% e 22.35% na Lusa.

Foi presidente do Conselho de Administração do EIM – “European Institute for the Media” (1990-1999) e do “European Television and Film Forum” (1999-2006), vice-presidente (1995-2003) da Fundação “Journalistes en Europe”, membro (1999-2002) do comité executivo do “Global Business Dialogue”, membro não executivo (1980-2006) do Conselho de Administração da Celbi, presidente não executivo (1999-2007) da Allianz Portugal, presidente não executivo da Nec Portugal (1995- Julho 2010).

[http://pt.wikipedia.org/wiki/Clara_Ferreira_Alves]

Maria Clara Ferreira Alves

Maria Clara Ferreira Alves (Portugal, 1956) é uma jornalista e escritora portuguesa. Licenciada em Direito, pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, integrou a redacção de A Tarde, do Correio da Manhã e do Jornal de Letras. (…)  Em 2004 recusou publicamente o cargo de directora do Diário de Notícias. (…) Em Junho de 2011, foi convidada para uma reunião do grupo selecto, Clube de Bilderberg.

Vejam o vídeo. Chamo à atenção para as palavras de Maria Clara Ferreira, aos 3 minutos e 30 segundos do vídeo. “Esta gente é perigosa, estão a destruir o país, estão a vender aquilo que eles chamaram de pacote de ajuda, não é ajuda, não é ajuda nenhuma, e aquilo que agora chamam privatizações não são privatizações, é pura e simplesmente vender o que resta das últimas parcelas que sobram da soberania económica à Angola e à China.”

Vejam também este vídeo – “Para Portugal, o tempo está a esgotar-se…” 

 —

[http://pt.wikipedia.org/wiki/Jorge_Braga_de_Macedo]

Jorge Avelino Braga de Macedo

Jorge Avelino Braga de Macedo é um professor de Economia português. Frequentou o Lyceé Français Charles Lepierre, em Lisboa, após o que ingressou na Faculdade de Direito de Lisboa, onde se licenciou, em 1971. Ingressou na Universidade de Yale, nos Estados Unidos da América, onde obteve sucessivamente os graus de mestre em Relações Internacionais, em 1973, mestre e doutor em Economia, o último dos quais em 1979.

Pontualmente serviu, como consultor, a Confederação da Indústria Portuguesa, o Banco Mundial, a United States Agency for International Development e os governos da Guiné-Bissau, de São Tomé e Príncipe e de Angola. Foi técnico do Departamento de Pesquisa do Fundo Monetário Internacional, entre 1978 e 1979, e integrou a Comissão de Reforma Fiscal do Ministério das Finanças, de 1984 a 1988. É gerente da Braga de Macedo Consultores, Lda. e da TEcFinance, Lda., empresas que fundou e co-fundou em 1995 e 1997, respectivamente.

Preside ao Grupo Português da Comissão Trilateral, desde 1995, onde promoveu a criação do Fórum Portugal Global.

Vocês vejam bem quais são as ligações destes três pequenos exemplos relativamente à sociedade. Deste último tenho de chamar à atenção para duas coisas.

  • Primeira – “Preside ao Grupo Português da Comissão Trilateral, desde 1995, onde promoveu a criação do Fórum Portugal Global”

«A Comissão Trilateral é um fórum de discussão privado fundado em Julho de 1973 por iniciativa de David Rockefeller. Actualmente, consiste de aproximadamente 300 a 350 cidadãos da Europa, Ásia/Oceania e América do Norte e existe para promover cooperação política e económica mais íntima entre tais áreas.» Fonte – http://pt.wikipedia.org/wiki/Comiss%C3%A3o_Trilateral

Ora, um membro proprietário da fraude do sistema monetário que nos escraviza diariamente, está envolvido no Grupo Bilderberg apresentado aqui, um grupo que visa, em privado, “promover um consenso entre a Europa Ocidental e a América do Norte através de reuniões informais”, criou a Comissão Trilateral, um fórum de discussão privado para promover cooperação política e económica mais íntima” na Europa, Ásia/Oceania e América do Norte.

Rockefeller: O Filantropo.

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«A comissão trilateral pretende ser o veículo para a consolidação multinacional dos interesses comerciais e bancários, tomando o controlo do governo político dos Estados Unidos. A Comissão Trilateral representa um esforço coordenado hábil para assumir o controlo e consolidar os quatro centros de poder político, monetário, intelectual e eclesiástico. O que a comissão trilateral pretende é criar uma economia mundial superior aos governos políticos das(os) nações (estados) envolvidos. Como gestores e criadores do sistema, eles vão dominar o futuro.» – Senador Americano Barry Goldwater em 1964 no livro “With no Apologies”

  • Segunda – Ingressou na Universidade de Yale, nos Estados Unidos da América, onde obteve sucessivamente os graus de mestre em Relações Internacionais

Skull and Bones é uma sociedade secreta estudantil dos Estados Unidos, fundada em 1832 e foi introduzida na Universidade de Yale. Esta sociedade já apareceu referida aqui no artigo, precisamente no primeiro vídeo. Yale é das únicas universidades com sociedades secretas onde são admitidos somente seniores, antigos alunos. As duas outras são Scroll and Key (“Chave e Pergaminho”) e Wolf’s Head (“Cabeça de lobo”). Os candidatos são exclusivamente homens brancos, protestantes, e são originários habitualmente de famílias muito ricas. Frequentemente, seus pais [antecessores] já eram membros da ordem. Tanto George Herbert Walker Bush, empresário do petróleo no Texas, 11º director da CIA e 41º Presidente dos EUA, como George Walker Bush, 43º presidente dos EUA, pertencem a esta sociedade.

No último ano de estudo na universidade, são denominados cavaleiros. Esta denominação de “cavaleiros” é um título maçónico. Não estando eu a querer dizer nada mas… obter “sucessivamente os graus de mestre em Relações Internacionais” de certo que quer dizer mais do que aquilo que à primeira vista aparenta.

Há hipóteses de conexões da Skull And Bones com a CIA, Illuminati, Bilderbergers e com a Maçonaria. Para entenderem o poder desta sociedade, vejam que nas eleições presidenciais de 2004 nos Estados Unidos, tanto o candidato democrata quanto o republicano eram membros da sociedade. George W. Bush assumiu publicamente ser um membro da Skull and Bones, assim como seu adversário na Eleição presidencial dos Estados Unidos da América (2004) John Kerry. [Sem contar que Bush e Kerry, na verdade, até partilham de “laços familiares”. À primeira vez vista isto parece “coincidência”, mas… mais uma vez… não é uma coincidência isolada. Pormenores mais à frente.]

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Lista de alguns participantes portugueses nas reuniões Bilderberg

[http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_Bilderberg_participants#Portugal]

“Because Bilderberg shares common goals with the Trilateral Commission, the agenda that emerged in Washington (SPOTLIGHT, March 29, 1999) will be major topics in Portugal, too. This includes a “Globalization summit” called for by Peter D. Sutherland, head of Goldman Sachs International. Sutherland attended the Bilderberg meeting in Scotland last May and is expected in Portugal.”

Como Bilderberg tem objectivos comuns com a Comissão Trilateral, a agenda que surgiu em Washington (Spotlight, 29 de Março de 1999) serão os principais temas em Portugal, também. Isto inclui uma “Cimeira de Globalização” solicitado pelo Peter D. Sutherland, chefe do Goldman Sachs International. Sutherland participou da reunião Bilderberg na Escócia em maio passado e é esperado em Portugal.

http://www.4rie.com/rie%203.html

O que se esperava em Portugal era o Grupo Bilderberg e a sua reunião anual privada, desta vez na localidade de Sintra, de 3 a 6 de Junho de 1999. Uma reunião secreta e altamente protegida de políticos, empresários, representantes da alta finança, professores universitários e jornalistas. Nesta reunião estiveram também presentes altos representantes do estado português, tal como o Presidente da Republica e membros do Governo Português, representantes dos bancos BPI e Banco Espírito Santo e membros dos jornais portugueses tal como o Expresso e o Grupo IMPRESA, SGPS do Pinto Balsemão, membro permanente do Grupo Bilderberg. No final está colocado um documentário sobre esta reunião em Portugal, mas antes disso, só mais um pouco de informação.

«Portuguese newspaper organised Bilderberg meeting – 4/11/2000

Sojornal, company which owns Portugal’s largest weekly newspaper, Expresso, was given millions of escudos by the Portuguese Ministry of Foreign Affairs to organise last year’s “secret summit” of world leaders at the luxurious Penha Longa resort in Sintra.»

«Sojornal, empresa que detém o maior jornal semanal de Portugal, Expresso, foi-lhe dado milhões de escudos pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros Português para organizar a “cúpula secreta” dos líderes mundiais do ano passado no luxuoso resort Penha Longa, em Sintra.»

http://www.theportugalnews.com/news/view/574-27

«Este é o ponto 7 do novo Estatuto Editorial do Jornal Expresso. Tem lá mais coisas engraçadas, mas este ponto sete é elucidativo e faz-nos pensar até que ponto chegou a comunicação social, quando um jornal de referencia assume não se reger por critérios jornalísticos, condicionando-o ao político. Felizmente que há muito deixei de comprar este jornal, mas sabemos que um canal de televisão generalista, a SIC, e um canal somente dedicado a noticias, a SIC Noticias, têm o mesmo patrão, e esse patrão é o executivo dos Bilderberg em Portugal. E, quando olhamos à volta não vemos melhor porque sabemos que cada jornal e cada televisão têm uma agenda política própria. Seja por omissão ou por manipulação aquilo que nos informam não são factos, mas a visão em que querem que acreditemos. A comunicação social engana e há muito que perdeu a sua função de informar para ganhar a de criar verdades e formatar opiniões. O pior é que funciona e o conseguem fazer com relativa facilidade, como a realidade demonstra.»

Fonte – http://wehavekaosinthegarden.wordpress.com/2011/06/30/a-divulgacao-eventualmente-nociva/

O meu interesse pela “actualidade politica” é tanto, que só hoje (12/07/13) fiquei a saber que o país está em “crise politica”. Admito. Mas sou interessado o suficiente para saber que tanto o Seguro como o Portas estiveram presentes na reunião dos Bilderberg não há muito tempo atrás, e que “crises politicas” como esta fazem parte do cardápio de “coincidências” dos “Tios Billuminati”, assim como o Sócrates ter estado presente numa reunião dos Bill um ano antes de ser eleito.

António José Seguro e Paulo Portas são os convidados portugueses deste ano na conferência de Bilderberg, de que Francisco Pinto Balsemão é um dos promotores. O encontro 2013 prevê discutir, entre outros tópicos, o crescimento e a criação de emprego na Europa e nos EUA – tema caro ao secretário-geral socialista.

Ler mais: http://expresso.sapo.pt/seguro-e-portas-na-bilderberg=f811701#ixzz2ZuvFFrqP

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Pessoalmente, não posso dizer que tenho uma ideologia política, porque seria completa mentira, mas se há alguém a quem posso dar crédito na política portuguesa, é Alberto João Jardim. No vídeo que aqui vos deixo podem vê-lo a referir-se ao Grupo Bilderberg e às sociedades secretas. [O vídeo está hospedado na página do Facebook – “Portugal Confidencial” – aproveitem e façam Gosto na página que vale a pena.]

Há algo mais sobre os “Tios Bill” que vos quero mostrar, mas antes de tudo temos de ver mais umas coisas que voltam a dar ligação aos bancos. Penso que ninguém nega que os eventos do 11 de Setembro deram uma viragem no rumo da História, e que muita coisa mudou na nossa vida desde então. Actualmente assistimos à “guerra contra o terrorismo”, à “libertação do povo da tirania e a implementação da democracia” continuamente promovida pela América. [ou por algo ou alguém disfarçado de “américa”]

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É curioso ver o processo desta implementação. O caso do Iraque é o mais flagrante de meu conhecimento. Segundo o caso do Iraque, democracia é, que depois de se ter rebentado com o país, de seguida vai ser implementado um banco central, que vai emprestar dinheiro [já sabemos como] para ajudar a reconstruir o país, mas este dinheiro para reconstrução do país [Iraque] é depois entregue a empresas privadas americanas [empresas subsidiárias destes banqueiros internacionais]. O que está implícito é: enquanto a guerra é sustentada pelos contribuintes americanos, a reconstrução dos países fica entregue a empresas privadas [algumas até subsidiárias destes banqueiros]. Em suma: enquanto que em termos de contribuintes o que vemos é um gasto excessivo em questões militares, ao mesmo tempo, vemos lucros astronómicos para as empresas privadas, que são subsidiadas pelos próprios banqueiros que “emprestaram” o dinheiro para a reconstrução. De facto, eles emprestam dinheiro a si mesmos, lucram de forma privada, enquanto afundam mais e mais as nações em dívida. Não têm que acreditar em mim. Estará mais informação sobre este assunto mais à frente no artigo.

[Até é um eufemismo dizer que são os contribuintes “americanos”, porque na verdade os contribuintes somos todos nós.]

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Reparem neste facto curioso. Esta “elite bancária” (Rothchilds, Rockerfeller, Morgan e etc.) está lentamente, mas sem duvida nenhuma, a estabelecer um banco central em todos os países. No ano de 2000 [antes do 11 de Setembro] havia sete países sem um Banco Central pertencente a este sistema:

  • Afeganistão;
  • Iraque;
  • Sudão;
  • Líbia;
  • Cuba;
  • Coreia do Norte;
  • Irão

Em 2003, os países sem um banco central eram:

  • Sudão;
  • Líbia;
  • Cuba;
  • Coreia do Norte;
  • Irão

Actualmente:

  • Irão;
  • Coreia do Norte;
  • Cuba

Coincidência?

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‘Oh, então o mundo tem uma dívida de 40 triliões? Por favor, diz-me com quem é que o mundo está em dívida?’

O que queria mostrar aqui é que a democracia e a dívida, de certa forma, andam de mão dada. Não vai há muito tempo que a democracia chegou à nossa nação. E é com um pormenor sobre a implantação da democracia portuguesa que termina esta primeira parte do artigo. Como eu referi, “crises politicas” fazem parte do cardápio de “coincidências” dos “Tios Billuminati”, e o nosso 25 de Abril, muito possivelmente, faz parte desse cardápio.

Retirado do “Centro de Documentação 25 de Abril” da Universidade de Coimbra:

«Dia 19 de Abril de 1974 – “Em Megève (França), na reunião anual do Clube de Bilderberg (…) a presença de Lunz nessa reunião poderá ter determinado o comportamento da NATO no “desenrolar  do golpe militar de Lisboa.”»

http://www1.ci.uc.pt/cd25a/wikka.php?wakka=PulsarAbril74

“Onde está o ouro dos cofres de Salazar?”

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Assim termina esta primeira parte do artigo. A quem ainda não viu o documentário sobre a reunião feita em Portugal em 1999, peço que o vejam antes de prosseguir para a leitura da próxima parte do artigo, e deixo-vos também um artigo que faz referência aos Bildenberg. [Curiosamente, segundo as estatísticas do blog, é o artigo mais visto.]

Quero também desabafar – se eu não aceitei autoridade sobre o que devia pensar ou acreditar, não pensem que estou aqui a querer impor-me sobre vocês. Como foi dito logo no inicio do artigo, não estamos à espera que acreditem em nós – esperamos, antes, que façam a vossa própria pesquisa. Vejam isto como uma oportunidade de quebrar a “rotina” psicológica da vida e de observar este ciclo de “crise, crise, desemprego, mais tragédias, mais medos” com uma perspectiva totalmente diferente que vem dar resposta a muitos dos nossos problemas diários. Não estão já fartos desta constante repetição que nos incutem? Já vão anos… todos os dias… repetição! Já vão anos… todos os dias… nenhuma explicação! Estamos limitados fisicamente… porque não temos dinheiro ou condições que nos permitam sair da rotina “local” do nosso dia a dia… mas é na rotina psicológica que esta gente nos quer. Em momento algum quero ou preciso que pensem como eu… mas que pensem! Está nas vossas mãos a escolha de: alargar os limites da percepção e da possibilidade de acontecimentos da realidade, ou esquecer isto tudo e voltar à limitação e repetição contínua de todos os ontens. Peço-vos desculpa em adiantado se em algum momento me sentiram como arrogante… que não tinha essa intenção… Para ser sincero, apesar de me apresentar aqui a “solo” estou longe de estar só neste percurso, até bem pelo contrário, tenho encontrado muitos membros da Família [Humana] e o quanto tivesse eu a dizer deles seria tudo o quanto de bom há para dizer, mas acima de tudo, são pessoas conscientes de que todos nós pisamos o mesmo chão e ninguém é mais do que ninguém. Falo isto porque há muito “boa” gente que se “aparenta” estar informada sobre este tipo de assuntos e apresentam-se com comportamentos agressivos e com incitações de violência – são ignorantes e a esses não lhes devo desculpa. De resto – sintam-se à vontade para enviar informação que comprove ou desminta as várias questões que aqui foram abordadas e para debater ideias! Antes de me “despedir” peço-vos, mais uma vez, que vejam o vídeo colocado abaixo – que escutem com atenção o que é dito, e que comparem com a informação que aqui receberam.

Documentários que insisto que vejam – antes de seguir a leitura para as partes seguintes:

Outros que simplesmente recomendo:

नमस्ते

‘A divindade em mim, reconhece e saúda a divindade em ti.’

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O Aviso [II]

[A informação desta parte do artigo terá de ser complementada numa parte posterior porque é precisa informação que não teria sentido se fosse já fornecida]

É importante compreender que a coisa mais lucrativa que pode acontecer para os banqueiros internacionais é a guerra, pois força o país a pedir ainda mais dinheiro emprestado ao Banco de Reserva Federal, com juros.

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Desde o início da Reserva Federal em 1913, que começaram alguma pequenas e grandes guerras. Em 1914, rompeu a guerra entre Inglaterra e Alemanha. O povo Americano nunca teve qualquer “envolvimento” com esta guerra, por sua vez o Presidente Wilson declarou a sua neutralidade. Sorrateiramente, a administração dos EUA procurava uma desculpa para poder participar. O coronel Edward House foi o principal conselheiro de Woodrow Wilson, um homem com fortes ligações com os banqueiros internacionais. Num registo de uma conversa entre o Coronel House, conselheiro de Woodrow, e o Sir Edward Grey, Secretário de Estado para os Negócios Estrangeiros da Inglaterra, sobre como levar os EUA para a guerra, Grey perguntou: “O que farão os americanos se os alemães afundarem um transatlântico com americanos a bordo?” House respondeu: “Eu creio que uma onda de indignação irá cobrir os EUA e isso, por si só, será suficiente para nos levar à guerra”.

[Dialética Hegeliana – muito resumidamente é: Criar um Problema – Controlar a Reacção – Oferecer a Solução]

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Assim, a 7 de maio de 1915, tal como na sugestão de Sir Edward Grey, o navio Lusitânia foi deliberadamente enviado para águas controladas pela Alemanha, onde se sabia que estavam os navios de guerra alemães. E, como esperado, os alemães atacaram o navio explodindo toda a munição armazenada nele, matando 1200 pessoas. Para se perceber a deliberada intenção desta estratégia, a embaixada alemã colocou avisos no New York Times (imagem em baixo), a dizer às pessoas que se embarcassem no Lusitânia, o fariam por sua conta e risco, e se tal navio navegasse da América para a Inglaterra através de zona de guerra, estaria sujeito a ser destruído. Por sua vez, e tal como se esperava, o ataque ao Lusitânia causou uma onda de revolta no povo americano e pouco tempo depois a América entrava na guerra.

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New York Times Lusitânia Warning

(Problema: Ataque ao navio Lusitânia| Reacção: Revolta e Indignação| Solução: América entrar na guerra)

A Primeira Grande Guerra Mundial causou 323 mil mortos entre os americanos. Rockefeller fez cerca de 200 milhões de dólares com ela, para não falar dos custos de guerra de 30 biliões de dólares à América, sendo que a maioria foi emprestado pelo Banco de Reserva Federal, com juros, aumentando os lucros dos banqueiros internacionais.

[Uma pausa aqui]

Extractos de um discurso de Benjamin H. Freedman [Vídeo e transcrição do discurso aqui]

“Aqui nos Estados Unidos, Sionistas e seus co-religiosos têm total controlo do nosso governo. Por muitas razões, muitas e muito complexas para entrar em detalhes aqui agora, os Sionistas e seus co-religiosos reinam os Estados Unidos como se eles fossem os monarcas absolutos deste país. Agora você pode dizer que esta é uma alegação muito ampla, mas deixe-me mostrar o que aconteceu enquanto nós estávamos desacordados.

(..)

Com dois anos a Alemanha tinha ganho a guerra: não só de forma nominal, mas ganharam realmente. Os submarinos Alemães que eram uma surpresa para o mundo, varreram toda a oposição do Oceano Atlântico. A Grã-Bretanha estava lá sem munições para os soldados, com suprimentos para uma semana – e após isso, fome.

(…)

Nem um único tiro foi desferido em solo Alemão. Nem um único soldado havia cruzado a fronteira dentro da Alemanha. E mesmo assim, a Alemanha oferecia à Inglaterra termos de paz. Eles ofereceram à Inglaterra paz negociada, no que os advogados chamam de status quo ante basis. Isto quer dizer: “Vamos cessar a guerra, e deixar que tudo volte a ser como era antes da guerra”. A Inglaterra, no verão de 1916 considerava a proposta – seriamente. Eles não tinham escolha. Era ou aceitar a paz negociada que a Alemanha generosamente oferecia, ou continuar a guerra e ser totalmente derrotada. Enquanto isto acontecia, os Sionistas na Alemanha, que representavam os Sionistas a Oeste da Europa, foram até o Escritório de Guerra Britânico e – eu vou ser breve porque é uma longa história, mas eu tenho todos os documentos que provam qualquer coisa que eu disser – eles disseram:

“Veja bem. Você ainda pode ganhar esta guerra. Você não tem que desistir. Você não tem que aceitar o acordo de paz oferecido pela Alemanha. Você pode ganhar esta guerra se os Estados Unidos entrarem como seu aliado.”

Os Estados Unidos não estavam na guerra nessa altura. Nós éramos fortes, nós éramos jovens; nós éramos ricos; nós éramos poderosos. Eles disseram à Inglaterra:

Nós iremos garantir a entrada dos Estados Unidos na guerra como seu aliado, para lutar com você ao seu lado, se você nos prometer a Palestina após você ganhar esta guerra.”

Em outras palavras, eles fizeram este acordo:

“Nós iremos trazer os Estados Unidos como seu aliado. O preço que você tem de pagar é a Palestina após vencer a guerra e derrotar a Alemanha, Áustria-Hungria, e Turquia.”

Agora, a Inglaterra tinha tanto direito de prometer a Palestina a qualquer um, quanto os Estados Unidos tinham de prometer ao Japão a Irlanda seja por qual razão for. É absolutamente absurdo que a Grã-Bretanha, que nunca teve nenhuma conexão ou interesse ou qualquer direito no que é conhecido como Palestina a oferecê-la como moeda para pagar os Sionistas pela entrada dos Estados Unidos na guerra. No entanto, eles fizeram esta promessa, em Outubro de 1916. E pouco após disto – Eu não sei quantos aqui se lembram disto – os Estados Unidos, que era quase que totalmente pró-Alemanha, entraram na guerra como aliado da Grã-Bretanha. Eu digo que os Estados Unidos eram quase totalmente pró-Alemanha porque os jornais aqui eram controlados por Judeus, os banqueiros eram Judeus, toda os meios de comunicação para massa neste país eram controladas por Judeus; e eles, os Judeus eram pró-Alemanha. Eles eram pró-Alemanha porque muitos deles vieram da Alemanha, e também queriam ver a Alemanha destruir o Czar, e eles não queriam que a Rússia ganhasse esta guerra. Estes Alemães-Judeus banqueiros, como Kuhn & Loeb e outras grandes firmas bancárias nos Estados Unidos  recusavam-se a financiar a França ou Inglaterra um dólar sequer. Eles ficaram de fora e disseram:

“Enquanto a França e Inglaterra estiverem juntos com a Rússia, nem um centavo!”

Mas eles puseram dinheiro dentro da Alemanha, eles lutaram ao lado da Alemanha contra a Rússia, tentando destruir o regime Czarista. Agora estes mesmos Judeus, quando viram a possibilidade de tomar a Palestina, foram até a Inglaterra e eles fizeram este acordo.

(…)

Os Sionistas em Londres entraram em contacto com os Estados Unidos, com Justice Brandeis, dizendo:

“Vá trabalhando no Presidente Wilson [envolvido na criação da Reserva Federal]. Nós estamos a conseguir da Inglaterra o que nós queremos. Agora vá trabalhar no Presidente Wilson e traga os Estados Unidos para a guerra.”

(…)

Não havia absolutamente nenhuma razão para a Primeira Guerra Mundial ser a nossa guerra. Nós fomos despejados nela – se eu posso ser vulgar, nós fomos sugados para dentro dela – esta guerra era meramente para que os Sionistas do mundo pudessem obter a Palestina. Isso é algo que o povo dos Estados Unidos nunca ficou a saber. Eles nunca souberam o porque nós entramos na Primeira Guerra Mundial.

(…)

Eles não sabiam se a guerra iria durar mais de um ano ou dez anos. Então começaram a elaborar uma receita. A receita tomou a forma de uma carta, que foi codificada numa linguagem bem encriptada para que o mundo não soubesse do que se tratava. E esta foi nomeada a Declaração de Balfour. A Declaração de Balfour era meramente a promessa da Grã-Bretanha de pagar aos Sionistas o que eles tinham em acordo para trazer os Estados Unidos à guerra. Então esta Declaração de Balfour, que você ouve tanto falar, é tão falsa quanto uma nota de três dólares.

(Pausa do discurso de Benjamin Freedman)

Declaração de Balfour

(Interessante ver a quem está dirigida)

Declaração de Balfour é uma carta escrita em 2 de Novembro de 1917 pelo então secretário britânico dos Assuntos Estrangeiros, Arthur James Balfour, enviada ao Lord Rothschild sobre sua vontade de conceder ao “povo judeu” uma facilitação de povoação da Terra de Israel caso a Inglaterra conseguisse derrotar o Império Otomano, que, até então, dominava aquela região.

Declaração de entrega da Palestina dirigida a ROTHSCHILD e à Federação Sionista

Declaração de entrega da Palestina dirigida a ROTHSCHILD e à Federação Sionista

Cronologia da perda de território da Palestina

Cronologia da perda de território da Palestina

Documentários sobre o conflito Israel-Palestina:
Ocupação 101/A Voz da Maioria Silenciada [Link Aqui] & Paz, Propaganda e Terra Prometida [Link Aqui]

(Continuação do discurso de Benjamin Freedman)

Agora, Nahum Sokolow, e todos os grandes líderes e grandes nomes que você leu sobre conexões com o Sionismo hoje, em 1919, 1920, 1921, 1922, e 1923 escreveram em todos os seus jornais – e a imprensa estava preenchida com seus dizeres – que o sentimento contra os Judeus na Alemanha era devido ao facto de que eles perceberam que a grande derrota foi causada por interferência Judaica na entrada dos Estados Unidos para a guerra. Os Judeus mesmo assumiram isto. (…) Não havia nenhum ressentimento religioso. Não havia ressentimento contra este povo nas crenças religiosas. Era totalmente político. Era económico  Não era nada religioso. Ninguém se importava na Alemanha se um Judeu ia para casa e fechava as cortinas e dizer “Shema’ Yisroel” ou “Nosso Pai”. Ninguém se importava na Alemanha tanto quanto ninguém se importa nos Estados Unidos. Agora este sentimento que se desenvolveu depois na Alemanha era devido a uma única coisa: os Alemães consideravam-nos culpados pela sua esmagadora derrota.

E a Primeira Guerra Mundial foi iniciada contra a Alemanha por nenhuma razão de sua responsabilidade. Eles não eram culpados de nada. Somente de serem bem-sucedidos.

(…)

Quando os Alemães entenderam que os Judeus eram responsáveis por sua derrota, eles naturalmente ressentiram. Mas nem um único fio de cabelo na cabeça de um Judeu foi tocado. Nem um único fio.

(…)

E a esta altura, vale notar, havia de 80 a 90 milhões de Alemães, e nós éramos somente 460.000 Judeus. Cerca de metade de um por cento da população da Alemanha eram Judeus. E mesmo assim eles controlavam toda a imprensa, e eles controlavam grande parte da economia pois eles vieram com dinheiro fácil quando o Marco estava desvalorizado e eles compraram praticamente tudo. Os Judeus tentaram segurar estes factos.

(…)

Pouco após, os Judeus do mundo organizaram um encontro em Amesterdão  Judeus de todos os países do mundo participaram neste encontro em Julho de 1933. E eles disseram para a Alemanha: “Vocês dispensem Hitler, e vocês coloquem cada Judeu no seu lugar anterior, tanto faz se ele for Comunista não importa o que. Vocês não podem nos tratar desta forma. E nós, os Judeus do mundo, estamos impondo um ultimato.” Então, o que nós Judeus fizemos?

Em 1933, quando a Alemanha se recusou a entregar na conferência mundial de Judeus em Amsterdão, a conferência desmanchou-se, e o Sr. Samuel Untermyer, que era director da delegação Americana e o presidente de toda a conferência, veio aos Estados Unidos e do barco para os estúdios da Columbia Broadcasting System e fez uma transmissão de rádio por todo os Estados Unidos que dizia:

Os Judeus do mundo agora declaram uma Guerra Sagrada contra a Alemanha. Nós estamos alistados num conflito sagrado contra os Alemães. E nós vamos vence-los pela fome. Nós, faremos uso de um boicote mundial contra eles. Isto irá destrui-los porque eles são dependentes em negócios de exportação.”

E isto é um facto de que dois terços do suprimento alimentar da Alemanha tinham de ser importados, e só podiam ser importados com ganhos da exportação. Então se a Alemanha não pode exportar, dois terços da população Alemã iria morrer de fome.

Havia lá nem o suficiente em alimento para mais de um terço da população. Agora nesta declaração, que eu tenho aqui, e que foi impressa no New York Times em 7 de Agosto de 1933, Sr. Samuel Untermyer ousadamente dizia isto “…este boicote económico é o nosso meio de defesa. O Presidente Roosevelt advogou seu uso na Administração de Recuperação Nacional,” no qual alguns de vocês se devem lembrar, onde todos tinham de ser boicotados a não ser que seguissem as regras estabelecidas pelo New Deal, e no qual foi declarado inconstitucional pela Corte Suprema desta época. Não menos, os Judeus do mundo declararam um boicote contra a Alemanha, e isto foi tão eficiente que não se podia encontrar nada em nenhuma loja do mundo com as palavras “produzido na Alemanha” nele.

(…)

Até este tempo, nenhum fio de cabelo na cabeça de um Judeu havia sido tocado na Alemanha. Não havia sofrimento, não havia fome, não havia assassinato, não havia nada. Naturalmente, os Alemães perguntaram-se, “Quem são estas pessoas para declararem um boicote contra nós e manter todo o nosso povo sem trabalho, fazerem as nossas indústrias ficarem paralisadas? Quem pensam eles que são para nos fazerem isto?” Eles naturalmente ressentiram. Certamente eles pintaram suásticas nas lojas dos Judeus. Porque deveria um Alemão dar o dinheiro para um vendedor que fazia parte do boicote que iria matar a Alemanha e fazê-la render-se para os Judeus do mundo, que iriam ditar quem iria ser seu premier ou chanceler? Bem, isto era ridículo. O boicote continuou por um tempo, mas não até 1938, quando um jovem Judeu da Polónia (Herschel Grynszpan) fora até a embaixada Alemã em Paris e atirara num diplomata Alemão, nesta, os Alemães realmente começaram a ser rígidos com os Judeus na Alemanha. E você encontrava-os então  a partir janelas e a brigar na rua e daí em diante. Agora eu não gosto de usar a palavra “Anti-Semitismo” porque ela não significa nada, mas mesmo assim significa algo para vocês, então eu terei de usar.

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A única razão que havia para um sentimento, na Alemanha, contra Judeus era porque eles eram responsáveis pela Primeira Guerra Mundial e pelo boicote mundial. Por último, eles também foram responsáveis pela Segunda Guerra Mundial, porque após isto sair do controlo, era absolutamente necessário para os Judeus na Alemanha agarrarem-se a uma guerra para ver qual deles iria sobreviver. Enquanto isto, eu tinha vivido na Alemanha, e eu sabia que os Alemães tinham decidido se a Europa iria ser Cristã ou Comunista: não havia meio-termo. E os Alemães decidiram que eles iriam mantê-la Cristã se possível. E eles começaram a rearmar-se. Em Novembro de 1933 os Estados Unidos reconheceram a União Soviética.

A União Soviética estava a tornar-se muito poderosa, e a Alemanha notou isto “A nossa vez vai chegar, a não ser que sejamos fortes.” O mesmo que nós neste país dizemos hoje, “A nossa vez vai chegar logo, a não ser que sejamos fortes.” O nosso governo gasta 83 ou 84 biliões de dólares em defesa. Defesa contra quem? Defesa contra 40.000 pequenos Judeus em Moscovo que tomaram a Rússia, e então, no seu jeito diabólico, tomaram controlo de muitos outros países do mundo.

Pois este país está a beira de uma Terceira Guerra Mundial, da qual não se pode erguer um vencedor, é algo que estagna minha imaginação.

(…)

Com o que nos deparamos agora? Se nós iniciarmos uma guerra mundial, agora que se pode transformar numa guerra nuclear, a humanidade está acabada. Porque tal guerra teria de acontecer? Ela acontecerá enquanto a cortina subir no Acto 3: Acto 1 foi a Primeira Guerra Mundial, Acto 2 foi a Segunda Guerra Mundial, Acto 3 será a Terceira Guerra Mundial. Os Judeus do mundo, os Sionistas e seus co-religiosos em todo lugar, estão determinados de que vão usar novamente os Estados Unidos para ajudá-los permanentemente a manter a Palestina como sua estaca para seu governo mundial. Isto é tão verdade quanto eu estou de pé aqui. Não só li isso, mas muitos aqui leram isto, e é sabido em todo o mundo. O que nós iremos fazer? A vida que você salva pode ser a do seu filho. Os seus filhos podem estar a caminho da guerra hoje; e você não sabe mais do que sabia em 1916 quando em Londres os Sionistas fizeram este acordo no Escritório de Guerra Britânico para enviar seus filhos para guerra na Europa. Você sabia disto na época? Nem uma única pessoa nos Estados Unidos sabia disto. A você não era permitido saber. Quem sabia disto? O Presidente Wilson sabia. Coronel House sabia. Outros de dentro sabiam.

E eu sabia? Eu tinha uma boa noção do que estava a acontecer: Eu era interveniente para Henry Morgenthau, na campanha de 1912 quando o Presidente Wilson foi eleito, e havia discussões no escritório. Eu era o “homem confidente” para Henry Morgenthau, que era director do comité de finanças, e eu era interveniente entre ele e Rollo Wells, o tesoureiro. Então eu sentava-me nestes encontros com Presidente Wilson sentado à ponta da mesa, e todos os outros, e eu ouvia-os a martelar na cabeça do Presidente Wilson a graduada taxa de impostos e o que tinha sido feito da Reserva Federal, e eu ouvia-os doutrinando-o com o movimento Sionista.

(…)

Quais são os factos sobre os Judeus? Eu os chamo de Judeus para vocês, pois eles são conhecidos como Judeus. Eu não os chamo de Judeus. Eu me refiro a eles como tão-conhecidos Judeus, porque eu sei o que eles são.

(Fim de referência ao Discurso Benjamin Freedman)

[Vejo esta última declaração de Benjamin como muito importante. Pessoalmente, também partilho da opinião dele. As “pessoas” em questão são muito conhecidas como “judeus” mas não acredito que o sejam, nem penso que estas pessoas vejam o mundo do mesmo modo que nós o vemos, eles são banqueiros internacionais, não têm nenhum patriotismo, e dizerem-se “judeus” é uma máscara que incorpora o anti-semitismo como uma “arma de defesa”. Estou muito convencido do que declaro aqui, porque na verdade o que penso estar em causa é o Sionismo político e não os judeus, porque muitos dos “judeus” na realidade são opositores ao Sionismo. Não esqueçam a Declaração de Balfour, a entrega da Palestina à Federação Sionista dos Rothschild. – [antes da criação de Israel]]

A 7 de Dezembro de 1941, o Japão atacou a frota americana de Pearl Harbor, garantindo a entrada americana na guerra. O presidente Franklin D. Roosevelt declarou que o ataque foi “um dia que irá perdurar na infâmia”. Um dia de infâmia de facto, mas não por causa do alegado ataque surpresa em Pearl Harbor. Após 60 anos desvendando informações, é óbvio que o ataque a Pearl Harbor não só já era conhecido com semanas de antecedência, como foi também inteiramente desejado e provocado. Roosevelt, cuja família tinha sido banqueira em Nova York desde o século XVIII, cujo tio Fredrik fazia parte da comissão da Reserva Federal, foi, mais uma vez, muito conveniente aos interesses dos banqueiros internacionais, e o seu interesse era entrar na guerra.

Numa página do diário do Secretário de Guerra de Roosevelt, Henry Stimson, de 25 de Novembro de 1941, está escrita uma conversa que ele teve com Roosevelt: “a questão era como nós iríamos fazer para que atirassem primeiro… Era desejável certificar que fossem os japoneses a fazê-lo para que não restassem dúvidas sobre quem eram os agressores”.

Nos meses que se seguiram ao ataque de Pearl Harbor, Roosevelt fez quase tudo ao seu poder para enfurecer os japoneses, mostrando uma postura de agressão. Parou toda a exportação de petróleo americano para o Japão, congelou todos os recursos japoneses nos EUA, fez empréstimos públicos à China nacionalista e forneceu ajuda militar aos ingleses, ambos inimigos do Japão nesta guerra. E a 4 de Dezembro, três dias antes do ataque, os serviços secretos australianos informaram Roosevelt sobre um batalhão do exército japonês que se movia em direcção a Pearl Harbor. Roosevelt ignorou.

Assim como esperado e permitido, em 7 de Dezembro de 1941, o Japão atacou Pearl Harbor, matando 2.400 soldados. Antes de Pearl Harbor, 83% dos americanos não estavam minimamente envolvidos na guerra. Depois de Pearl Harbor, um milhão de homens voluntariaram-se para a guerra.

(Problema: Ataque a Pearl Harbor – Reacção: Indignação – Solução: América entrar na guerra)

É importante frisar que o esforço de guerra da Alemanha Nazi foi, na maioria, suportado por duas organizações, uma das quais chamada I. G. Farben que produziu 84% dos explosivos da Alemanha, e até o Zyklon B usado nos campos de concentração para matar milhões de pessoas. Um dos parceiros na América do I. G. Farben, do qual não se falava, era a Standart Oil Company de J. D. Rockefeller. A Força Aérea Alemã nem conseguiria operar sem o aditivo especial patenteado pela Rockefeller Standart Oil. O drástico bombardeio de Londres pela Alemanha Nazi, por exemplo, foi possível devido à venda de 20 milhões de dólares em combustível à I. G. Farben pela Rockefeller Standart Oil. Este é apenas um pequeno exemplo sobre como os EUA financiaram ambos os lados da Segunda Grande Guerra.

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Outra organização traidora que vale a pena mencionar é a Union Banking Corporation de Nova Iorque. Não somente financiou inúmeros aspectos da subida de Hitler ao poder, e forneceu equipamentos durante a guerra, como também foi um banco de lavagem de dinheiro nazi. A Union Banking Corporation de Nova Iorque acabou por ser apreendida pelo acto de negociar com o inimigo e adivinhem quem era Director e Vice-presidente dela? Prescott Bush, avô de George W. Bush!

Durante a Segunda Guerra Mundial, ambos os lados do conflito foram financiados pelos próprios Banqueiros Privados, que emprestaram cada dólar, para financiar a guerra de cada país, com juros. Nos anos seguintes, as pessoas comuns de ambos os lados passaram por grandes dificuldades e sofrimento. A Segunda Guerra Mundial custou mais de 50 milhões de vidas e quando acabou, cada país participante acabou com um gigantesca dívida aos bancos, e claro, foram sempre as pessoas que pagaram o preço, através de aumento de impostos, mais horas e piores condições de trabalho. Quem se beneficiou?

JD Rockefeller ficou em casa e lucrou mais de 200 milhões de dólares. Para banqueiros internacionais nada há de mais lucrativo do que a guerra, e quando é levado em consideração que estes mesmos Banqueiros Internacionais controlam agora todas as mídias principais, que têm laços com todos os principais quartéis petrolíferos, negociantes de armas, financiam todos os principais partidos políticos e controlam as moedas de todas as nações ocidentais, será alguma surpresa que o mundo esteja sempre em constante guerra e conflito?

Vejam o vídeo

Nos meses seguintes à Segunda Guerra Mundial, uma quantidade de membros proeminentes da infraestrutura central Nazi de Hitler foram da Alemanha para a América numa operação conjunta documentada, realizada com o Vaticano (quando já se estavam a ultimar os preparativos para o julgamento por crimes de guerra), conhecida como Operação “Paperclip” [Já foi referida aqui esta operação na primeira parte do artigo], esta moveu tanto quanto 80 criminosos de guerra Nazi, que tinham posições chave no império de Hitler e tinham conhecimento detalhado da “máquina de guerra” Nazi, levada para a América. Essas pessoas incluíram figuras tais como Klaus Barbie (oficial da SS nazi, conhecido pela brutalidade com que torturava os seus prisioneiros, o que lhe rendeu o epíteto de carniceiro de Lyon ou o açougueiro de Lyon. Foi um dos responsáveis operacionais pelo Holocausto), junto com numerosos cientistas que foram todos levados para os Estados Unidos, supostamente para auxiliar o Governo em operações de espionagem contra a Rússia e para auxiliar no programa Espacial dos EUA.

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Muitos desses homens receberam cargos consultivos em áreas que lidavam com segurança doméstica e internacional e foi um destes painéis consultivos que deu nascimento ao National Security Council (Conselho de Segurança Nacional) que então criou o Council on Foreign Relations e seu músculo, a CIA e logo após a criação destas organizações, veio a criação da Organização das Nações Unidas.

CFR: Conselho de Relações Estrangeiras – Localizado em Nova Iorque, ele “aconselha” os regimes políticos dos Estados Unidos. A missão do CFR é: “ [providenciar] recursos para os seus membros, oficiais do governo, executivos de negócios, jornalistas, educadores e estudantes, lideres cívicos ou religiosos, e outros cidadãos interessados, de forma a ajudar a melhor compreender o mundo e escolhas de politicas externas face os Estados Unidos e outros países.” O CFR mantém um think thank (grupo de pensadores) chamado “Programa de Estudo David Rockefeller”. A entidade foi fundada por David Rockfeller.

Nações Unidas – classificada como a, suposta, solucionadora de conflitos mundiais, foi criada para, supostamente, manter a protecção e segurança das pessoas e para assegurar que algo tão hediondo como a Segunda Guerra Mundial jamais pudesse acontecer outra vez. A verdade é que o mundo desde então, não tem visto mais do que um contínuo fluxo de guerras. O facto, é que desde a formação do NSC, da CIA, do CFR e subsequentemente da ONU em 1947, o planeta presenciou 258 conflitos, facto de que são mais guerras do que toda a história escrita anteriormente a este ponto. Porquê será?

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O terreno onde está sediada as Nações Unidas, foi comprado e doado pela família Rockefeller

Sempre que uma dessas guerras surgiu, normalmente numa área que nunca teve conflitos antes, aconteceu sempre de uma forma que convidava a intervenção ocidental e de todas as vezes a mídia contou que essa intervenção era para assegurar a paz.

Para fazer a Paz usamos a Guerra, Paz vem da Guerra, Guerra traz Paz, Guerra é Paz. É dupla-fala. Se se quer paz com outra nação, não se entra em guerra com ela, “entra”-se em Paz com ela. Trabalha-se para ganhar um entendimento reciproco e ajudam-se uns aos outros, não vão e matam os filhos uns dos outros, nem pegam dinheiro emprestado do mesmo banco com juros para fazer isso. Notavelmente, nenhuma das áreas onde a intervenção militar ocorreu, tornou-se realmente pacifica de novo, cada uma delas fica num estado de tensão cautelosa, cuidadas por “guardiões da paz”, e continuam a funcionar num estado de sofrimento humano e como outra interminável fonte de renda para os banqueiros internacionais.

Em 1947, assim que a CIA foi formada, rapidamente se espalhou mundialmente, montando bases de operações fixas em quase todos os países da Terra. E desde então, que tem trabalhado com o seu homologo Israelense, o MOSSAD (é o serviço secreto do governo de Israel, com sede em Tel Aviv. Entre as suas funções está o contra terrorismo e a espionagem.), a CIA conseguiu enfraquecer Nações desde dentro, usando operações de falsa bandeira, propaganda e terrorismo. As evidências desta declaração ficam claras se pesquisarem um pouco sobre a “Operação Northwoods”, a qual não vou expor aqui dada a vasta documentação existente deste caso.

Documentários muito bons sobre outras operações da CIA [Ambos sem legendas]:

Por favor, entenda que estas organizações foram criadas por recomendação de Nazis de alto nível, foram fundadas e operam sob princípios Nazis. Desde então que a CIA se tornou o traficante de drogas e carga humana número um do mundo. Eles têm recursos ilimitados, tanto financeiramente como militarmente, e não respondem a ninguém.

No final da Segunda Guerra, o Reich não se rendeu, a Alemanha é que o fez, o Reich simplesmente saiu de cena e desapareceu. A verdade é que o Reich foi controlado e financiado por Banqueiros Europeus desde o início e no final da guerra simplesmente o moveram para a América e assim continuou a funcionar e ao longo dos últimos 60 anos, infiltrou-se em todos os níveis importantes dos governos, nas indústrias e nas mídias e continua a espalhar-se gradualmente por todo o globo.

Relembrando George Carlin: «Esqueça os políticos, eles são irrelevantes, os políticos são a impressão de liberdade de escolha, que você não tem. Nós temos um dono, eles possuem-nos. Eles são donos de tudo. Eles são donos de toda a terra importante. Eles são donos e operam corporações que pagaram pelo senado, congresso, têm os juízes nos seus bolsos, são donos de todas as grandes mídias, eles controlam praticamente toda a informação que nós recebemos.»

No final da década de 70, um plano foi posto em acção pela CIA: treinar guerreiros islâmicos no Afeganistão, na guerra contra a Rússia (guerra afegãsoviética), numa nova forma de pensamento radical Islâmico. O conceito era ensinar aos Mujahadeen que os russos não estavam só a atacar o seu país, mas também a sua fé. Durante esse período, um grande número de mercenários foi ao Afeganistão para ajudar no esforço em grandes campos de treino, montados e operados pela CIA.

O homem escolhido para liderar os mercenários, pela CIA, foi um tal Osama Bin Laden, que recebeu o nome código de Tim Osman (faça Google neste nome), que foi usado em viagens para Washington para pedir fundos. A viagem foi feita pelo menos em duas ocasiões por Bin Laden. Durante esse período, a CIA ensinou essa nova forma de pensamento Islâmico radical e dispôs treino terrorista para centenas de milhares de guerreiros Islâmicos, que muito cuidadosamente manteve uma base de dados de todas as pessoas que eles treinaram. O nome árabe para esta base de dados terrorista é: Al Qaeda.

Vice magazine from 1994 – What is al-qaeda

Vice magazine from 1994 – What is al-qaeda

Difícil de acreditar?

Preocupada com essa nova forma de Islamismo Radical e a grande quantidade de guerreiros que a CIA estava a converter, a Primeira-ministra Paquistã, Benazir Bhutto, escreveu para o Director da CIA e avisou abertamente na carta, dizendo: “Vocês estão a criar um Frankenstein”. Claro que os avisos não foram acatados, porque uma rede radical de extremistas era exactamente o que a CIA queria criar desde o começo. Note, por favor, que sem essa rede radical de terroristas esta longa “guerra contra o terrorismo”, nunca teria sido possível.

Em Setembro de 2000, uma nova rede de “pensamento conservativo” chamada de “Project For the New American Century” (Projecto Para o Novo Século Americano) (P.N.A.C.) redigiu um documento chamado “Rebuilding America´s Defences” (Reconstruindo as Defesas Americanas). Escrito neste documento está um plano para o domínio absoluto, ar, terra, mar, espaço, a internet, tudo. Neste documento foi dito: “O processo de transformação, mesmo que traga Mudança Revolucionária, será provavelmente demorado, na falta de um evento catastrófico e catalisador, como um novo Pearl Harbor.”

A América teve o seu “Novo Pearl Harbor”, 11 de Setembro, e o Plano P.N.A.C. foi posto em acção. Coincidência? Um ano depois que George W. Bush ganhou a eleição, na mais disputada eleição da história dos EUA, muitos membros proeminentes do P.N.A.C., ganharam posições na sua administração.

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Steve Jackson – inventor do RPG “Illuminati: A Nova Ordem Mundial”, lançado em 1995

Vejam o vídeo [Sem Legendas]

Para quem não entende inglês – pontos [que realço] do vídeo:

  • “A Clean Break: A New Strategy for Securing the Realm” aka “ABC Doc”, criado em Israel no IASPS;
  • O PNAC (Projecto Para o Novo Século Americano) Reconstruindo as Defesas Americanas é essencialmente uma duplicação do ABC Doc;
  • Os autores do ABC Doc escreveram o “Reconstruindo as Defesas Americanas”
  • Promoção da ideia de que “o Islão é perigoso”;
  • Promoção da ideia de que a América deve defender o estado de Israel;
  • Michael Chertoff – o homem por detrás da investigação do 11 de Setembro – israelita americano (dupla-cidadania);
  • A família de Chertoff foi uma das fundadores do estado de Israel;
  • Chertoff – autor do Acto Patriota;
  • Israel é autor do PNAC e do Patriot Act, e controlador também dos “campos” da FEMA.

Então quando aconteceu o 11 de Setembro, quem se beneficiou?

11 de Setembro – Problema: O ataque às torres; Solução: entrar em guerra com o Afeganistão. Depois contra o Iraque: mais 10 000 CIVIS mortos, não encontraram as armas tão aclamadas, e não deram uma única justificação

A administração Bush ganhou um cheque em branco para tomar controlo dos campos de papoila Afegãos, os campos de petróleo Iraquianos e a rica, em petróleo e gás natural, Bacia do Mar Cáspio. Todo o protesto contra as invasões dos dois países, foi esmagado antes mesmo de começar.

Quando o atentado em Londres, a 7 de Julho, ocorreu… de novo: Quem se beneficiou?

O suporte à guerra no Iraque não tinha limites. O Governo Blair assegurou um grande aumento em fundos policiais e militares, e também instalou milhares de câmaras de segurança por toda a Inglaterra.

O Bombardeio de Bali… a meio de grandes protestos contra a guerra na Austrália. Quem se beneficiou?

O primeiro-ministro Australiano Jonh Howard recebeu um gigantesco impulso na sua popularidade. A Policia Australiana tornou-se a policia local de toda a região Australásia (é a região que inclui a Austrália, a Nova Zelândia, a Nova Guiné e algumas ilhas menores da parte oriental da Indonésia) e ambos os poderes militares (Australianos e Indonésios) receberam um gigante aumento nos seus fundos. Quem se beneficiou?

Como pode ser visto claramente examinando as evidências, nos três casos, é que cada um destes aclamados ataques terroristas parece uma operação de falsa bandeira.

Exemplo de uma operação de bandeira falsa realizada para obter pretexto para entrar numa guerra – Em Agosto de 1939 deu-se o Incidente de Gleiwitz. Este foi um ataque forjado contra a estação de rádio Sender Gleiwitz, em Gleiwitz, Alemanha (a partir de 1945, Gliwice, Polónia). Este ataque foi parte de uma série de provocações realizadas pela operação Himmler, um projecto da SS Nazi para criar a aparência de um ataque provocado pelos Polacos e utilizado como justificação para a invasão da Polónia. A informação sobre todos estes casos existe, está em domínio público. Façam a pesquisa.

Uma grande parte dos fundos da Al Qaeda vem da I.S.I. Paquistã, e ainda vêm, e a ISI é uma ala admitida e financiada da CIA.

Wikipédia – Inter-Services Intelligence [Link Aqui]

I.S.I. – Inter-Services Intelligence – é a primeira agência de inteligência do Estado do Paquistão, operacionalmente responsável pelo fornecimento de segurança nacional crítica e de avaliação de inteligência para o governo do Paquistão. O ISI é o maior dos três serviços de inteligência do Paquistão, sendo os outros Intelligence Bureau (IB) e Inteligência Militar (MI). Anteriormente, no século 20, o trabalho e as actividades do ISI incluiu o apoio do mujahideen do Afeganistão, no então Afeganistão comunista, contra a União Soviética na sua guerra contra os mujahideen (em conjunto com a Agência Central de Inteligência e seus aliados).

Governo dos EUA – Durante a Guerra Fria, o ISI ea CIA trabalharam em conjunto para enviar aviões de espionagem para a União Soviética. O ISI e a CIA também trabalharam em conjunto durante a Guerra Soviética-Afegã apoiando grupos de guerra como de Gulbuddin Hekmatyar Hezb-i Islami e Jalaluddin Haqqani, líder da rede Haqqani.

Alguns relatam que o ISI e a CIA intensificaram a cooperação no rescaldo dos ataques do 11 de Setembro para matar e capturar altos líderes da Al-Qaeda, como Sheikh Younis Al Mauritan e Khalid Shaikh Mohammed (o suposto “arquitecto” dos ataques de 9/11, que residia no Paquistão) . Paquistão afirma que no total cerca de 100 líderes de nível superior / operadores da al-Qaeda foram mortos / presos pelo ISI.

Osama Bin Laden tem sido um agente da CIA desde início e quando os EUA decidiram ir atrás do Bin Laden eles utilizaram o nome da base de dados da CIA como organização terrorista: Al Qaeda = Bases de Dados (em árabe).

Então o que é esta guerra contra o terrorismo?

Pensem sobre isto: Há alguns anos atrás vocês tinham alguma vez ouvido falar sobre a Al Qaeda? Então porque de repente todo o desastre do mundo era culpa da Al Qaeda? E se a culpa é mesmo deles, quem os criou?!

Vejam o vídeo

Estão o ver o quanto é fácil para “ELES” criar esta mentira simplesmente controlando a mídia? E enquanto as pessoas estão distraídas e a viver com medo do terrorismo a aplicação da lei internacional nas fronteiras tem sido destruída lentamente. No entanto, é preciso também perceber que não é a América, como Nação, que está a fazer isto acontecer. O Governo americano foi usurpado, nós vimos nos mídia que G. W. Bush, pouco a pouco subverteu praticamente toda a Constituição, a favor das pessoas que estão por detrás de tudo isto, pessoas essas que estão estabelecidas globalmente, e Washington é apenas o grande poder militar.

Vejam o vídeo

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Vejam o vídeo [Sem Legendas]

  • Navio americano USS Liberty propositadamente atacado por um ataque aéreo e por navios torpedos provenientes de Israel;
  • Este evento é o único momento da História em que a América é atacada e não retalia;
  • Demonstração do poder de Israel sobre os Estado Unidos.

No dia do 11 de Setembro, um residente de Jersey City denunciou o comportamento suspeito de um grupo de homens que pareciam celebrar enquanto filmavam a destruição daquele dia. Os mídia inicialmente falaram nestes homens, que teriam sido detidos por volta das 16:30 e que supostamente eram Árabes. Estes homens eram de facto Israelitas. O FBI já tinha detido outros grupos Israelitas antes e depois do 11/9/2001, concluindo que alguns faziam parte de um “grupo organizado de recolha de informações” criado para “penetrar nas instalações do Governo”.

Os 5 Israelitas foram detidos por “comportamento suspeito” relacionado com os ataques ao WTC. Foram vistos por 1 vizinho enquanto filmavam as Torres do telhado do edifício onde trabalhavam em New Jersey, enquanto gritavam de uma forma interpretada como “um choro de alegria”. Um dos homens foi apanhado com $4700 escondidos na meia, outro tinha 2 passaportes. Os investigadores disseram que estes homens pareciam saber, com antecedência, que os ataques iam acontecer. Mais tarde o FBI conclui que pelo menos 2 eram agentes da Mossad e que todos estavam numa missão de vigilância da Mossad. O FBI soltou-os 71 dias depois da detenção. Os seus nomes foram mais tarde divulgados: Sivan e Paul Kurzberg, Oded Ellner, Omer Marmari e Yaron Shmuel.

Documentários que sugiro:

Apesar deste artigo dar a tendência de que as figuras por detrás destes eventos são os “judeus”, eu deixei a minha posição bem clara em relação a esta situação. Nos artigos vindouros poderão ver evidências da minha posição.

नमस्ते

‘A divindade em mim, reconhece e saúda a divindade em ti.’

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O Aviso [III]

Esta parte, é apenas uma pesquisa que fiz há uns anos atrás depois de ter assistido os documentários “Iraque À Venda” [Link Aqui] e “As Regras da Guerra Mudaram” [Link Aqui], e recomendo que os vejam, se ainda não os viram. Não se pode falar hoje na guerra do Iraque sem que se fale nas Empresas Militares Privadas, empresas estas, como poderão ver, formadas por mercenários.

Mercenário (do latim mercenariu, de merce=comércio) é o nome pelo qual é chamado aquele que trabalha por soldo ou pagamento. O termo designa, especificamente, os soldados que lutam objectivando o pagamento ou a divisão dos despojos, sem ideias ou fidelidade a um estado ou nação.

Direito Internacional

O Iº Protocolo adicional (de 8 de Junho de 1977) da 4ª Convenção de Genebra de 12 de Agosto de 1949, no Artigo 47, não reconhece ao mercenário os direitos dos prisioneiros de guerra.

Artigo 47 – Mercenários

1. Um mercenário não possui direito ao estatuto de combatente ou de prisioneiro de guerra;

2. Pelo termo mercenário entende-se qualquer pessoa:

  • a) que seja propositadamente recrutada, localmente ou no estrangeiro, para combater em conflito armado;
  • b) que de facto tome parte directa nas hostilidades;
  • c) que tome parte nas hostilidades motivado pelo desejo de adquirir lucro pessoal, e para o qual recebeu a promessa, por uma das partes em conflito ou em seu nome, de remuneração material claramente superior àquela prometida ou correspondente em grau e funções similares nas forças armadas desta mesma parte;
  • d) que não seja cidadão de uma parte em conflito, nem residente de um território controlado por uma parte do conflito;
  • e) que não seja membro das forças armadas de uma parte em conflito; e
  • f) que não tenha sido enviado por um Estado não-parte em conflito, em missão oficial como membro das forças armadas deste mesmo Estado.

– Ao contrário dos soldados regulares, que ficam ao abrigo do estatuto de prisioneiro de guerra, os mercenários são considerados presos de delito comum.

Companhias (Empresas) Militares Privadas

https://en.wikipedia.org/wiki/Private_military_company

As empresas de militares ou seguranças privadas prestam serviços militares e de segurança. Estes combatentes são mais conhecidos como mercenários, apesar de se referirem a eles como seguranças contratados, militares privados contratados, ou mesmo como Corporações Militares Privadas, Firmas Militares Privadas. Estas empresas, no que toca a negócios dizem-se Indústrias Militares Privadas, numa tentativa de não se associarem com o termo MERCENÁRIO.

As CMP são similares às forças militares e policias dos Governos. Mas estes combatentes são combatentes sem lei, ao contrário dos soldados regulares, que ficam ao abrigo do estatuto de prisioneiro de guerra, os mercenários, são considerados presos de delito comum; O Iº Protocolo da 4ª Convenção de Genebra de 12 de Agosto de 1949, no Artigo 47, não reconhece ao mercenário os direitos dos prisioneiros de guerra. A “Military Commissions Act of 2006” também conhecida como “HR-6166” assinada pelo presidente George W. Bush em 17 de Outubro de 2006, a Lei de Comissão Militar, sancionada em Outubro, estabelece as directrizes para o tratamento de supostos terroristas e para o funcionamento dos tribunais militares para julgá-los. Entre outras questões, esta lei permite que os acusados sejam julgados por tribunais militares, restringe o acesso às provas de acusação aos réus e seus advogados, e permite ao presidente dos Estados Unidos interpretar o significado e o âmbito de aplicação das Convenções de Genebra, podendo considerar qualquer pessoa um “combatente inimigo ilegal”, ou seja, uma pessoa envolvida com hostilidades contra os Estados Unidos que não seja um membro regular de um exército oponente, que poderá ser investigada por agentes de inteligência e presa por tempo indeterminado, sem ter direito a qualquer recurso legal.

P. W. Singer, autor, “Corporate Warriors: The Rise of the Privatized Military Industry” afirma que, em termos geográficos estas “empresas” operam em mais de 50 países. Em 1990 costumava haver 50 tropas por cada militar privado (mercenário) contratado, mas actualmente o rácio é de 10 para um. Estes contratados têm um número de serviços dependente de quem os contrata. Por exemplo, no “desenvolvimento” de países que têm recursos naturais, como refinarias no Iraque, estão contratados para guardar a área. Basicamente são contratados para guardar empresas que contratem os seus serviços. Por exemplo a General Eletrics ou a Standard Oil.

[Uma pausa nas Empresas Militares Privadas]

 “The Bushes’ ties to John D. Rockefeller and Standard Oil go back 100 years”

“Os laços da Família Bush com John D. Rockefeller e a Standard Oil já vêm de há cem anos atrás”

[Retirado do livro “A Tirania do Petróleo” – Antonia Juhasz]

  • Da Primeira Guerra Mundial até 1973, mais ou menos, as companhias petrolíferas britânicas, francesas e norte-americanas eram donas do petróleo iraquiano e controlavam-no sob o sistema de concessão. Em troca de um contrato, que duraria até ao ano de 2000, que dava às empresas a posse e o controlo do petróleo iraquiano, o governo iraquiano receberia pagamentos de royalties sobre a venda do petróleo. Após a Primeira Guerra Mundial, a Anglo Persian Oil Company (BP), a Shell, a Compagnie Française des Petroles (Total), a Standard Oil de New Jersey (Exxon), a Standard Oil de New York (Mobil), a Gulf (Chevron), a Standard Oil of Indiana (BP) e a Atlantic Refining Company (BP) assumiram controle do petróleo do Iraque e o mantiveram por quarenta anos. Em 1958, um golpe de Estado, com apoio popular, liderado pelo general Abdul Karim Qasmim, derrubou a monarquia iraquiana estabelecida pelos britânicos. Qasmim converteu-se num herói nacional quando quase nacionalizou o petróleo iraquiano, somente por ser derrubado por um golpe de Estado apoiado pela CIA, alguns anos mais tarde. O golpe de 1963 levou o partido anti-comunista Baath ao poder, atrasando a nacionalização das propriedades iraquianas das Big Oil por outros vinte anos. Em 1973, o Iraque nacionalizou totalmente o seu petróleo e expulsou as empresas estrangeiras.
  • Rejeitadas pelo Iraque, as petrolíferas norte-americanas voltaram a concentrar esforços no Irão, até que esse país também nacionalizou totalmente o seu petróleo, em 1979. Como descrito em “The Bush Agenda” – as Big Oil expulsas do Irão – mas com o apoio dos governos de Ronald Reagen e George H. W. Bush, voltaram para o Iraque.
  • Ao tomar posse, em 1981, o presidente Reagan imediatamente começou a cortejar Saddam Hussein, o novo presidente iraquiano. A União Soviética tinha invadido o Afeganistão dois anos antes, ameaçando as fontes de petróleo dos Estados Unidos no Médio Oriente. Hussein, tendo iniciado uma guerra muito onerosa contra o Irão, em 1980, estava ansioso pelo apoio norte-americano. Sem demora, Reagan retirou o Iraque da lista dos países que apoiavam o terrorismo, o que qualificou o Iraque a uma grande variedade de negócios e créditos. Reagan, em seguida, reatou relações diplomáticas e económicas com o Iraque, em 1984.
  • As petrolíferas norte-americanas, sob a rubrica do US-Iraq Business Forum, cujos membros incluíam representantes da Texaco, Exxon, Mobil, Hunt Oil e Kissinger Associates, que representavam as empresas de petróleo, e outros clientes corporativos, fizeram lobby em ambos os governos para incrementar o acesso das Big Oil no Iraque. (…) As empresas de serviços em petróleo, como a Halliburton, ganharam contratos para comercializar o petróleo iraquiano.
  • Após tomar posse, em 1989, o presidente George H. W. Bush e o secretário de Estado James A. Ba Baker III começaram a trabalhar em favor da expansão das relações dos Estados Unidos com Hussein. Bush foi o primeiro homem da indústria do petróleo a tornar-se presidente dos Estados Unidos e Baker foi o primeiro homem da indústria do petróleo a tornar-se secretário de Estado. Os esforços a favor dos negócios norte-americanos no Iraque foram extensivos, mas, no final de contas, o sucesso foi limitado. As companhias petrolíferas norte-americanas continuaram a comercializar o petróleo iraquiano, mas Hussein nunca permitiu que elas tivessem acesso ou controlassem o petróleo no subsolo do Iraque. Além disso, o compromisso mais amplo de Hussein com o governo dos Estados Unidos foi enfraquecendo em diversas frentes à medida que a sua própria estabilidade financeira se agravava e suas ambições regionais cresciam. A utilidade de Hussein para os Estados Unidos estava a chegar ao fim.
  • Por oitenta e cinco anos, as companhias petrolíferas norte-americanas e o governo dos Estados Unidos negociaram um tango incómodo, para trás e para a frente, entre o Iraque e o Irão – os países com a segunda e a terceira maiores reservas mundiais de petróleo. As reservas do Iraque são estimadas em 115 biliões de barris, cerca de 10% da oferta mundial. A Energy Intelligence Research, responsável pelas publicações Oil Daily e Petroleum Intelligence Weekly, estima as reservas iraquianas até 300 biliões de barris a 400 biliões de barris. Se isso estiver correto, as reservas do Iraque são maiores que as da Arábia Saudita. As do Irão são estimadas em 130 biliões de barris, cerca de 12% da oferta mundial.

Standard Oil foi fundada pelos Rockefeller; David Rockefeller criou a Comissão Trilateral, onde o Japão e a União Europeia dão suporte para os EUA. Além desses dois países, os EUA contam com o CFR (Council on Foreign Relations) que lhe dá suporte na política externa.

  • Comissão Trilateral – é uma organização internacional privada que congrega cerca de 325 personalidades líderes em diversas áreas de actividade – empresarial, política, académica e imprensa – provenientes das três maiores regiões industrializadas do mundo: América do Norte, Japão e Europa. Fundada em 1973 por David Rockefeller, a organização visa promover a internacionalização dos negócios e aumentar a competitividade global das economias. A comissão trilateral tem 3 presidentes regionais que se apoiam em 3 directores regionais e no Comité Executivo, composto por 36 indivíduos. Tem escritórios em Nova Iorque, Paris e Tóquio e divide-se em 17 núcleos nacionais: 14 países europeus formam um lado, os Estados Unidos e o Canadá formam outro e o Japão o terceiro. O lado europeu é composto por 150 membros: 20 representantes para a Alemanha, França, Itália e Reino-Unido, 14 para a Espanha, 9 para a Holanda, 7 para a Bélgica e Luxemburgo, 5 para a Áustria, Dinamarca, Irlanda, Noruega, Portugal e Suécia e 4 para Finlândia. O Comité Executivo europeu é composto por 22 indivíduos, entre os quais os presidentes dos grupos nacionais, e delibera por ocasião das reuniões europeia e mundial. É o Comité Executivo europeu que aprova a entrada de novos membros, aprova o orçamento e o plano de actividades.
  • O grupo português foi fundado em 1980, por convite do então presidente do bloco europeu Georges Berthoin, verificada que estava a condição para formar um grupo nacional europeu que é a aceitação da candidatura da adesão ao que era então a Comunidade Económica Europeia. António Vasco de Mello, na altura presidente da Confederação da Indústria Portuguesa (CIP) foi indicado para o Comité Executivo. Com António Maldonado Gonelha, Francisco Lucas Pires, Mário Pinto e Paulo Pitta e Cunha, preparou a reunião europeia que se realizou em Lisboa, em 29 e 30 de Outubro de 1983. Esta reunião ajudou a sedimentar o processo de integração europeia nos meios empresariais portugueses e a alertar a própria opinião pública para o desafio que a adesão representava. Também tornou a realidade portuguesa mais conhecida nas diversas capitais europeias.
  • Posteriormente, com Francisco Pinto Balsemão, Ilídio Pinho, Jorge Braga de Macedo e Rui Mateus, organizou a Reunião Plenária que se realizou em Lisboa de 25 a 27 de Abril de 1992. Foi, aliás, na reunião de Lisboa que se procedeu à substituição formal dos três presidentes da Trilateral. Georges Berthoin foi substituído por Otto Lambsdorff, antigo ministro da Economia da Alemanha e Paul Volcker sucedeu a David Rockefelller, mantendo-se ambos presidentes honorários.

[De volta às Empresas Militares Privadas]

Estas empresas fornecem segurança às bases militares americanas espalhadas por todo o Golfo Pérsico. Fornecem guardas armados ao Exército dos EUA na base de Qatar, e usam munição real para treinar os soldados no Camp Doha, no Kuwait. Eles mantêm uma série de armas vitais para a invasão do Iraque. Eles também fornecem guarda-costas para VIPs, instalações de guarda e escolta de comboios de abastecimento provenientes do Kuwait. Todos estes recursos eram constantemente chamados devido à guerra no Iraque.

Governador do Iraque

L. Paul Bremer chegou ao Iraque como enviado presidencial dos EUA em maio de 2003, e em 11 de maio foi substituído pelo tenente-general Jay Garner, como Director do Gabinete para a Reconstrução e Assistência Humanitária. Em Junho, o Instituto foi transformado na Autoridade Provisória da Coligação, e Bremer, como administrador americano do Iraque, tornou-se a autoridade executiva-chefe no país.

Em 23 de maio de 2003, Bremer emitiu “Order Number 2”, a fim da dissolução do antigo exército iraquiano e colocando ao todo 400.000 ex-soldados iraquianos fora do trabalho.

O movimento foi amplamente criticado por criar um grande grupo de jovens armados e insatisfeito pela insurgência. Ex-soldados tomaram as ruas em protestos para exigir salários atrasados. Muitos deles ameaçando de violência se as suas exigências não fossem atendidas.

Dois dias antes de deixar o Iraque, L. Paul Bremer assinou a “Ordem 17” dando a todos os norte-americanos associados com o CPA e o governo norte-americano, a imunidade da lei iraquiana. A Julho de 2007, o relatório do Serviço de Pesquisa Congressional americano indica que o governo iraquiano ainda não tinha autoridade sobre empresas privadas de segurança contratadas pelo governo dos EUA.

O governo provisório começou a treinar novas forças de segurança iraquianas para defenderem o país, e os Estados Unidos prometeram 20 mil milhões de dólares de crédito na forma de futuros ganhos petrolíferos para a reconstrução. Mais valias resultantes do petróleo foram também usadas para reconstruir escolas e infraestruturas eléctricas e de refinação de petróleo.

A 14 de Dezembro de 2004, Bremer recebeu a Medalha Presidencial da Liberdade pelo presidente George W. Bush, a mais alta condecoração civil da América por “contribuições especialmente meritórias para a segurança ou interesses nacionais dos Estados Unidos, para a paz mundial, cultural ou outros significativos empreendimentos públicos ou privados.

As alegadas armas de destruição maciça

No fim de Fevereiro de 2003, a CIA enviou o ex-embaixador Joseph C. Wilson para investigar alegações duvidosas de que o Iraque tinha tentado comprar concentrados de urânio ao Níger. Wilson voltou e informou a CIA de que as vendas desses concentrados ao Iraque eram “inequivocamente errados”. No entanto, a administração Bush continuou a mencionar as compras de concentrados com justificação para a acção militar, especialmente no discurso do Estado da União de Janeiro em 2003, em que o presidente Bush, repetiu a alegação, citando fontes dos serviços secretos britânicos.

Como resposta, Wilson escreveu uma coluna crítica no New York Times em Junho de 2003 explicando que a CIA tinha investigado essas alegações e tinha concluído que eram falsas.

a 16 de Setembro de 2004, Kofi Annan, Secretário Geral da ONU, disse sobre a invasão: “Indiquei que não foi em conformidade com a Carta das Nações Unidas. Do nosso ponto de vista, do ponto de vista da Carta, [a invasão do Iraque] foi ilegal”

Estimativas de baixas

Tem havido várias tentativas dos meios de comunicação, dos governos da coligação e outros de estimar as baixas iraquianas:

  • O Ministro da Saúde do Iraque Ali al-Shemari disse, em Novembro de 2006, que, desde a invasão de 2003, entre 100.000 e 150.000 civis Iraquianos foram mortos.
  • As Nações Unidas descobriram que foram relatadas 34.452 mortes civis violentas por morgues, hospitais e autoridades municipais iraquianas em só 2006
  • O Iraq Body Count Project (IBC) documentou 73.264 a 79.869 mortes de civis não combatentes desde o princípio da guerra até 20 de Setembro de 2007.
  • Uma pesquisa da Opinion Research Business (ORB), conduzida entre 12 e 19 de Agosto de 2007, estimou 1.220.580 mortes violentas devidas à guerra no Iraque (entre 733.158 e 1.446.063)
  • O Estudo da Lancet sobre as baixas da Guerra do Iraque estimou 654.965 mortes de iraquianos (entre 392.979 e 942.636), entre Março de 2003 e o fim de Junho de 2006.

A deterioração da situação humanitária

Uma pesquisa a mais de 2000 iraquianos comissionada pela BBC e outras três organizações noticiosas descobriu que 51% da população considera os ataques à coligação aceitáveis, uma subida relativamente aos 17% de 2004 e 35% de 2006. Além disso:

  • 64% descreveram a situação económica da sua família como sendo má, uma subida relativamente aos 30% em 2005.
  • 88% descreveram a disponibilidade de electricidade como sendo má, uma subida relativamente a 65% em 2004.
  • 69% descreveram a disponibilidade de água potável como sendo má, um subida relativamente aos 48% de 2004.
  • 88% descreveram a disponibilidade de combustível para cozinhar e conduzir como sendo má.
  • 58% descreveram os esforços de reconstrução na área em que vivem como sendo ineficazes e 9% consideram-nos totalmente inexistentes.

Deterioração dos cuidados de saúde

Os cuidados de saúde no Iraque deterioraram-se para um nível não visto desde os anos 1950, disse Joseph Chamie, antigo director da Divisão da População da ONU e um especialista sobre o Iraque. “Eles estavam na crista da onda” disse, referindo-se aos cuidados de saúde antes da Guerra do Golfo de 1991. “Agora parecem mais um país da África sub-saariana”. As taxas de má nutrição subiram de 19% antes da invasão para uma média nacional de 28% quatro anos depois. Cerca de 60% a 70 % das crianças iraquianas sofrem de problemas psicológicos. 86% dos iraquianos não têm acesso a água potável. Um surto de cólera no norte do Iraque pensa-se ser o resultado da má qualidade da água. Cerca de metade dos médicos iraquianos abandonaram o país desde 2003.

Abusos dos direitos humanos

[…]

Plano para o Futuro

Após a retirada das tropas americanas do Iraque, estava planeado dobrar o número de seus seguranças, defendendo cinco compostos fortificados em todo o país. O Departamento de Estado pretende adquirir veículos MRAPs do exército dos EUA para expandir o estoque de carros blindados para 1320. A sua frota de helicópteros vai crescer de 17 a 29 e será pilotada pelos contratados privados.

Contratação de Defesa

A contratação de defesa (chamado às vezes de contratante militar) tem se expandido dramaticamente na última década, particularmente nos Estados Unidos, onde no último ano fiscal do Departamento de Defesa gastou quase 316 biliões de dólares em contratos. “Empreiteiros” assumiram também uma maior presença no terreno durante recentes conflitos americanos: durante a Guerra do Golfo de 1991 a proporção de militares fardados aos empreiteiros foi cerca de 50 a 1, enquanto que durante os primeiros quatro anos da Guerra do Iraque os EUA contrataram mais 190.000 contratantes, superando a presença americana militar total, mesmo durante o pico do Iraque de 2007, e, 23 vezes maior do que o número militar de outros aliados. No Afeganistão, a presença de quase 100.000 contratantes resultou numa proporção de 1 para 1 próximo com militares.

Controvérsia de uma firma de segurança privada

A 17 de Setembro de 2007, o governo iraquiano anunciou que iria revogar a licença da firma de segurança norte-americana Blackwater USA devido ao envolvimento da firma nas mortes de 8 civis, incluindo uma mulher e uma criança, numa troca de tiros que se seguiu à explosão de um carro bomba perto das instalações do Departamento de Estado. Investigações adicionais de alegado tráfico de armas envolvendo a empresa estavam também em curso. A Blackwater é de momento uma das firmas mais importantes a operar no Iraque com cerca de 1000 empregados e uma frota de helicópteros no país. Se o grupo ainda pode ser legalmente acusado é uma questão de debate. Em Outubro de 2007, as Nações Unidas lançaram um estudo de dois anos dizendo que, apesar de serem contratadas como “guardas de segurança”, as firmas privadas estavam a cumprir deveres militares. O relatório descobriu que o uso de empresas como a Blackwater era uma “nova forma de actividade mercenária” e ilegal segundo a lei internacional, apesar de os Estados Unidos não serem signatários do tratado.

Os combates mais sérios da guerra até ao momento começaram a 31 de Março de 2004 quando insurgentes iraquianos em Fallujah emboscaram uma caravana da Blackwater USA liderada por milícias privadas que davam segurança a transportadores de alimentos da Eurest Support Services. Os quatro “militares”, Scott Helvenston, Jerko Zovko, Wesley Batalona e Michael Teague, foram mortos com granadas e armas de fogo leves. Subsequentemente os seus corpos foram arrastados para fora dos seus veículos, espancados e incendiados, e os cadáveres queimados foram pendurados numa ponte sobre o rio Eufrates. Foram divulgadas fotografias do acontecimento a agências de notícias de todo o mundo causando uma grande indignação nos Estados Unidos e levando a uma mal sucedida pacificação da cidade.

227480_408081405914205_302945649_n[Monsanto Now Owns Mercenaries Blackwater Newly Named ‘Academi’ – Link Aqui]

Blackwater era uma companhia em crise que depende do subsídio do governo dos EUA. Depois do insucesso em Fallujah, a Blackwater contratou uma companhia de “lobistas” chamada Grupo Estratégico Alexander. Em 2004, a GEA (Grupo Estratégico Alexander) era uma das companhias afiliadas aos conservadores Republicanos. A Blackwater e o seu presidente Eric Prince têm vínculos com os conservadores, particularmente na coligação cristã, e tem sido muito generoso com as suas companhias. Ele e a sua família contribuíram com mais de 2 milhões aos candidatos Republicanos e ao Partido Republicano.

Vinte e quatro horas depois do incidente, já se estavam a reunir com os congressistas mais poderosos que iam decidir o futuro dos fundos da Blackwater. A estratégia da Blackwater funcionou muito bem, porque detiveram todas as averiguações e puderam proteger o seu negócio.

Empregaram ex-funcionários de alto cargo do governo:

  • Cofer Black: ex-membro da CIA
  • Joseph Schmitz: inspector-geral do Pentágono
  • Chris Taylor: Sargento da US Marine Corps

Estes altos funcionários ajudaram a atrair novos negócios e a obter contratos novos.

Contratos Federais da Blackwater:

  • 2001: $ 774,906
  • 2002: $ 5,1 Milhões
  • 2003: $ 27,7 Milhões
  • 2004: $ 42,8 Milhões
  • 2005: $ 221,4 Milhões

Academi

https://en.wikipedia.org/wiki/Academi

Academi[2]—previously known as Xe Services LLCBlackwater USA and Blackwater Worldwide—is a private military company founded in 1997 by Erik Prince and Al Clark.[3][4] Academi is currently the largest of the U.S. State Department‘s three private security contractors. Academi provided diplomatic security services in Iraq to the United States federal government on a contractual basis.[1] Academi also has a research and development wing that was responsible for developing the Grizzly APC along with other military technology. The company’s headquarters is located in Arlington County, Virginia.[5][6]

The Obama administration awarded Academi a $250 million contract to work for the U.S. State Department and the Central Intelligence Agency in Afghanistan.

Envolvimento na Guerra do Iraque

A Blackwater Worldwide tem desempenhado um papel importante durante a Guerra do Iraque como um contratado do governo dos Estados Unidos. Em 2003, a Blackwater conseguiu o seu primeiro contrato de alto perfil, quando recebeu um contrato de 27,7 milhões de dólares, sem licitação para a guarda do chefe da Autoridade Provisória da Coligação, L. Paul Bremer.

Em 2006, foi entregue à Blackwater um contrato para proteger os diplomatas da embaixada dos EUA no Iraque, a maior embaixada americana no mundo. Estima-se pelo Pentágono e representantes de empresas, que existam de 20.000 a 30.000 militares privados armados que trabalham no Iraque, e algumas estimativas chegam a 100.000, embora números oficiais não existam, Existe dependência do Departamento de Estado de empresas militares privadas, em particular da Blackwater, para fins de segurança, diz o embaixador dos EUA no Iraque, Ryan Crocker, no Senado dos EUA: “Não há simplesmente nenhuma maneira do Departamento de Estado de Segurança Diplomática poder ter bastante pessoal, em tempo integral, para a função de segurança no Iraque. Não há alternativa senão através de contratos.”

Se se traz agências estrangeiras que estão imunes à lei, que não estão sob a mesma lei dos exércitos nacionais, das forças da ONU, o que indica isso? O que isto faz ao projecto em geral de trazer as pessoas para o processo de paz e coloca-las sob a lei? São perguntas básicas sobre a indústria, sobre a lei. Não é importante? Estamos a falar da indústria da guerra.

Não deveria haver regulamentos da mesma maneira que existem para as guarnições militares e policiais? Como se vai agora regulamentar tantas empresas em tantos países diferentes?

Temos de compreender que o que estes “agentes” do governo fazem, é usar violência para manter negócios em áreas onde as pessoas não as querem em negócio.

É essencial que se entenda como empresas dos EUA, fabricantes de armamentos, prestadoras de serviços, fornecedores de equipamentos civis e militares, e uma enorme rede de corporações LUCRA absurdos com a indústria guerreira dos EUA.

Em 2013, o panorama é o mesmo, os EUA continuam a escalar a trama de ataques, invasões, interferência militar em diversos pontos do médio oriente e outras partes do mundo.

O maior segmento industrial do mundo é a indústria bélica. Nos EUA elas são grande negócio como podemos ver, milhares de empresas ligadas directa ou indirectamente a produtos bélicos, actuam diariamente no Pentágono, através de seus “lobbies”.

O mundo está transformado num “mercado” de guerra, onde dinheiro, bombardeamentos e sangue são o dia-a-dia.

Há anos atrás, na década de 90, numa conversa com Aaron Russo, responsável pelo documentário “América: Freedom to Fascism”, um membro da família Rockefeller (Nick) disse a Russo que “eles” iriam criar um “evento grande”, que iria justificar a invasão do Iraque e do Afeganistão. Depois iriam atrás da Síria, do Irão e da Venezuela.

É óbvia a intenção de controlar o petróleo do Iraque e as infraestruturas de distribuição. É óbvia a intenção de controlo da CIA e dos Complexos Industriais Militares dos campos de ópio no Afeganistão para financiar os seus “black ops”. É óbvia a necessidade dos triliões de reservas de lítio no Afeganistão para se fazer todo o tipo de electrónicos. Assim como todo o dinheiro gasto em armas e bombas e na reconstrução destes países.

Democratização/Globalização do Iraque

Bush declarou que “libertadora” e “reconstrução” do Iraque serviria como ponto de partida para estabelecer uma “US-Middle East” zona de comércio livre, incluindo 22 países com base no “sistema de mercado livre”. Mais tarde, o secretário de Defesa Rumsfeld destacou que a ocupação da autoridade dos EUA deveria adoptar políticas de “sistemas que favorecem o mercado” e Paul Bremer, sublinhou repetidamente a necessidade de privatizar indústrias iraquianas, que anteriormente empregavam 30% da força de trabalho do país. Mais tarde, o CPA convocou uma conferência de banqueiros internacionais, incluindo Citicorp, Morgan Chase e outros para planear a privatização do sistema bancário do Iraque e do sistema financeiro. Um mercado de acções também é esperado para ser configurado.

Contratos Corporativos nos EUA no Iraque (lista parcial):

  • Halliburton e Kellogg, Brown and Root: US $ 8 biliões (segurança privada, óleo)
  • Bechtel: US $ 680 milhões (infra-estrutura)
  • MCI WorldCom: US $ 30 milhões (rede sem fio)
  • Dyncorp: US $ 50 milhões (aplicação da lei)
  • Flour Corporation: US $ 100 milhões (construção para o exército)
  • Perini Corp: US $ 100 milhões (construção para o exército)
  • Stevedoring Services of American: US $ 4,8 milhões (gestão pontuária)
  • Skylink Air and Logistic Support USA: US $ 10,2 milhões (gerir os aeroportos)
  • Louis Berger Group: US $ 4,8 milhões (limpeza portuária)
  • Research Triangle Institute: US $ 167 milhões (estabelecer governos locais)
  • Creative Association Int. Inc.: US $ 62,6 milhões (revisão do sistema educacional)

Vejam o vídeo

Vejam também – John Perkins

नमस्ते

‘A divindade em mim, reconhece e saúda a divindade em ti.’

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O Aviso [IV]

[Esta parte é a minha tradução parcial do livro “Pawns in a Game” [Link Aqui], o qual vos recomendo para leitura. Deparei-me com ele, no decorrer do meu estudo sobre a nova ordem/illuminati, quando assisti a uma palestra realizada por Ted Gunderson, Ex-Agente Especial do FBI. [Link Aqui] Ted fez de “Pawns in a Game” o manual de direcção da palestra e dos conteúdos informativos. Durante a palestra, Ted discute temas como satanismo, pedofilia, tráfico de crianças, operações clandestinas e tráfico de droga da cia, George H. Bush, depopulação mundial, e muitos outros temas. Tanto o livro como a palestra estão em inglês. Por último, aviso que sempre que forem palavras minhas, haverá um parêntesis recto [] no inicio e no final, tal como acontece aqui.]

[Um à parte: a leitura deste livro marcou um ponto de mais uma abertura na minha perspectiva das coisas. Como vocês não me conhecem, devo dizer-vos que nunca pertenci, nem pertenço, a uma religião, mas nem por isso sou um descrente de Deus, bem pelo contrário. Tive uma curta fase de descrença na minha vida, e se for honesto convosco, terei de admitir que a minha descrença veio do catolicismo. Na leitura deste livro, vi que o autor além de bem familiarizado com a conspiração, ainda complementava com informação bíblica, algo que eu nunca tinha visto. Foi pouco tempo depois da leitura deste livro que comecei a folhear a bíblia, e deste então tenho percebido que a “imagem” que eu tinha do catolicismo, era a mesma “imagem” que eu tinha da bíblia – e esta ideia era muito errada – porque hoje entendo que os ensinamentos da bíblia e a doutrina católica são opostos. Considero esta referência como muito importante a dar-vos. Não tenho nenhuma posição em relação à bíblia: não ataco nem defendo. É um simples aviso, para que não misturem o vosso “conceito” ou “imagem” do catolicismo com a bíblia, assim como eu fiz, porque é muito importante o discernimento. Ponderem sobre isto.]

Pawns in a Game (1958)

Autor: William Guy Carr

Sobre o autor: Na idade de 12 anos o autor era cuidadosamente doutrinado na ideologia bolchevique por dois missionários revolucionários que viajaram com ele no mesmo navio para o Oriente em 1907. Ao contrário de muitos outros ele não engoliu a “isca” que lhe ofereceram. Ele decidiu manter a mente aberta, e investigar os assuntos, antes de tirar conclusões. O seu estudo e investigação de todos os ângulos da Conspiração Internacional levaram-no por quase todos os países do mundo. O Comandante Carr teve uma ilustre carreira naval. Durante a primeira guerra mundial sreviu como oficial de navegação dos submarinos H. M. Na segunda guerra foi Director do Controlo Naval para St. Lawrence; depois Oficial de Operações em Shelbourne; depois “Senior Naval Officer” em Goose Bay, Labrador. Como oficial na equipa de Commodore Reginald Brock ele organizou a “7th Victory Loan” para as vinte e duas Divisões de Treino da Marinha Real Canadiana. Como autor publicou sete livros.

O Comandante Carr é conhecido para muitos canadianos que estiveram presentes nas suas palestras. Ele avisou as pessoas da existência de uma Conspiração Internacional. Ele predisse que os conspiradores iriam arrastar o mundo para outra guerra global. O Comandante está determinado a informar as pessoas tanto quanto possível sobre as forças malignas que afectam negativamente as nossas vidas. O seu livro será um “abre olhos” para os pais, padres, professores, estudantes, políticos e sindicalistas.

Págs 5 – 15

O Velho Testamento é a história de como Satanás se tornou no príncipe do mundo, e como fez os nossos primeiros pais desertar de Deus, refere também como a Sinagoga de Satanás foi estabelecida aqui na Terra, e diz como tem funcionado desde então para prevenir que o plano de Deus seja estabelecido. Jesus veio à Terra quando a conspiração chegou ao ponto de Satanás controlar todos aqueles que ocupavam altos cargos.

Ele expôs a sinagoga de Satanás [Apocalipse 2:9 – 3:9], denunciou aqueles que lhe pertenciam como “os filhos do Diabo” [Lúcifer], o pai das mentiras [João 8:44] e o príncipe do engano [2 Coríntios 11:14]. Ele foi explicito na sua declaração ao dizer que aqueles que estavam comprometidos com a sinagoga de Satanás eram aqueles que se diziam judeus, mas não eram, e mentiam [Apocalipse 2:9 – 3:9]. Ele identificou os “vendilhões”, os escribas e os Fariseus como os illuminati dos dias dele.

O que muitos parecem esquecer é que, segundo a Bíblia, Jesus veio à Terra para nos libertar dos laços de Satanás com os quais estávamos mais e mais ligados à medida que os anos passavam. Jesus deixou-nos a solução quando nos disse que deveríamos ensinar a verdade, no que toca  a esta conspiração, a todas as Nações [João 8 31:59]. Ele disse que se assim o fizermos, o conhecimento da verdade nos libertará [Mateus 28:19]. A conspiração luciferiana tem-se desenvolvido até ao semi estado final, simplesmente porque temos falhado neste efeito. [Mateus 24 15-34]

Em 1784, um “Acto de Deus” colocou o governo da Bavária na posse de evidências que provaram a existência da continuidade da conspiração luciferiana. Adam Weishaupt, um professor jesuíta de lei canónica, desertou do cristianismo e abraçou a ideologia luciferiana enquanto leccionava na Universidade de Ingoldstadt. Em 1770 os banqueiros [que tinham organizado recentemente a Casa dos Rothschild] retiveram-no para rever e modernizar os antiquíssimos protocolos para dar à sinagoga de Satanás o domínio mundial, podendo assim impor a ideologia luciferiana sobre o resto da raça humana, depois do cataclismo social final, através do despotismo satânico. Weishaupt concluiu a tarefa a 1 de Maio de 1776.

O plano requeria a destruição de todos os governos e religiões. Este objectivo seria alcançado dividindo as massas, que ele designou de Goyim [gado humano], em campos opostos e em números crescentes de assuntos políticos, raciais, sociais, económicos e outros. Os lados opostos seriam então armados e um “incidente” fornecido causaria uma luta entre eles que os enfraqueceria enquanto destruíam os governos nacionais e as instituições religiosas.

Em 1776 Weishaupt organizou os illuminati para pôr a conspiração em execução. A palavra illuminati é derivada de Lúcifer, que significa “os portadores da luz”. Usando a mentira de que o objectivo é o de alcançar um governo mundial para permitir que homens com habilidades mentais governem o mundo, ele recrutou cerca de dois mil seguidores, que incluía os homens mais inteligentes no campo das artes e letras, educação, ciências, finanças e industria. Depois estabeleceu as Lojas do Grande Oriente como quartéis secretos.

O plano de Weishaupt requeria que os illuminati fizessem o seguinte para facilitar o objectivo principal:

  1. Usar suborno monetário e sexual para obter controlo das pessoas que ocupavam já altos cargos nos vários níveis de todos os governos e outros campos sociais humanos. Uma vez que pessoas influentes caíssem nas mentiras, enganos e tentações dos illuminati, eles seriam mantidos em “cativeiro” através de aplicação de chantagem politica e outras, ameaças de ruína financeira, exposição pública, danos físicos e até mesmo a morte para eles e seus familiares.
  2. Em termos de colégios e universidades, os illuminati recomendariam estudantes com habilidades mentais excepcionais, que pertencessem a familias ricas com tendências internacionais para treino especial em internacionalismo. Este treino seria provido, garantindo bolsas de estudo para os seleccionados. Eles seriam educados [doutrinados] a aceitar a “ideia” de que só um governo mundial poderá colocar um fim para as guerras recorrentes e tribulações. Primeiro seriam persuadidos e depois convencidos de que homens com habilidades especiais têm direito de governar os menos “talentosos”, porque os Goyim não sabem o que é melhor para eles, fisicamente, mentalmente e especialmente.
  3. Pessoas influentes sob o controlo dos illuminati e os estudantes especialmente educados e treinados seriam usados como agentes e colocados “atrás das cortinas” de todos os governos como “experts” e “especialistas”, podendo assim “aconselhar” os executivos de topo a adoptar politicas que, a longo prazo, servem os planos da nova ordem a trazer a destruição dos governos e religiões para os quais foram eleitos ou colocados a servir.
  4. Os illuminati devem obter controlo dos média e todas as outras agências que distribuam informação ao público. Noticias e informação devem ser inclinados para que os Goyim venham a acreditar que um governo mundial é a única solução para os nossos muitos e variados problemas.

Porque França e Inglaterra eram os dois grandes poderes no final do século 18, Weishaupt ordenou que os illuminati fomentassem as guerras coloniais para enfraquecer o império britânico e organizar a “Revolução Francesa” para enfraquecer o império francês. Esta última, estava programada para começar em 1789.

Um outro alemão, chamado Zwack, colocou em livro a versão revisada de Weishaupt com o nome “Einige Original-Scripten”. Em 1784, uma cópia deste documento foi enviada para os iluministas que Weishaupt delegou para fomentar a revolução francesa. O portador da cópia foi fulminado por um raio enquanto cavalgava através de Ratisbona a caminho de Frankfurt para Paris. As autoridades encontraram os documentos subversivos no corpo do portador e entregaram-nos às autoridades governamentais competentes.

Depois de um estudo cauteloso dos documentos, o Governo da Bavária ordenou que as autoridades invadissem as Lojas do Grande Oriente, recentemente organizadas por Weishaupt, e as casas dos sócios mais influentes, incluindo o castelo do Barão Bassus-in-Sandersdorf. Evidências adicionais convenceram as autoridades de que os documentos eram uma cópia genuína de uma conspiração pela qual a sinagoga de Satanás, que controlava os illuminati de topo, planeava usar guerras e revoluções para estabelecer um tipo de governo mundial, e usurpar o poder assim que estivesse estabelecido.

Em 1785, o Governo da Bavária baniu os illuminati e fechou as Lojas do Grande Oriente. Em 1786 publicaram os detalhes da conspiração. O título inglês é “The Original Writtings of the Order and Sect of the Illuminati”. Cópias da conspiração foram enviadas para os chefes de estado e da igreja. O poder dos illuminati era tão grande que estes avisos foram ignorados.

The Original Writtings of the Order and Sect of the Illuminati

Os illuminati tornaram-se “clandestinos/ocultos”. Weishaupt instruiu que os illuminati se infiltrasssem nas lojas da Maçonaria Azul e que criassem uma sociedade secreta dentro das sociedades secretas. Só maçons que se provassem internacionalistas, e aqueles cuja conduta provasse que tinham “desertado” de Deus, seriam iniciados dentro dos illuminati. Os conspiradores usariam o disfarce da filantropia para esconder as actividades revolucionárias e subversivas. Para se poderem infiltrar para dentro das lojas maçónicas na Inglaterra, os iluministas convidaram John Robinson para a Europa. Ele era um maçon de alto grau no Rito Escocês: Professor de Filosofia Natural na Universidade de Edinburgh; e Secretário da Sociedade Real de Edinburgh. John Robinson não caiu na mentira de que o objectivo da nova ordem era o de formar uma ditadura benevolente. Ele guardou as reacções para se mesmo e foi-lhe confiada uma cópia da versão de Weishaupt para estudo.

Porque os chefes de estado e da igreja na França foram avisados para ignorarem os avisos que lhes foram dados, a revolução começou em 1789. A modo de alertar outros governos para o perigo, em 1798 John Robinson publicou um livro, “Proofs of a Conspiracy to Destroy All Governments and Religions” [Livro Aqui], mas os avisos foram ignorados, como foram os outros.

[Informação Adicional]

Maçonaria: Duas Organizações, Uma Visível, Outra Invisível [Artigo – Link Aqui]

Thomas Jefferson tornou-se num estudante de Weishaupt. Ele era um dos seus mais fortes defensores quando Weishaupt foi banido pelo governo. Jefferson infiltrou os illuminati para dentro das recentes Lojas do Rito Escocês na Inglaterra.

Relembrando factos:

  • Em 1789, John Robinson avisou os líderes maçónicos de que os illuminati tinham infiltrado nas suas lojas.
  • A 19 de Julho de 1798, David Pappen, presidente da Universidade de Harvard, emitiu o mesmo aviso para as turmas finalistas e palestrou sobre a influência que o iluminismo estava a ter na politica e religião americana.
  • John Quincy Adams organizou as Lojas Maçónicas de Nova Inglaterra. Em 1800 ele decidiu opor-se a Jefferson para a presidência. Ele escreveu três cartas para o Coronel Wm. L. Stone a expor como Jefferson estava a usar as lojas maçónicas para propósitos subversivos. A informação contida nestas cartas era tal, que Adams acabou por ganhar as eleições. As cartas estão em Rittenburg Square Library, em Filadélfia.

Em 1826, o Capitão Wm. Morgan decidiu que era seu dever informar os outros maçons e o publico em geral sobre a verdade dos illuminati, os seus planos secretos e o propósito pretendido. Os illuminati obtiveram os serviços de Richard Howard, um iluminista inglês, para levar a cabo a sentença de “que Morgan será executado como um traidor”. O Capitão Morgan foi avisado do perigo que corria. Ele tentou escapar para o Canadá mas Howard apanhou-o perto da fronteira. Ele foi assassinado perto de Niagara Gorge. Pesquisas provaram que um tal Avery Allyn fez um depoimento na cidade de Nova Iorque em como ouviu o Richard Howard relatar, numa reunião de cavaleiros templários no Salão de St. John, Nova Iorque, como ele executou Morgan, e como os arranjos foram feitos para enviar Howard de volta a Inglaterra.

Poucas pessoas sabem que a desaprovação geral e desgosto deste “incidente” fez com que quase quarenta por cento dos maçons pertencentes à Jurisdição Norte dos Estados Unidos se separassem. O poder daqueles que dirigem esta conspiração pode ser percebida através da habilidade dos agentes illuminati em prevenir que tais eventos históricos sejam ensinados nas escolas.

Em 1829, os illuminati tiveram um encontro em Nova Iorque, que foi dirigida por um iluminista britânico chamado Wright. Os presentes foram informados de que os illuminati pretendiam unir os grupos niilistas e os ateístas com outras organizações subversivas debaixo de uma organização internacional que seria conhecida como Comunismo. Esta força destrutiva seria usada para permitir que os illuminati fomentassem guerras e revoluções futuras. Clinton Roosevelt (um parente directo do F.D.R.). Horace Greeley, e Chas. Dana, foram nomeados para um comissão de angariação de fundos para este novo empreendimento de risco. Os fundos que angariaram financiaram Karl Marx e Engels quando escreveram “Das Capital” e o “Manifesto Comunista” em Soho, Inglaterra.

Em 1830, Weishaupt morreu, e carregou com ele a ideia de que os illuminati morreram com ele. Weishaupt antes de morrer pretendeu dar a ideia do quanto se tinha arrependido de ter abandonado Deus.

De acordo com a versão da conspiração de Weishaupt, os illuminati deveriam organizar, financiar, dirigir e controlar todos os grupos e organizções internacionais, levando os seus agentes para posições executivas de topo. Enquanto Karl Marx escrevia o “Manifesto Comunista” sob direcção de um grupo de iluministas, o professor Karl Ritter da Universidade de Frankfurt escrevia a anti-tese sob a direcção de outro grupo, para que aqueles que dirigem a conspiração, no topo, pudessem usar as diferenças nestas duas ideologias para começar a dividir a raça humana para campos opostos em largos números, para que pudessem ser armados, para que lutassem e se destruíssem um ao outro, juntamente com as instituições politicas e religiosas.

O trabalho que Ritter começou foi continuado pelo tão conhecido filósofo alemão Friedrich Nietzsche (1844-1900) que fundou o Nietzchismo. O Nietzchismo foi desenvolvido para o Fascismo e depois para o Nazismo e usado para permitir que os agentes illuminati fomentassem a 1ª e 2ª Guerra Mundiais.

Em 1834, o líder revolucionário italianos Gussepi Mazzini foi seleccionado pelos illuminati para ser director do programa revolucionário por todo o mundo. Mazzini ocupou este posto até que morreu em 1872.

Em 1840, o General Albert Pike ficou sob influência de Mazzini, porque se tornou num oficial descontente quando o presidente Jefferson Davis dissolveu as tropas indianas auxiliares porque tinham cometido atrocidades sob o disfarce de guerra legitima. Pike aceitou a ideia de um governo mundial e tornou-se chefe do sacerdócio luciferiano. Entre 1859 e 1871, ele trabalhou nos detalhes de um plano militar, para três guerras mundiais e três grandes revoluções que iriam levar a conspiração até ao seu estado final.

Albert Pike

Grande parte do trabalho de Pike foi feito nas treze salas da mansão que ele construiu em Little Rock, Arkansas, em 1840. Quando os illuminati e as Lojas do Grande Oriente se tornaram suspeitas, por causa das actividades revolucionárias de Mazzini na Europa, Pike organizou o Novo e Reformado Rito Paladiano. Ele estabeleceu três conselhos supremos, um em Charleston, S. C., outro em Roma,e outro em Berlim. Mazzini estabeleceu 23 conselhos subordinados em localizações estratégicas por todo o mundo. Estes têm sido, desde então, os quartéis generais secretos do movimento revolucionário global. Muito antes de Marconi inventar o rádio, os cientistas illuminati tornaram possível para Pike e para os chefes dos conselhos a comunicação secreta. Foi a descoberta deste segredo que permitiu que os agentes de inteligência percebessem como “incidentes” aparentemente não relacionados, aconteciam simultâneamente pelo mundo, e como posteriormente se desenvolviam em guerras ou revolução.

O plano de Pike era tão simples quanto eficaz. Era necessário que o Comunismo, Nazismo, Sionismo e outros movimentos internacionais fossem organizados e usados para fomentar três guerras mundiais e três grandes revoluções.

A primeira guerra deveria acontecer para permitir que os illuminati derrubassem os poderes dos Tzars na Rússia, e transformar aquele país na fortaleza do Comunismo Ateísta. As diferenças colocadas pelos agentes illuminati entre o império britânico e alemão seriam usados para fomentar a guerra. Depois de terminada a guerra, o comunismo seria estabelecido e usado para destruir outros governos e enfraquecer as religiões.

A segunda guerra mundial, seria fomentada através do uso das diferenças entre os fascistas e os sionistas. Esta guerra seria travada para que o nazismo fosse destruído e o poder do sionismo aumentasse, para que o estado soberano de Israel fosse estabelecido na Palestina. Durante a segunda guerra mundial, o comunismo internacional seria estabelecido seria estabelecido até igualar em força com a união cristã. Neste ponto deveria ser contido até que seja preciso para o cataclismo social final.

A terceira guerra mundial será fomentada através do uso que os agentes illuminati colocou entre os sionistas e os líderes do mundo islâmico. A guerra será dirigida de tal maneira que o Islão e o Sionismo se destruam a eles mesmos, enquanto que ao mesmo tempo as nações restantes, mais uma vez divididas entre si neste assunto, serão forçadas a lutar entre si mesmas até ao estado completo de exaustão física, mental, espiritual e económica.

A 15 de Agosto de 1871, Pike disse a Mazzini que depois da terceira guerra ter terminado, aqueles que aspiram ao domínio mundial indiscutível, irão provocar o maior cataclismo social que o mundo alguma vez conheceu.

Citação [Carta catalogada na British Museum Library, London]:

Devemos libertar os niilistas e os ateus, e provocar um formidável cataclismo social, que em todo o seu horror, mostrará claramente para as nações o efeito do ateísmo absoluto, origem da selvajaria e da turbulência mais sangrenta. Então, em todos os lugares, os cidadãos obrigados a defender-se contra a minoria mundial dos revolucionários, exterminará esses destruidores da civilização, e a multidão desiludida com o cristianismo, cujos espíritos deístas estarão a partir desse momento sem bússola [direcção], ansiosa por um ideal mas sem saber para onde proferir a sua adoração, receberá a verdadeira luz por meio da manifestação universal da doutrina de Lúcifer, finalmente trazida a publico, uma manifestação que resultará do movimento reaccionário geral que sucederá à destruição do cristianismo e do ateísmo, ambos conquistados e exterminados ao mesmo tempo.

Em 1872, quando Mazzini morreu, Pike apontou outro líder revolucionário italiano, chamado Adriano Lemmi. Lemmi foi mais tarde sucedido por Lenin e Trotsky. As actividades revolucionárias de todos estes homens foram financiadas pelos bancos internacionais britânicos, franceses, alemães e americanos. O leitor deve lembrar que os banqueiros internacionais de hoje, como os vendilhões no tempo de Jesus, são apenas ferramentas e agentes illuminati.

Enquanto o publico em geral foi levado a acreditar que o comunismo é um movimento de trabalhadores (soviéticos) para destruir o capitalismo, os livros “Pawns in a Game” e “The Red Fog Over America” provam que tanto os gabinetes de inteligência britânica como americana, obtiveram documentos autênticos de provas que mostram claramente que os capitalistas intencionais que operam através das suas casas bancárias internacionais, financiaram ambos os lados das guerras e revoluções desde 1776. Aqueles que hoje compreendem que a sinagoga de Satanás dirige os nossos governos, cujos quais mantêm em usura [dívida], para que lutem nas guerras e revoluções e assim avançarem os planos de Pike de levar o mundo ao ponto da conspiração em que os comunistas ateístas e todo a união cristã possam ser forçados a uma guerra total dentro de cada país restante, bem como a uma escala internacional.

Há muitas evidências que provam que Pike, tal como Weishaupt, foi o chefe do sacerdócio luciferiano nos seus dias. Em adição à carta que ele escreveu para Mazzini em 1871, outra carta que escreveu para os chefes dos seus conselhos paladianos a 14 de Julho de 1889, que caiu em mãos que não deviam ter caído.

Ele escreveu ao explicar o dogma luciferiano, relativo a adoração de Satanás e Lúcifer. Nela escreveu [em parte]:

O que podemos dizer para a multidão é “nós adoramos Deus”. Mas é o Deus que se adora sem superstição. A religião deve ser, por todos nós iniciados dos altos graus, mantida na pureza da doutrina luciferiana. Sim! Lúcifer é Deus. E infelizmente Adonay (o nome dado pelos luciferianos para o Deus que adoramos) é Deus também… para o absoluto só pode existir como dois deuses. Assim, a doutrina do satanismo é uma heresia, e a verdadeira e pura religião filosófica é a crença em Lúcifer, o equivalente a Adonay, mas Lúcifer, Deus da Luz, e Deus do Bem, está lutando pela humanidade contra Adonay, o Deus da Escuridão e do Mal.

A propaganda posta cá fora por aqueles que dirigem a conspiração luciferiana fizeram com que o publico em geral acredite que todos os que se opõem ao cristianismo são ateístas. Esta é uma mentira deliberada em circulação para esconder os planos secretos dos altos sacerdotes do credo luciferiano que dirigem a sinagoga de Satanás, para que a raça humana continue a pensar ser impossível estabelecer a o plano de Deus aqui na Terra.

Os altos sacerdotes do credo luciferiano trabalhão a partir da escuridão. Eles permanecem nos bastidores. Eles mantêm a identidade  e o propósito em segredo, mesmo da vasta maioria daqueles que eles enganam em fazer as suas vontades e a promover os seus planos secretos e ambições. Eles sabem que o sucesso final da conspiração para usurpação dos poderes mundiais dependem da habilidade deles em manter a identidade e propósitos secretos até que nenhuma astúcia ou poder os possa prevenir de coroar o seu líder déspota global. As Escrituras Sagradas previram o que Weishaupt e Pike planearam colocar em acção até que as forças do mal controlem a Terra. No que toca ao estudo da conspiração Luciferiana, à luz do conhecimento das Escrituras Sagradas, fiquei convencido que a contenção das forças satânicas na terra, podem acontecer mais rapidamente se a verdade relativa a esta conspiração for dada a conhecer, tanto quanto antes,  a todas as pessoas de todas as nações.

Investigações revelaram cartas de Mazzini nas quais revelava como os sumos sacerdotes do credo luciferiano mantinham a identidade e propósito em secretismo. Numa carta de Mazzini para o seu associado revolucionário, Dr Breidenstine, uns anos antes de morrer, ele disse:

Nós formamos uma associação de irmãos em todos os pontos do globo. Nós desejamos quebrar todas as subjugações. No entanto, há um que não se vê e que dificilmente pode ser sentido, no entanto ele pesa em nós. De onde vem? Onde está? Ninguém sabe… ou pelo menos ninguém diz. Esta associação é secreta até para nós veteranos das sociedades secretas.

Em 1925, o Cardeal Caro y Rodriguez, Arcebispo de Santiago, Chile, publicou um livro “The Mistery of Freemansory Unveiled”, para expor como os illuminati, satanistas e luciferianos criaram uma sociedade secreta dentro de uma sociedade secreta. O livro mostra um grande conjunto de documentos que mostram que nem os maçons de 32º e 33º graus sabem o que se passa nas Lojas do Grande Oriente, no Novo e Reformado Rito Paladiano de Pike e nas Lojas Afiliadas da Adopção, nos quais membros femininos da conspiração são iniciados. Na página 108, ele cita Margiotta para provar que antes de Pike ter seleccionado Lemmi para suceder a Mazzini como Director do Movimento Revolucionário Global, Lemmi era um rabi e satanista. Depois de ter sido seleccionado foi iniciado na ideologia luciferiana.

O facto de que os sumos sacerdotes do credo luciferiano introduziram a adoração de Satanás nos graus baixos das Grandes Lojas do Oriente e dos Conselhos do Rito Paladiano. Depois iniciaram, os indivíduos seleccionados, para o segredo de que Lúcifer é Deus, o equivalente a Adonay, que tem intrigado muitos historiadores e pesquisadores. As Escrituras Sagradas mencionam Lúcifer poucas vezes – Isaías 14; Lucas 10:18; Apocalipse 9:1-11. No entanto a doutrina luciferiana declara definitivamente que Lúcifer liderou a revolta do Céu, que Satanás é o filho mais velho de Deus (Adonay) e o irmão de São Miguel que derrotou a conspiração luciferiana no Céu. Os ensinamentos luciferianos também declaram que São Miguel veio à Terra na pessoa de Jesus numa tentativa de repetir o que tinha feito no Céu… e falhou!

Porque Lúcifer, Satanás, o Diabo – chamem o que quiserem – é o pai das mentiras, parece que as forças espirituais das trevas enganam  o maior número possível dos tão chamados “intelectuais” a fazer a sua vontade aqui assim como fizeram no Céu.

É-nos dito que aqueles que desertaram de Deus serão governados em caos e confusão por Lúcifer, Satanás, ou o Diabo, por toda a eternidade e que irão odiá-lo e a eles mesmos, porque vão perceber que foram enganados a abandonar Deus e a perder o seu Amor e Amizade para sempre.

Teólogos têm declarado que Lúcifer, Satanás. Diabo, sabe que fez mal e que está errado. Ele é um espírito puro e por isso indestrutível. Sabendo que ele está errado continua determinado em arrastar com ele tantas quantas almas forem possiveis para partilharem da miséria dele. Temos de dar a conhecer a verdade no que toca a estes assuntos e outros, o mais rápido possível, para que as pessoas não caiam nos enganos daqueles que servem os propósitos do Diabo. Guerras e revoluções oferecem ao Diabo grandes colheitas de almas humanas, porque “muitos são chamados e tão poucos são escolhidos”. [Mateus 20-16; 22-14] O que frequentemente ouvimos sobre o que se passa hoje no mundo é referido como “uma guerra na mente dos homens”. Isto é meia verdade e é pior que uma mentira inteira.

A conspiração de Weishaupt requeria:

  1. Abolição de todos os governos nacionais
  2. Abolição de heranças
  3. Abolição da propriedade privada
  4. Abolição do patriotismo
  5. Abolição da casa individual e vida familiar
  6. Abolição de todas as religiões existentes para que a ideologia luciferiana totalitária seja imposta na raça humana.

[Informação Adicional
Comparem os objectivos de Weishaupt com os objectivos do Manifesto Comunista]

A Summary of the Communist Manifesto

The Communist Manifesto represents a misguided philosophy, which teaches the citizens to give up their RIGHTS for the sake of the “common good”, but it always ends in a police state. This is called preventive justice. Control is the key concept; read carefully.

Ten Planks of the Communist Manifesto

1.  Abolition of property in land (guns included) & application of all rents of land to public purposes.
2. A heavy progressive or graduated income tax.
3. Abolition of all rights of inheritance.
4. Confiscation of the property of all emigrants and rebels.
5. Establishment of a Central Bank. Centralization of credit in the hands of the State, by means of a national bank with State capital and an exclusive monopoly.
6. Government control of communications & Transportation.
7. Government ownership of factories and agriculture.
8. Government control of labor. Establishment of industrial armies, especially for agriculture.
9. Corporate farms, regional planning. Combination of agriculture with manufacturing industries; gradual abolition of the distinction between town and country.
10. Government control of education.

http://intheopinion.com/blog/2011/political-corruption/summary-communist-manifesto/

O quartel general da conspiração, nos finais de 1700 era em Frankfurt, onde a Casa de Rothschild foi estabelecida e unida conjuntamente com outras casas financeiras internacionais que, literalmente, “venderam a alma ao diabo”. Depois da exposição feita pelo governo da Bavária, em 1786, os sumos sacerdotes do credo luciferiano estabeleceram o quartel na Suiça, e desde a Segunda Guerra Mundial que o quartel tem estado em Harold Pratt Building, Nova Iorque. Os Rockefellers substituíram os Rothschild no que toca à manipulação das finanças.

Na fase final da conspiração, o governo consistirá no “rei” déspota, a sinagoga de Satanás, e um punhado de milionários, economistas e cientistas que tenham provado a sua devoção à causa luciferiana. Todos os outros serão integrados num vasto conglomerado de humanidade miscigenada, por meio de inseminação artificial praticada à escala internacional. Nas páginas 49-51 do livro “The Impact of Science on Society” de Bertrand Russel*, ele diz que pelo menos 30% da população feminina e 5% da população masculina será utilizada para propósitos de criação/reprodução. A reprodução será estritamente limitada ao tipo e número necessário para preencher as necessidades do estado.

[*Bertrand Russel – Vejam “Pedras Guia da Geórgia (Georgia Guidestones)” [Link Aqui]]

Como as leis juridicas estão tanto na mente do povo, concluirei com uma citação de uma palestra dada aos membros da Grande Loja do Oriente de Paris, por um executivo de topo do Rito Paladiano de Pike. Ele disse:

Com a nossa influência, a execução de leis dos Goyim foi reduzido a um mínimo. O prestigio da lei explodiu pelas interpretações liberais introduzidas neste domínio. Nos assuntos e questões mais importantes e fundamentais, os juízes decidem consoante o que lhes ditamos: ver as questões à luz de onde nós envolvemos a administração dos Goyim, claro, através de pessoas que são nossas ferramentas e com as quais não parecemos ter nada em comum. Mesmo senadores e administrações superiores aceitam o nosso conselho…

Under our influence the execution of the laws of the Goyim has been reduced to a minimum. The prestige of the law has been exploded by the liberal interpretations introduced into this sphere. In the most important and fundamental affairs and questions judges decide as we dictate to them : see matters in the light where with we enfold them for the administration of the Goyim, of course through persons who are our tools though we do not appear to have anything in common with them. Even Senators and the higher administration accept our council…

Pode, alguma pessoa que pense, negar que a conspiração de Weishaupt no final de 1700 e os planos de Pike não aconteceram como o pretendido? Por duas vezes que a população mundial foi dividida para campos opostos como resultado da propaganda feita pelos illuminati. Duas guerras mundiais mostraram os humanos a matarem-se uns aos outros, às centenas de milhões, sem a menor animosidade pessoal para com o outro. Duas das grandes revoluções, a da Rússia e da China, são factos adquiridos. O comunismo foi estabelecido até igualar em força com o “reino” cristão. A intriga que está agora presente no Oriente e Médio Oriente está a fomentar a Terceira Guerra Mundial. Depois da guerra, a menos que seja parada agora mesmo, pela opinião publica informada, virá o cataclismo social final, e depois a escravatura física, mental e espiritual absoluta.

Alguma pessoa informada, pode negar que o comunismo está a ser tolerado nos restantes chamados “países livres”?

O ramo especial de inteligência britânica, o RCMP canadiano, e o USFBI podem prender qualquer líder comunista em 24 horas depois da ordem dada, mas não lhes é permitido actuar. Porquê? A resposta é simples. O comunismo está a ser “contido” tanto a nível nacional como internacional sob “conselho” dos illuminati, que dão muitas desculpas, pouco convincentes, sobre as politicas actuais de Inglaterra, Canadá, Estados Unidos, em relação ao comunismo nacional e internacional. Se o FBI ou o RCMP actuassem, então, os juízes do Supremo Tribunal de ambos os países encontrariam uma razão na  para que os prisioneiros sejam soltos. Tal acção seria ridícula se o comunismo não estivesse a ser contido para ser usado no cataclismo final.

Não é tempo de nós humanos acordarmos para o perigo latente nas nossas vidas? Não é tempo dos pais recusarem que seus filhos sejam usados como carne para canhão para servir a causa luciferiana? Não é tempo de pararmos de fingir que está tudo bem? Não é tempo de nos tornarmos na “acção” da palavra de Deus em vez de “ouvintes” apenas?

Nem todos os membros da nova ordem servem a sinagoga de Satanás conscientemente… é nosso dever familiarizá-los com a verdade.

Pawns in a Game – Págs 20 – 22

Há evidências para provar que o comunismo foi organizado no ano 1773 por um grupo de Barões Banqueiros Internacionais que o têm usado desde então, como manual de acção, para avançar os planos secretos em direcção a um Estado Totalitário Ateu. Lenin deixou bem claro no livro “Left Wing Comunism”, página 53: “A nossa teoria (comunismo) não é um dogma; é um manual de acção.” Muitos líderes modernos têm dito e feito as mesmas coisas que Lúcifer durante a revolta celestial. Não há apreciáveis diferenças entre o ateísmo preto e vermelho. A única diferença está nos planos usados pelos líderes em posições “opostas” na conquista dos recursos mundiais e materializar as suas ideias de Totalitarismo, Ateísmo e Ditadura.

Karl Marx (1818-1883) foi um alemão de descendência jesuíta. Foi expulso da Alemanha, e depois expulso da França, por causa das suas actividades revolucionárias. Foi-lhe dado asilo na Inglaterra. Em 1848 publicou o Manifesto Comunista. Marx admitiu que este plano de longo prazo, de “converter” o mundo em Republicas Internacionais Socialistas da União Soviética, deverá levar séculos a concretizar.

Karl Ritter (1779-1859) foi um alemão, professor de História e Ciência Geopolítica. Escreveu a anti-tese para o Manifesto Comunista de Karl Marx. Também “desenhou” um plano no qual ele dizia que a raça ariana poderia primeiro dominar a Europa, e depois o mundo inteiro. Certos líderes ateístas do Grupo Ariano adoptaram o plano de Ritter. Organizaram o Nazismo para avançar na direcção das suas ambições secretas para obter o controlo final do mundo e convertê-lo num Estado Ateísta, um ditadura totalitária segundo a concepção deles. Este pequeno grupo de homens sabe que deve juntar, ou destruir, o poder e influência dos Banqueiros Internacionais. É duvidoso se mais do que uma mão cheia dos líderes de topo dos movimentos comunistas e fascistas sabem que as organizações estão a ser usadas para avançar os planos dos illuminati.

De acordo com os líderes de ambos os grupos ateístas, o Estado deve ser Supremo. Assim sendo o Chefe de Estado é Deus na Terra. Esta crença traz a prática actual da divinização do homem.

É geralmente mais conhecido sobre o Karl Marx e o comunismo do que sobre Karl Ritter e o nazismo. Ritter foi por muitos anos professor de História na Universidade de Frankfurt. Depois leccionou geografia na Universidade de Berlim. Nos círculos educacionais ele foi considerado uma das grandes autoridades na História, Geografia e Ciência Geopolítica. Porque os “objectivos e objectos” dos líderes do Partido Ariano foram mantidos secretos, as ligações de Ritter com os líderes e o nazismo são muito pouco conhecidas. Os gabinetes de inteligência ligados ao governo britânico “desenterraram” as ligações de Ritter com os senhores da guerra arianos através do estudo Politico Económico; Ciência Geopolítica; e Religiões Comparativas, nas Universidades alemãs. A informação foi entregue às autoridades competentes mas, como muitas vezes acontece, os líderes políticos e diplomatas, ou falham em entender a importância da informação ou simplesmente a ignoram.

Karl Ritter ficou convencido, através do estudo da História, que um pequeno grupo de ricos, e influentes, banqueiros internacionais, que não têm lealdade para com nenhuma nação, mas que interferem nos assuntos de todas as nações, tinham organizado em 1773, a Maçonaria do Grande Oriente com o propósito de promover o movimento revolucionário global e avançar as suas ambições secretas. O plano de longo prazo era para que o seu grupo ganhasse o controlo final da riqueza, dos recursos naturais e da mão de obra de todo o mundo. O objectivo final era formar uma Ditadura Totalitária baseada em teorias de ateísmo e materialismo. Ritter disse que a maior parte, se não todos, os banqueiros internacionais são de descendência judaica, quer pratiquem ou não a fé judaica.

Na anti-tese para o Manifesto Comunista de Karl Marx, ele lidou com os perigos a serem enfrentados se fosse permitido a este grupo de homens continuar com o controlo e a direcção de politicas comunistas internacionais. Ofereceu, aos “senhores da guerra arianos” sugestões concretas e práticas para derrotar a conspiração dos Barões Internacionais. Ritter sugeriu que organizassem o nazismo e o fascismo, como manual de acção para avançar os objectivos do controlo global. Ritter também apontou que como os banqueiros internacionais tencionavam usar todas as fases de semitismo para avançar os planos, os líderes arianos deveriam usar todas as fases de anti-semitismo para avançar a causa deles.

O plano de longo prazo de Ritter incluía as sugestões seguintes:

  1. A subjugação de todos os países europeus pela Alemanha. Para alcançar este fim ele sugeriu que os militares alemães fossem encorajados e ajudados a obter controlo do governo para que possam entrar em “aventuras militares”, intercaladas com guerras económicas. O objectivo é enfraquecer a economia e subjugar a mão de obra das nações europeias. Ritter declarou que não era absolutamente essencial, para o sucesso do plano a longo prazo, que cada campanha militar acabe numa vitória, desde que os outros países envolvidos, fiquem de tal modo enfraquecidos que a recuperação económica e a recuperação da mão de obra, seja mais demorada do que na Alemanha. Karl Ritter salientou a importância de convencer o povo alemão de que eles eram fisicamente e mentalmente superiores às raças semitas. A partir deste pensamento, as propagandas desenvolveriam a ideia da raça superior. Eles fizeram isto para combater a propaganda dos banqueiros internacionais que aclamava que a raça semita é o povo escolhido de Deus para povoar a Terra. Os líderes arianos promulgaram a ideia de que a “raça” deles era a raça “superior” na Terra. Assim milhões de pessoas foram divididas em campos opostos.
  2. Ritter recomendou uma politica financeira que prevenisse os banqueiros internacionais de obterem controlo da economia da Alemanha e dos seus estados enquanto eles obtinham o controlo económico em Inglaterra, França e América.
  3. Recomendou a organização da “Quinta Coluna Nazi” [Nazi 5th Column] para contra-atacar a organização comunista clandestina. O objectivo era persuadir as classes média e alta, dos países que planeavam subjugar, a aceitar o fascismo como único antídoto ao comunismo. A “Quinta Coluna” iriam condicionar as pessoas de outros países a dar as boas vindas às forças alemãs como protectores contra a ameaça da agressão comunista. Karl Ritter avisou os líderes arianos que uma invasão militar não deveria ser tomada até que a “Quinta Coluna” e as máquinas propagandistas tivessem “pavimentado” o caminho, e convencido a maioria das pessoas a aceitarem a intervenção militar como um acto de salvadores ou cruzados, e não como agressores.
  4. Ritter recomendou a destruição total do comunismo e a exterminação da raça judaica como essencial para obter controlo dos negócios internacionais pelos líderes arianos. Ele justificou esta acção drástica com factos históricos que provam que o comunismo tem sido usado pelos “judeus” Banqueiros Internacionais para avançarem com as suas próprias ambições materialistas.

Claro, existem muitos mais pontos que completam este plano de longo prazo, mas está aqui o suficiente para destrancar a porta, por detrás da qual se escondem os planos secretos de dois pequenos grupos de ideologia totalitária ateísta materialista. O estudo das Religiões Comparativas, Ciências Geopolíticas, Politicas Económicas, e pesquisa intensa revelaram a verdade de que milhões de humanos têm sido usados como “peões num jogo” pelos líderes de dois grupos de mentalidade totalitária ateísta que vão continuar a jogar este jogo de xadrez internacional até que um ou outro seja eliminado.

Os seguidores do ateísmo são “doutrinados” a “odiar” todos os que se recusam a aceitar a doutrina materialista. A determinação dos líderes dos grupos ateístas em alcançar o domínio do mundo, permite-lhes conceber as conspirações mais diabólicas e perpetuar todo o tipo de crimes, de assassinatos individuais a genocídios. O estudo comparativo de religiões mostra que o comunismo e o nazismo são incompatíveis com todas as religiões que acreditam na existência de Deus. A História prova que aqueles que acreditam em Deus, e aqueles que negam a existência de Deus, estão em tal contradição que um não poderá sobreviver ao triunfo do outro. Líderes ateístas em países subjugados devem, por um tempo, tolerar as religiões mas serão apenas permitidas na periferia social. De certo que tomarão as precauções necessárias para que estas ideias não tenham a oportunidade de influenciar o comportamento social e politico das suas congregações. O grande objectivo das ideologias ateístas é obliterar as mentes humanas, pela perseguição, e um programa sistemático de aplicação continua de lavagem cerebral de todo o conhecimento de um Ser Supremo, da existência de uma alma, e da esperança de uma vida depois da morte. Assim sendo, estes pontos como factos, qualquer conversa de co-existência ou é literalmente sem sentido ou pura propaganda.

Se Deus colocou o homem na Terra para que O conheçam, que O amem e O sirvam nesta vida a fim de se ser feliz com Ele no “próximo” mundo, então é lógico pensar que uma das maneiras nas quais Lúcifer pode conseguir “ganhar” almas seria contaminá-las com a doutrina ateísta-materialista.

Sem dúvida que muitas pessoas perguntarão “como pode o Diabo contaminar as mentes dos homens com o ateísmo e outras ideias?”. Essa questão pode ser respondida desta forma: Se os humanos podem estabelecer estações de rádio e televisão, nas quais um individuo pode influenciar milhões de outras pessoas através de transmissão das suas opiniões via ondas invisíveis, então porque não seria possível para “seres celestiais” transmitirem as suas mensagens para nós? Nenhum especialista em estudos cerebrais se atreve a negar que, no cérebro de cada individuo existe um tipo de “receptor” misterioso. Pensamentos, sejam eles bons ou maus, têm de se originar algures, por alguma “causa”, e serem transmitidos para o cérebro humano. Será que o corpo é apenas o instrumento que coloca  pensamento para o “bem” ou para o “mal” em efeito?

Algo que as pessoas, que acreditam na existência de Deus, devem levar em conta e não esquecer é que estamos aqui na Terra por um período de tempo; e que nos foi dado o livre arbítrio. Será para nos permitir decidir se queremos ir com Deus ou com o Diabo? Então, se o Diabo não tivesse a oportunidade para influenciar as mentes do homem, como poderíamos nós ser testados/tentados?

Pawns in a Game – Págs 23

A maneira mais simples de se entender o que está a acontecer no mundo hoje, é estudar os eventos da História e ver os movimentos cronológicos como um jogo internacional de xadrez. Os líderes dos illuminati têm dividido as massas em campos opostos. Eles usaram réis e rainhas, bispos e cavaleiros, e as massas da população mundial como peças no jogo.

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O professor Ritter disse que a fase presente deste jogo tinha começado na Casa de Amschel Mayer Bauer Rothschild, localizada em Frankfurt, Alemanha, quando treze ourives decidiram que deviam remover todos os réis da Europa; destruir todos os governos existentes; eliminar todas as religiões; antes de poderem assegurar o controlo absoluto da riqueza, recursos naturais e a mão de obra de todo o mundo, e estabelecer o despotismo.

[Nem todos os ourives eram judeus. E apenas alguns praticavam a usura.]

Os líderes tanto do comunismo como do nazismo traíram várias vezes um ao outro, mas é duvidoso que esses líderes tenham percebido, antes que fosse tarde demais, que até mesmo eles eram apenas ferramentas controladas pelos illuminati que usam tudo o que é maligno para atingir os fins. Quando os poderes secretos suspeitam que uma das suas “ferramentas” sabe demais, eles ordenam que seja liquidado. Existem provas de que os líderes destes grupos de ideologia totalitária têm instigado muitos assassinatos individuais, e causaram muitas revoluções e guerras, nas quais dezenas de milhões de humanos foram mortos, e outros milhões foram feridos e desabrigadas. É difícil encontrar um líder militar que possa justificar a decisão das bombas em Hiroshima e Nagasaki nas quais, num piscar de olhos, aproximadamente 100.000 foram mortas, e o dobro do número ficaram feridas. As forças militares japonesas já estavam derrotadas, a rendição era apenas uma questão de horas ou dias quando este acto diabólico foi perpetrado. A única conclusão lógica é que os poderes secretos que influenciam e controlam a politica da maior parte dos governos nacionais, decidiram que esta arma mortífera tinha de ser demonstrada para lembrar a Stalin o que aconteceria caso ele se tornasse ofensivo. Esta parece ser a única “desculpa” para tal acto contra a humanidade.

Pawns in a Game – Págs 29 – 41

Há outro facto importante que nos fornece uma luz sobre o assunto do arianismo e semitismo. Os Finlandeses, e outro grupo normalmente classificados como Varingios (Russos), eram de origem não-Ariana, e os Alemães, geralmente falando, tratavam-nos como inimigos. Um acto de grande importância do estudo do Movimento Revolucionário Mundial, é que Cristo era considerado por muitos, um radical cujo movimento reformatório era baseado na adoração a Deus e no amor ao próximo. A história de Jesus mostra que ele amou a todos (mesmo criminosos) excepto um grupo particular. Ele odiava os cambistas/vendilhões/agiotas [usura] com tal intensidade que parece estranho num homem com o carácter como o dele. Rapidamente, Jesus repreendeu os cambistas pela prática de usura. Publicamente denunciou-os como adoradores de Mammon. Jesus disse que eles eram da Sinagoga de Satanás. (Apocalipse 2-9)

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Ele, enfaticamente, expressou o ódio pelos vendilhões quando ele pegou num chicote e expulsou-os do templo. Ele advertiu-os nestas palavras: “A minha casa será chamada casa de oração; vós, porém, a fazeis covil de salteadores”. Ao ter tomado este acto, Jesus assinou a sua sentença. Foram os “illuminati”, os falsos padres e os anciãos com seus salários, que iniciaram o enredo pelo qual Jesus seria executado pelos soldados romanos. Foram eles que forneceram as trinta peças de prata para subornar Judas. Foram eles que usaram a propaganda para informar erradamente e enganar a plebe. Foram os agentes dos “illuminati” que lideraram as massa quando aceitaram Barrabás e gritavam que Jesus seria crucificado. Foram os “illuminati” que organizaram os assuntos para que os soldados romanos actuassem como carrascos. Depois deste acto estar feito, e de terem a vingança, os conspiradores passaram para detrás do pano e deixaram que a culpa caísse nas massas judaicas e nas suas crianças. A História mostra que eles tencionavam usar o ódio engendrado entre o povo judeu, para servir seus propósitos e avançar as suas ambições. Jesus sabia de todas estas coisas. Enquanto Jesus estava na cruz ele orou a seu Pai e disse: “Pai, perdoa-os que não sabem o que fazem.” Estaria ele a pedir perdão pela plebe? Estaria ele a pedir perdão pelos homens que tinham sido utilizados como instrumentos da vingança dos “illuminati”? A História mostra que os “cambistas/vendilhões” internacionais têm usado a plebe para servir os seus propósitos deste então.

O estudo do Movimento Revolucionário Mundial desde o tempo de Jesus até aos dias actuais, mostra que é injusto culpar os judeus, como um todo, pelos crimes contra a humanidade cometidos por um pequeno grupo de cambistas e falsos padres. Estes homens têm sido, e continuam a ser, o poder secreto por detrás do Internacionalismo.

A História mostra que é igualmente injusto culpar todo o povo alemão e italiano pelos crimes cometidos contra a humanidade por um pequeno grupo de líderes arianos que organizaram o nazismo, na esperança de poderem derrotar o comunismo internacional e o sionismo, e alcançarem o domínio mundial pela conquista militar. A História mostra claramente que os líderes destes grupos opostos dividiram as massas em campos opostos independentemente da raça, cor, ou credo, e depois usaram-nos como peões no jogo de xadrez internacional.

Eventos históricos mostram claramente uma continuidade dos propósitos illuminati. Muitos teólogos concordam que esta continuidade do plano a longo prazo é uma evidência positiva de que eles são, como Jesus os chamou, a “Sinagoga de Satanás”. Os teólogos fundam a sua opinião na teoria de que nada humano poderia ter tal registo continuo de maldade.

(…)

História mostra que Seneca (4AC – 65DC) morreu porque ele, como Jesus, tentou expor as práticas corruptas e a influência maléfica dos cambistas que se infiltraram no Império Romano. Seneca foi um famoso filósofo romano. Ele foi escolhido par tutor de Nero que se tornou Imperador de Roma. Por muito tempo Seneca foi o melhor amigo de Nero e o mais confiável conselheiro. Nero casou com Popaea que colocou Nero sob a influência dos cambistas. Nero tornou-se num dos mais infames governantes que o mundo alguma vez conheceu. A sua conduta e hábitos depravados desenvolveram nele um carácter tão vil que ele viveu apenas para perseguir e destruir tudo o que era bom. Seneca perdeu a influência sobre Nero mas nunca parou de denunciar publicamente a influência e as práticas corruptas das cambistas. Finalmente os cambistas pediram que Nero fizesse algo contra Seneca que era muito popular entre as pessoas. Então para não despertar a ira do povo contra si mesmo e os cambistas, Nero ordenou a Seneca que acabasse com a sua própria vida. (O império romano era um império de poder económico, o mesmo poder económico que mais tarde ressuscitou no império britânico). Este é o primeiro caso registado no qual os cambistas fizeram uma pessoas cometer suicídios por se ter tornado num problema para eles, mas nem por isso foi o último.

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A História regista dezenas de suicídios similares, e assassinatos que eram feitos para parecer acidentes ou suicídios. Um dos mais notórios, em anos mais recentes, foi o de James V. Forrestal. Em 1945, Forrestal estava convencido que os banqueiros americanos eram afiliados com os banqueiros internacionais que controlavam o Banco de Inglaterra, França e outros países. Também estava convencido, segundo os seus diários, que os Barões Internacionais eram os illuminati e responsáveis directos da 1ª e 2ª Guerra Mundial. Ele tentou convencer o presidente Roosevelt, e outros oficias de topo do governo, sobre a verdade. Ou ele falhou, e cometeu suicídio num ataque de depressão, ou foi morto para que se calasse de uma vez por todas. Assassinato, feito para parecer suicídio, é politica aceite nos níveis topo da intriga internacional por muitos séculos. [The Forrestal Diaries – Viking press, New York, 1951.]

Justinian I, (Flavius Anicius Justiniamus 483-565 DC) escreveu o famoso livro da lei “Corpus Juris Civilis”. Ele tentou colocar um ponto final nos métodos ilegais de tráfico e comércio feitos por certos mercadores judeus. Ao envolverem-se no comércio ilegal, e no contrabando, os mercadores judeus, que eram apenas agentes dos illuminati, obtiveram uma vantagem injusta sobre os concorrentes, e colocavam-nos fora dos negócios. O livro da lei, escrito por Justinian, foi aceite como o livro da lei até ao século X. Mesmo hoje é considerado o mais importante documento de jurisprudência. Mas os mercadores judeus (vendilhões/cambistas/emprestadores) foram capazes de equilibrar o bom que Justunian tentou fazer. [Há quem diga que Justinian não tinha esse propósito] “Funk & Wagnall´s Jewish Encyclopedia” tem isto a dizer sobre os judeus daquele tempo: “Eles tinham plena liberdade religiosa… pequenos escritórios foram abertos para eles. O comércio de escravos constituía a fonte principal de subsistência para os judeus romanos, e foram emitidos decretos contra este tráfico em 335, 336, 339, 384 DC, etc.”

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A História revela que os mercadores judeus, e os emprestadores, não limitaram as suas actividades ao comércio de escravos. Há registos de que eles se meteram em todo o tipo de tráfico ilegal, incluindo tráfico de drogas, prostituição, contrabando de licores, perfumes , jóias, e outros bens tributáveis. A modo de protegeram o comércio e tráfico ilegais eles subornaram e corromperam oficiais; através do uso de drogas e licores, e mulheres, eles destruíram a moral das pessoas. A História mostra que Justinian, apesar de Imperador do Império Romano, não foi forte o suficiente para travar as actividades deles.

Edward Gibbon (1737-1794) lida com a influência corrupta dos mercadores judeus e os agiotas. Ele deu crédito a eles pela grande contribuição para “The Decline and Fall of the Roman Empire” [Livros aqui]. Ele escreveu um livro com este título. Gibbon dá um espaço considerável para o papel que Popaea, a mulher de Nero, teve em trazer as condições com as quais as pessoas de Roma começaram a cambalear bêbadas para a sua própria destruição. Com a queda do império romano, a predominância dos judeus foi estabelecida. As nações da Europa entraram no que os historiadores chamam “Idade das Trevas”.

A “Encyclopedia Britannica” tem isto a dizer: “Houve uma tendência inevitável para eles (mercadores e agiotas judeus) se especializarem em no comércio para o qual, a perspicácia, e omnipresença, lhes deram qualificações especiais. Na Idade das Trevas, o comércio da Europa Ocidental estava em grande parte nas mãos deles, em particular, o comércio de escravos.”

O controlo judeu do comércio, legal e ilegal, cresceu mais e mais. Espalhou-se longe até que a economia de cada país europeu estivesse mais ou menos nas mãos deles. Provas na forma de moedas polonesas e húngaras com inscrições judaicas dá alguma indicação do poder que eles exerciam em assuntos financeiros naqueles dias. O facto de que os judeus fizeram um esforço especial, para emitir e controlar a moeda, vai de encontro à opinião de que os agiotas adoptaram o slogan “Deixem-nos emitir e controlar o dinheiro de uma nação e não nos importamos com quem faz as leis”, muito antes de Amschel Mayer Bauer (1743-1812) usar o slogan para explicar aos seus co-conspiradores como os agiotas judeus obtiveram o controlo do Banco de Inglaterra em 1649. [Bauer é o ourives judeu que estabeleceu a “Casa de Rothschild, em Frankfurt. Ele e os seus “parceiros” conspiraram a Revolução Francesas de 1789]

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Os Barões, que eram líderes do arianismo, determinaram que deveriam quebrar o controlo comercial e monetário judeu na Europa. Foi com este propósito em mente que, em 1095, obtiveram o apoio de alguns governantes cristãos para começar as Cruzadas ou Guerras Santas. Entre 1095 e 1271, oito cruzadas foram organizadas. Oficialmente, as Cruzadas eram expedições militares para assegurar a segurança dos peregrinos que desejavam visitar o Santo Sepulcro e estabelecer o cristianismo na Palestina. De facto foram guerras fomentadas com o propósito de dividir a população em dois campos opostos.

O resultado foi que, em 1271, a Palestina continuava nas mãos dos Infiéis [Infidels], apesar dos países cristãos terem gasto milhões em dinheiro e tesouros para financiar as Cruzadas e sacrificar milhões de vidas humanas naquelas “guerras santas”. Estranho… os agiotas judeus ficaram mais ricos e fortes que nunca.

Há uma fase das cruzadas que não deve ser “passada em branco” quando as “causas” estão a ser estudadas em relação ao “efeitos” que produziram nos anos posteriores. Em 1215, a hierarquia da Igreja Católica Romana realizou o Quarto Concílio Laterano. O tema principal em discussão foi a agressão judaica em todos os países da Europa. Durante este período da História, os governantes da Igreja e do Estado trabalharam em unidade. Os governantes da Igreja, após deliberação, manifestaram-se a favor da continuação das cruzadas. Eles também elaboraram, e passaram Decretos, projectados para acabar com a usura e as práticas de métodos anti-éticos de comércio dos agiotas judeus para obterem vantagem injusta sobre os concorrentes gentios, e para conter práticas corruptas e imorais. Para alcançarem este propósito,  os dignitários presentes no Concílio decretaram que no futuro os judeus seriam restringidos a viver nas suas próprias comunidades. Os judeus foram proibidos de contratar cristãos como empregados. Este decreto foi passado porque os mercadores e agiotas judeus, operavam com o principio de Sociedade Anónima (accionistas). Eles empregaram cristãos para actuarem como os seus “homens da frente” enquanto eles se escondiam no fundo dirigindo as operações. Isto era conveniente porque, quando algo corria mal, os “homens da frente” ficavam com a culpa, e com o castigo, enquanto eles saíam impunes. Além disso, por Decretos, os judeus foram proibidos de contratar mulheres cristãs para suas casas e/ou estabelecimentos. Este decreto foi passado porque havia provas de que mulheres jovens eram sistematicamente seduzidas, e de seguida transformadas em prostitutas; eram usadas para que obtivessem controlo sobre oficiais influentes. Outros decretos tornaram ilegal a envolvência dos judeus em muitas actividades comerciais. Mas mesmo o poder da igreja, apoiado pela maior parte dos oficiais cristãos do estado, não conseguiu fazer os mestres do dinheiro receptivos à lei. Todos os decretos alcançados serviram para intensificar o ódio dos illuminati tinham pela Igreja de Cristo, e começaram uma campanha contínua para separar a Igreja do Estado. Para alcançar este propósito eles introduziram a ideia de secularismo entre os leigos.

Em 1253, o governo francês expulsou os judeus porque estes se recusavam a obedecer a lei. Muitos dos judeus que foram expulsos foram para Inglaterra. Por volta de 1255 os agiotas judeus já tinham controlo absoluto de muitas dos dignitários da Igreja e da maioria da nobreza. Que os agiotas, os Rabis, e os Anciãos pertenciam aos illuminati foi provado com evidências apresentadas durante a investigação que o Rei Henry III ordenou para o assassinato [ritual] de Hugo de Avalon [St. Hugh of Lincoln] em 1255. Dezoito judeus foram provados culpados. Eles foram julgados, condenados e executados. Em 1272 o Rei Henry morreu. Edward I tornou-se no Rei de Inglaterra. Ele determinou que os líderes judaicos deveriam abandonar a prática de usura. Em 1275 passou no Parlamento os Estatutos do Judaísmo. Eles foram projectados para conter o poder que a usura exercia sobre os os devedores, tanto cristãos, como colegas judeus. Os Estatutos do Judaísmo foram provavelmente a primeira legislação em que os [The] Commons tiveram um papel activo no Parlamento. Não podem ser classificados como anti-semitas porque na verdade eles protegeram os interesses honestos e judeus cumpridores da lei. [Os Estatutos do Judaísmo estão em detalhe como apêndice em “The Nameless War” do Capitão A. H. M. Ramsay]

Mas, como aconteceu tantas vezes antes, os agiotas judeus pensaram que o poder que exerciam tanto sobre a Igreja como sobre o Estado, lhes iria permitir desafiar o decreto do rei da mesma maneira forma que tinham feito no Conselho Laterano. Eles cometeram um erro grave. Em 1290 o Rei Edward emitiu outro decreto. Todos os judeus foram expulsos de Inglaterra. Este foi o começo do que os historiadores chamam de “A Grande Expulsão”.

Depois de Edward I começou a bola a rolar, todos os réis da Europa seguiram o exemplo. Em 1306 a França expulsou os judeus. Em 1348 a Saxónia seguiu o exemplo. Em 1360 a Hungria; em 1370 a Bélgica; em 1380 Eslováquia; em 1420 a Austria; em 1444 a Holanda; em 1492 a Espanha.

Foi em Espanha, durante o século 14, que os agiotas judeus conseguiram que os empréstimos feitos ao Estado fossem garantidos pelo direito de recolher os impostos incidentes no povo. Eles usaram tamanha crueldade, que quando exigiam [duramente e com penalidade rancorosa,  “pound of flesh”] que os impostos fossem pagos, era apenas necessário o oratório do Padre Fernando Martenez para produzir acção em massa, que terminou num dos massacres mais sangrentos registados na História. Aqui, novamente, mais um exemplo de como milhares de judeus inocentes foram vitimizados, pelos pecados e crimes cometidos contra a humanidade por apenas alguns. [Esta visão fica mais clara no estudo da Inquisição]

Em 1495 a Lituânia expulsou os judeus. Em 1498 Portugal; em 1540 Itália; em 1551 Bavária.  É importante lembrar que durante as expulsões, em geral, certos ricos e influente judeus conseguiram obter refugio em Bordéus, Avignon, certos estados Papais, Marselha, norte de Alsace, e parte do norte de Itália. Mas, como afirma a “Encyclopedia Britannica”: “As massas do povo judeu eram, portanto, encontradas mais uma vez no Oriente e nos impérios polonês e turco. As restantes e poucas comunidades sofreram para permanecer na Europa Ocidental onde entretanto eram subjugados a todas as restrições de eras anteriores tinham autorizado a permanecer como ideal; por isso, em certo sentido, a “Idade das Trevas” judaica, pode ser dito que, começou com o Renascimento.” Esta afirmação parece indicar que há alguma justificação para que alguns historiadores digam que não foi até as nações da Europa Ocidental tomarem controlo da economia dos agiotas judeus que o renascimento da civilização ocidental ocorreu.

Depois da Grande Expulsão, os judeus estão novamente resumidos aos Ghettos ou Kahals. Assim, isolados das massas da população, os judeus estavam sobre a direcção e controlo dos Rabbis e dos Anciãos, muitos dos quais eram influenciados pelos illuminati e pelos ricos agiotas judeus. Nos Ghettos, os agentes dos illuminati promoveram um espirito de ódio e vingança nos corações do povo judeu contra aqueles que os tinham expulsado. Os Rabbis lembravam que, como povo escolhido por Deus, chagaria o dia em que teriam a sua vingança e a Terra como herança.

É de lembrar que a maior parte dos judeus estabelecidos na Europa Oriental, estavam limitados a viver dentro da “zona de assentamento judeu na Rússia” localizada nas fronteiras ocidentais da Rússia e que se estendiam pelas margens do Mar Báltico às margens do Mar Negro. A maior parte deles eram judeus Khazar. [H. G. Wells define as diferenças, muito claramente, em “Outline of History, páginas 493-494] Os judeus Khazar ream conhecidos pela sua cultura  iídiche ou ídiche; pelas práticas vorazes em matérias financeiras, e pela falta de ética nas transacções comerciais. Estes não devem ser confundidos com os hebraicos bíblicos que são de boas maneiras, e em geral, pastores.

Nos Ghettos, numa atmosfera de ódio, o desejo por vingança foi desenvolvido pelos agentes dos illuminati. Eles organizaram estas condições negativas, para o Movimento Revolucionário Mundial, com base no terrorismo. Desde o inicio os “Barões” internacionais, e seus altos sacerdotes, designaram, financiaram, e controlaram o Movimento Revolucionário Global. Usam-no como instrumento pelo qual podem obter a vingança.

A História prova, como os mestres do dinheiro desenvolveram o movimento para o Comunismo Internacional como o conhecemos hoje. Eles organizaram actos individuais de terrorismo num movimento revolucionário disciplinado. Depois planearam a infiltração sistemática dos judeus nos países dos quais tinham sido expulsos. Como a reentrada era ilegal, o único método de infiltração era estabelecer “undergrounds” judaicos. Como os judeus infiltrados nos “undergrounds” das cidades europeias não podiam obter um trabalho legal, eram disponibilizados fundos com os quais desenvolveriam um sistema de mercado negro. Eles mergulharam em todo o tipo de tráfico e troca ilegal. Como este sistema funcionou no principio de Sociedade Anónima, a identidade dos “mestres do dinheiro”, que detinham e controlavam este sistema foi mantida em segredo. [Mesmo hoje.]

Count de Poncins; Mrs. Nesta Webster; Sir Walter Scott; e muitos outros autores e historiadores suspeitaram que os illuminati e um grupo de internacionalistas eram os “poderes secretos” Movimento Revolucionário Global, mas só recentemente foram reunidas prova suficientes para provar que o que eles suspeitavam é um facto. À medida que os eventos históricos se desenrolam na sua sequência cronológica conseguimos ver como os illuminati usaram os grupos semitas e arianos, para servir seus propósitos, e envolveram milhares e milhares de pessoas em revoluções e guerras para avançarem com suas ambições secretas. William Foss e Cecil Gerahty que escreveram “The Spanish Arena” disseram: “A questão de quem são as figuras por detrás desta Sociedade Anónima de domínio mundial, e de como obtiveram os seus fins, está além do âmbito deste livro. Mas é um dos mais importantes Libres a faire ainda a ser escrito. Terá de ser escrito por um homem de grande coragem que veja sua própria vida como que sem valor comparado ao instruir o mundo quanto ao que o auto-nomeado sacerdócio satânico ordena.”

Quão sucedido o plano foi, de se infiltrarem nos países que tinham sido expulsos, pode ser julgado pelos seguintes registos. Os judeus estavam de volta a Inglaterra em 1600; Hungria 1500. Foram expulsos outra vez em 1582; estavam de volta à Eslováqui em 1562 e foram expulsos outra vez em 1744; estavam de volta à Lituânia em 1700. Mas, independentemente da quantidade de vezes que eram expulsos, eles permaneciam nos “undergrounds” judaicos, onde as actividades revolucionárias dos “poderes secretos” eram dirigidas.

Como o Rei Edward I de Inglaterra foi o primeiro a expulsar os judeus, os “mestres do dinheiro” em França, Holanda, e Alemanha decidiram que seria uma justiça poética se eles tentassem primeiro a técnica revolucionária na Inglaterra. Eles usaram os seus agentes “underground”  para causar problemas entre o rei e o seu governo, empregadores e trabalhadores, Igreja e Estado. Os conspiradores “injectaram” questões controversas na politica e religião, para dividir as pessoas em campos opostos.

[Descubram mais sobre esta declaração em “The Jews and Modern Capitalism” ou mesmo na “Jewish Encyclopedia”, mais fácil de consultar] Primeiro dividiram o povo de Inglaterra em Católicos e Protestantes, e depois dividiram os Protestante em Conformistas e Não-Conformistas.

Quando o Rei Charles I entrou em desacordo com o Parlamento, um Barão (do dinheiro) judeu na Holanda, chamado Manasseh Ben Israel, tinha os seus agentes em contacto com Oliver Cromwell. Ofereceram-lhe uma grande quantia de dinheiro se ele levasse avante o plano para derrubar o trono britânico. Manasseh Ben Israel, e outros emprestadores alemães e franceses financiaram Cromwell. António Fernandes Carvalhal de Portugal, muitas vezes referido na História como o “Grande Judeu”, tornou-se no Chefe Militar Contratante de Cromwell. Ele reorganizou as “Cabeças Redondas” [Round Heads] num exército modelo. Ele forneceu-lhe as melhores armas e equipamentos que o dinheiro poderia comprar. Uma vez que a conspiração estava a caminho, centenas de revolucionários treinados foram “contrabandeados” para a Inglaterra e absorvidos nos “underground” judeu.

O chefe dos “undergrounds” judeus na Inglaterra na altura era um judeu chamado De Souze. O Grande Judeu, Fernandes Carvalhal, usou a sua influência para que De Souze fosse nomeado Embaixador Português. Foi na casa dele, protegidos por imunidade diplomática, que os líderes da revolução judaica permaneceram ocultos e trabalharam as suas conspirações e intrigas.

Uma vez que a revolução estava decidida, os conspiradores introduziram o Calvinismo na Inglaterra para dividir a Igreja e o Estado, e dividir as pessoas. Ao contrário da crença geral, o Calvinismo é de origem judaica. Ele foi deliberadamente concebido para dividir os adeptos da religião cristã, e dividir as pessoas. O verdadeiro nome de Calvin era Cohen! Quando ele foi de Geneva para França para começar a pregar a sua doutrina tornou-se conhecido como Cauin. Depois em Inglaterra tornou-se Calvin. A História prova que não há praticamente um líder revolucionário que não tenha mudado o seu nome. Nas celebrações de B´nai B´rith (Os Filhos da Aliança em idioma hebraico) realizadas em Paris, e, 1936, Cohen, Cauin, ou Calvin, seja lá qual for o nome que tivesse na altura, foi entusiasticamente aclamado de ter sido de descendência judaica. [Este facto foi comentado na “Catholic Gazette” em Fevereiro desse mesmo ano]

Além da controvérsia religiosa, os líderes revolucionários organizaram multidões armadas para agravar cada situação “injectada” na politica e no trabalho. Isaac Disraeli, 1766-1848, um judeu, e pai de Benjamin Disraeli que mais tarde se tornou Lorde Beaconsfield, lida com este ângulo da Revolução Britânica na sua história de dois volumes “The Life of Charles II”. Ele declara que recebeu informação considerável a partir dos registos de Melchior de Salem, um judeu, que foi um enviado francês para o governo britânico na altura. Disraeli chama a atenção para a grande semelhança, ou padrão, das actividades revolucionárias  que precederam tanto a revolução britânica como a francesa. Por outras palavras, as obras dos secretos e verdadeiros directores do Movimento Revolucionário Global podem ser vistas, claramente, em ambas as revoluções.

A evidência que convence que Oliver Cromwell participou na conspiração revolucionária judaica foi obtida por Lorde Alfred Douglas, que editava numa revista semanal “Plain English” publicada pela North British Publishing Co. Num artigo publicado a 3 de Setembro de 1921, ele explicou como o seu amigo, Mr. L. D. Van Valckert de Amesterdão, ficou na posse de um volume perdido/desaparecido dos registos da Sinagoga de Muljeim. Este volume tinha desaparecido durante as guerras napoleónicas. O volume contém registos de cartas escritas para, e respondidas pelos Directores da Sinagoga.

Estão escritas em alemão. Numa entrada, de 16 de Junho de 1647, lê-se:

De O.C [Oliver Cromwell] para Ebenezer Pratt:

Em troca do apoio financeiro irei defender a admissão dos judeus para a Inglaterra. Porém, isto é impossível enquanto Charles viver. Charles não pode ser executado sem julgamento, com motivos suficientes os quais de momento não existem. Portanto, aconselho que Charles seja assassinado, mas nada terá a ver com a aquisição de um assassino, embora disposto a ajudar na sua fuga.

From O. C. to Ebenezer Pratt

In return for financial support will advocate admission of Jews to England. This however impossible while Charles living. Charles cannot be executed without trial, adequate grounds for which do not at present exist. Therefore advise that Charles be assassinated, but will have nothing to do with arrangements for procuring an assassin, though willing to help in his escape.”

Em resposta, os registos mostram que E. Pratt escreveu uma carta a 12 de Julho de 1647 dirigida a Oliver Cromwell.

Será garantida ajuda financeira logo que Charles seja removido, e os judeus admitidos. Assassinato muito perigoso. Deve ser dada a oportunidade de Charles fugir. [Charles estava em custódia nesta altura] A sua recaptura fará então o julgamento e execução possível. O apoio será liberal, mas inútil discutir os termos até que o julgamento comece.

“Will grant financial aid as soon as Charles removed, and Jews admitted. Assassination too dangerous. Charles should be given an opportunity to escape. His recapture will then make trial and execution possible. The support will be liberal, but useless to discuss terms until trial commences.”

A 12 de Novembro do mesmo ano foi dada a oportunidade para Charles escapar. Claro que ele foi recapturado. Hollis e Ludlow, autoridades na altura, consideram, ambos nos registos, que a fuga foi um estratagema de Cromwell. Depois de Charles ter sido recapturado os acontecimentos começaram. Cromwell expurgou o Parlamento Britânico da maior parte dos membros que ele sabia serem leais ao rei. Apesar desta acção drástica, a maioria concordou “que as concessões oferecidas pelo rei eram satisfatórias para um acordo.”

Qualquer acordo desqualificaria Cromwell de receber o dinheiro que lhe foi prometido pelos barões internacionais através do agente E. Pratt, então Cromwell atacou outra vez. Ele ordenou o Coronel Pryde para expurgar o Parlamento dos membros que tinham votado a favor de um acordo com o rei. O que depois aconteceu é referido como “Pryde´s Purge”. Quando a expurgação acabou restavam cinquenta membros. São lembrado como “The Rump Parliament”. Eles usurparam o poder absoluto. A 9 de Janeiro de 1649, um “Superior Tribunal de Justiça” foi proclamado com o propósito de colocar o rei de Inglaterra em julgamento. Dois terços dos membros do tribunal eram “Levellers” do exército de Cromwell. Os conspiradores não conseguiram encontrar um advogado inglês, que elaborasse uma acusação criminal contra o Rei Charles. Carvalhal, instruiu um judeu, Isaac Dorislaus, agente de Manasseh Ben Israel em Inglaterra, a elaborar a acusação sobre a qual o Rei Charles foi julgado. Charles foi considerado culpado das acusações levantadas contra ele pelos agiotas internacionais judeus, e não pelo povo de Inglaterra. A 30 de Janeiro de 1649, foi decapitado publicamente em frente à Banqueting House em Whitehall London. Os agiotas judeus, dirigidos pelos altos sacerdotes da sinagoga de Satanás, tiveram a sua vingança porque Edward I tinha expulso os judeus de Inglaterra. Oliver Cromwell recebeu o dinheiro assim como Judas fez.

A História mostra que os agiotas internacionais tinham um propósito diferente de vingança além de se livrarem de Charles. Ele foi removido para que pudessem controlar a economia e o governo de Inglaterra. Eles planearam envolver muitos países europeus em guerra com a Inglaterra. Grandes somas de dinheiro são necessárias para a guerra. Através dos empréstimos de dinheiro que eram necessários para lutar as guerras que eles fomentaram, os internacionalistas foram capazes de aumentar rapidamente as dividas nacionais de todos os países europeus.

A sequência cronológica de eventos desde a execução do Rei Charles em 1649 à instituição do Banco de Inglaterra em 1694, mostra como a divida nacional aumentou. Os Banqueiros Internacionais usaram a intriga e a astúcia para que os cristãos “saltassem às gargantas de uns e outros”

  • 1649 Cromwell financiado pelos judeus, travou guerra na Irlanda. Captura Drogheda e Wexford. Protestantes Britânicos acusados de perseguirem os Católicos Irlandeses.
  • 1650 Montrose em rebelião contra Cromwell. Capturado e executado.
  • 1651 Charles II invade Inglaterra. É derrotado e volta para França.
  • 1652 Inglaterra envolvida em guerra com Holanda.
  • 1653 Cromwell proclama-se Lorde Protector de Inglaterra
  • 1654 Inglaterra envolvida em mais guerras
  • 1656 Problemas começados na Colónias Americanas
  • 1657 Morte de Cromwell – o folho Richard nomeado Protector
  • 1659 Richard, desgostoso com a intriga, renuncia
  • 1660 General Monk ocupa Londres, Charles II proclamado rei
  • 1661 Verdade revelada sobre a intriga de Cromwell provoca séria reacção no povo. Corpos são exumados e pendurados na forca em Tyburn Hill, Londres
  • 1662 Conflito religioso é gerado para dividir os membros das denominações Protestantes.
  • 1664 Inglaterra outra vez envolvida em guerra com a Holanda
  • 1665 A grande depressão instala-se na Inglaterra. O desemprego e a escassez de alimento comprometem a saúde das pessoas e a Peste Negra irrompe
  • 1666 Inglaterra envolvida em guerra com a França e a Holanda
  • 1667 Agentes Cabal começam novos conflitos religiosos e politicos[A palavra Cabal está intimamente relacionada com a Cabala, uma misteriosa teosofia hebraica que remonta à antiguidade e que se tornou muito activa durante o século 10 e nos séculos seguintes. A Cabala foi anunciada como “uma revelação especial” que permitiu aos rabinos explicar aos judeus os significados ocultos das Escrituras Sagradas. Pyer´s Encyclopedia, 57ª edição, na página 529 diz “Cabalism was later carried to great excess”. Os franceses chamaram este misterioso rito de Cabale. Os franceses utilizaram o termo Cabale para designar qualquer grupo politico ou privado de intriguistas, ou conspiradores. Os ingleses cunharam o nome Cabal porque os principais personagens interessados com a intriga Cabalista na Inglaterra eram Clifford Ashley, Buckingham, Arlington, e Lauderdale. Com a primeira letra de cada nome fica Cabal. Os Cabalistas eram os instigadores de várias instabilidades politicas e religiosas durante o infeliz reinado de Charles II. ]
  • 1674 Inglaterra e Holanda fazem as Pazes. Os homens que dirigem a intriga internacional mudam as suas “personagens”. Eles tornam-se “agentes casamenteiros” [Matchmakers]. Eles elevam Mr. William Stradholder para Capitão-General das forças holandesas. Torna-se no príncipe William de Orange. Ficou combinado ele conhecer Mary, a filha mais velha do Duque de York. O Duque estava a um lugar de se tornar no Rei de Inglaterra.
  • 1677 A princesa Mary de Inglaterra casa com William de Orange. Para colocar William de Orange no trono de Inglaterra era necessário remover tanto Charles II como do Duque de York, que estava programado tornar-se James II.
  • 1683 “The Rye House Plot” – Wikipédia | A intenção era assassinar o rei Charles II e o Duque de York. O plano falhou.
  • 1685 O rei Charles II morre. O Duque de York torna-se no rei James II de Inglaterra. Imediatamente uma campanha de “infâmia” começa contra James II. O Duque de Monmouth foi persuadido, ou subornado, para liderar uma revolta para derrubar a coroa. A 30 de Junho, a Batalha de Sedgemoor. Monmouth foi derrotado e capturado. Executado a 15 de Julho. Em Agosto o juiz Jeffreyscomeçou “The Bloody Assizes”. Mais de trezentas pessoas envolvidas na rebelião de Monmouth foram condenados à morte em circunstancias de crueldade atroz. Cerca de outros mil foram condenados a ser vendidos como escravos. Este foi um exemplo típico de como os “poderes secretos”, trabalhando nos bastidores, criam as condições para que outras pessoas sejam culpadas. Outros são convencidos a tomar posição activa contra aqueles que culpam. Em troca, são liquidados. O rei James ainda tinha de ser descartado antes que William de Orange pudesse ser colocado no trono  para levar a cabo o mandato deles. Todas as pessoas foram “enfeitiçadas” e desnorteadas. Não lhes era permitido saber a verdade. Eles culparam tudo e toda a gente, excepto os “poderes secretos” que mexiam puxavam os cordéis. De seguida, os conspiradores deram o próximo passo.
  • 1688 Pediram a William de Orange que fosse a Torbay, Inglaterra. Fez isso a 5 de Novembro. Rei James abdica. Ele foge para França. Tornou-se impopular por causa da campanha de infâmia, intriga e por sua própria estupidez e culpabilidade.
  • 1689 William de Orange e Mary, são proclamados Rei e Rainha de Inglaterra. O rei James não pretendeu desistir do trono sem uma luta. Ele era um católico, então os “poderes secretos” colocaram William de Orange como o “Campeão da Fé Protestante”. A 15 de Fevereiro de 1689, o rei James estava na Irlanda. A Batalha de Boyne foi travada por homens de definidas, e opostas, convicções religiosas. A Batalha tem sido celebrada pelos homens de Orange a 12 de Julho desde então. Não há provavelmente nem um em cada mil homens de Orange que soubesse que todas as guerras e revoltas desde 1640 a 1689 foram fomentadas pelos agiotas internacionais com o propósito de se colocarem em posição de controlo da politica e economia de Inglaterra. O primeiro objectivo era obter permissão para instituir o Banco de Inglaterra e consolidar e garantir as dividas que Inglaterra tinha para com eles pelos empréstimos feitos para as guerras que eles mesmos fomentaram. História mostra claramente como eles atingiram os seus objectivos.

Em análise final, nenhum dos países e pessoas envolvidas nas guerras e revoluções obteve qualquer algum beneficio. Nenhuma permanente ou satisfatória solução foi alcançada em relação a questões politicas, económicas e religiosas. As únicas pessoas a beneficiar foi um pequeno grupo de agiotas internacionais que financiaram as guerras e revoluções, e os amigos e agentes, que forneceram os exércitos, navios e munições.

É importante lembrar de que logo que o General holandês se sentou no trono persuadiu o Tesouro Britânico a pedir emprestado £1,250,000 aos banqueiros judeus que o tinham lá colocado. Os livros da escola ensinam as crianças de que as negociações foram conduzidas por Sir John Houblen e Mr. William Patterson em nome do governo com os agiotas cuja identidade permanece secreta.

[Informação Adicional]

Descendentes famosos de William de Orange:

  • ————————28 Samuel Prescott Bush (1863-1948)
  • ————————–29 Prescott Sheldon Bush (1895-1972), US Senator
  • —————————30 George Herbert Walker Bush (1924- ), 41st US President
  • —————————-31 George W. Bush (1946), 43rd US President

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A pesquisa de documentos históricos revela, que a modo de se manter total sigilo, as negociações  sobre os termos do empréstimo foram realizadas numa igreja. Nos dias de Jesus os emprestadores usaram o templo. Nos dias de Orange profanaram uma igreja. Os barões internacionais concordar em acomodar o Tesouro Britânico na extensão de £1,250,000 desde que eles pudessem ditar os próprios termos e condições. Isto foi acordado.

Em parte, os termos eram:

  1. Que os nomes daqueles que fizeram o empréstimo permanecesse em segredo; e que lhes fosse garantida uma Carta para estabelecer o Banco de Inglaterra.[Ainda hoje a identidade dos homens que controlam o Banco de Inglaterra continua um segredo. O Comício de Macmillan realizado em 1929 para lançar luz sobre o assunto falhou completamente. Mr. Montague Norman, o chefe oficial do Banco de Inglaterra foi o mais evasivo e mais não-comprometedor em todas as repostas que fez no comício. Para mais pormenores – “Facts about the Bank of England” por A. N.  Field, página 4.]
  2. Que fosse garantido o direito legal aos directores do Banco de Inglaterra de estabelecer o padrão-ouro para a moeda pela qual –
  3. Que pudessem fazer empréstimos de £10 por cada £1 de ouro que tivessem no depósito.
  4. Que lhes fosse permitido consolidar a divida nacional; e assegurar o pagamento, tanto do principal como dos juros, através da tributação directa das pessoas.

Assim, pela soma de £1,250,000, o rei William de Orange vendeu o povo de Inglaterra à escravatura económica. Os agiotas judeus alcançaram as suas ambições. Eles usurparam o poder para emitir e controlar a moeda de uma nação. E, seguros deste poder, não se importavam com quem fazia as leis.

O que a aceitação do “padrão-ouro” significou é melhor ilustrada citando uma simples transacção. – Os directores do Banco de Inglaterra podiam emprestar £1,000 por cada £100 no valor de ouro que tivessem em depósito como garantia. Recolhem juros no total do empréstimo. A 5% este sobe para £50 ao ano. Assim, no final do primeiro ano, os bancos já tinham recolhido 50% do montante que colocaram para garantir o empréstimo. Se um individuo desejasse obter um empréstimo, este tinha de fazer garantias, na forma de propriedade, acções, ou títulos, muito além do valor do crédito que era pedido. Se falhasse no cumprimento do pagamento do principal e dos juros, eram feitos processos de encerramento e hipotecas sobre as suas propriedades, e os emprestadores obtinham muitas vezes mais o valor do empréstimo.

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Os banqueiros internacionais nunca pretenderam que a divida nacional de Inglaterra fosse paga.

O plano era criar condições internacionais para que todas as nações mergulhassem mais e mais na divida. No que toca à Inglaterra, em 4 anos, de 1694 para 1698, a divida nacional já tinha subido de um para seis milhões de libras. A divida acumulou-se por causa das guerras.  É interessante notar que John Churchill, 1650-1722, tornou-se na principal figura militar durante este período da história inglesa. Pelo génio militar e seus serviços à Inglaterra, foi proclamado o primeiro Duque de Marlborough. [O duque é o ancestral directo de Sir Winston Churchill, que foi primeiro-ministro da Inglaterra. Churchill é auto-reconhecido por ter sido o principal sionista na sua época. É responsável por influenciar as Nações Unidas a criar o Estado de Israel.]

Os “poderes secretos” por detrás do Movimento Revolucionário mexeram os cordéis necessários e trouxeram a Guerra da Sucessão Espanhola. Em 1701 o Duque de Marlborough foi nomeado Comandante-Chefe das forças armadas da Holanda. A Enciclopédia Judaica  regista o facto de que “pelos seus muitos serviços o Duque de Marlborough recebeu nada menos que £6,000 ao ano do banqueiro judeu holandês, Solomon Medina.”

Os eventos que antecederam a Revolução Francesa mostram como, entre 1698 e 1815, a divida nacional de Inglaterra tinha crescido para £885,000,000. Em 1945 a divida nacional tinha alcançado o número astronómico de £22,503,532,372, de 1945 para 1946, só com os juros aumentou mais  £445,446,241.

[Durante a leitura do livro o autor deixa-nos indicações da Bíblia para irmos ver, entretanto deparei-me com esta frase “Aquele que não dá o seu dinheiro com usura, nem recebe peitas contra o inocente. Quem faz isto nunca será abalado”, que está em Salmos 15:5 Apesar de nunca ter pegado na Bíblia até então, achei muito interessante o facto de na Bíblia estar escrito aquela que para mim é a raiz dos problemas actuais da Família Humana.]

1 Timóteo 6

9 Mas os que querem ser ricos caem em tentação, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína.
10 Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores.

[Considero esta passagem de Timóteo algo de incrível. Há uns tempos atrás vi vários vídeos/documentários sobre a indústria da música, Hollywood e sobre o ocultismo lá presente, sobre os pactos e o preço alto que pagam por tais pactos, e esta passagem encaixa perfeitamente. Só estou a dizer.]

The Music Industry Exposed (Full Length): http://www.youtube.com/watch?v=jUByL6LRj2I

[Infelizmente, os outros vídeos que tinha marcado como favoritos em relação a este tema, ou foram eliminados, ou encerraram(-lhes) as contas do youtube.]

नमस्ते

‘A divindade em mim, reconhece e saúda a divindade em ti.’

O Aviso [V]

[Mais um extracto do livro “Pawns in a Game”. Como expliquei na parte anterior do artigo, tomei conhecimento deste livro através de uma palestra do Ted Gunderson, ex agente especial do FBI. Foi nesta parte da palestra que fiquei decidido a ler o livro que ele me tinha apresentado, tanto que só acabei de ver a palestra depois de ter lido o livro. Esta parte são os “25 objectivos dos illuminati” estabelecidos em 1773, numa reunião de Rothschild. Como o que tenho partilhado aqui são só extractos do livro, tenho que insistir na recomendação da leitura do livro. Esta passagem tem grande relevo porque vem a complementar muita da informação já adquirida por mim.]

Pawns in a Game
Pág. 45-49

O que se segue é uma versão condensada do enredo pelo qual os conspiradores esperam obter controlo da riqueza, recursos naturais e mão de obra do mundo inteiro.

  1. O orador [Rothschild, 1773] começou a desenrolar o enredo começando por dizer que como a maioria dos homens são inclinados para o mal em vez do bem, os melhores resultados em governá-los podem ser alcançados através do uso de violência e terrorismo e não através de discussões académicas. O orador argumentou que desde o inicio da sociedade, esta foi sujeita à força bruta e cega que posteriormente mudou para LEI. Argumentou que a LEI era FORÇA apenas  disfarçada. Argumentou que era lógico concluir que “Pelas leis da natureza o direito está na força”.
  2. Em seguida afirmou que a liberdade politica é uma ideia e não um facto. Afirmou que a modo de usurpar o poder politico, tudo o que seria necessário era pregar o “liberalismo” para que o eleitorado, em prol de uma ideia, abdicasse de alguns dos seus poderes e prerrogativas, assim, os conspiradores, em seguida, poderiam reunir em suas próprias mãos.
  3. O orador afirmou que o PODER DO OURO tinha usurpado os governantes liberais mesmo naquela época. [1773] Ele lembrou aos presentes que houve um tempo em que a FÉ tinha governado mas afirmou que uma vez que a LIBERDADE substituiu a FÉ as pessoas não sabem usá-la com moderação. Argumentou que devido a este facto era lógico assumir que eles poderiam usar a ideia de LIBERDADE para provocar “guerras entre classes”. Ele salientou que era indiferente para o sucesso do plano se os governos eram destruídos por inimigos internos ou externos, porque o vencedor teve necessariamente de procurar a ajuda de “Capital” que “está inteiramente nas nossas mãos”.
  4. O orador argumentou que o uso de todo e qualquer meio para se alcançar o objectivo final era justificado ao alegar que o governante que governou pelo código moral não foi um politico hábil porque deixou a si mesmo vulnerável e numa posição instável. Ele disse “Aqueles que desejam governar devem recorrer à astúcia e ao faz de conta porque grandes qualidades nacionais como franqueza e honestidade, são defeitos na política”.
  5. Ele afirmou “O nosso direito reside na força. A palavra DIREITO é um pensamento abstracto e não prova nada. Eu encontrei um novo DIREITO… de atacar pelo DIREITO dos fortes, e de dispersar aos ventos todas as forças de ordem e regulamentação existentes, para reconstruir todas as instituições existentes, e de me tornar o Senhor soberano de todos aqueles que nos deixaram os DIREITOS dos seus poderes entregues voluntariamente ao “Liberalismo”.
  6. Em seguida, ele advertiu os ouvintes com estas palavras “O poder dos nossos recursos deve permanecer invisível até ao momento em que ele ganhou tal força que nenhuma astúcia ou força pode miná-lo.” Ele avisou que qualquer desvio da Linha do plano estratégico que lhes estava a ser dado a conhecer, arriscaria a derrubar “Os trabalhos dos séculos”.
  7. De seguida defendeu o uso de “Psicologia das Massas” [Mob Psychology] para obter controlo das massas. Ele argumentou que o poder das massas é cego, insensível e irracional e sempre à mercê de sugestões de qualquer lado. Ele afirmou: “Só um governante despótico pode governar as massas eficientemente porque sem o despotismo absoluto não pode haver a existência de uma civilização que foi conseguida não pelas massas, mas por seus guia, seja quem for essa pessoa.” Alertou “o momento em que a massa se apodera da LIBERDADE rapidamente se transforma em anarquia.
  8. Em seguida ele defendeu o uso do alcoolismo, drogas, corrupção moral, e todas as formas de vicio, o uso sistemático pelos “agentes” para corromper a moral da juventude das nações. Recomendou que os “agentes” especiais deveriam ser treinados como tutores, lacaios, governantes, funcionários e pelas mulheres em locais de dissipação frequentados pelos Goyim. Ele acrescentou: “Nos números destes últimos conto também as tão conhecidas senhoras da sociedade que se tornaram seguidoras voluntárias dos outros em corrupção e luxuria. Não devemos parar o suborno, a fraude, e a traição quando estes servem para a realização do nosso fim”.
  9. Virando-se para a politica, ele alegou que tinha o direito de confiscar bens por qualquer meio, e sem hesitação, ao fazê-lo garantiam a submissão e a soberania. Ele pronunciou “O nosso Estado no caminho da conquista pacifica tem o direito de substituir os horrores da guerra por sentenças de morte menos visíveis e mais satisfatórias necessárias para manter o “terror” que tende a produzir a submissão cega.”
  10. Lidando com o uso de slogans ele disse “Nos tempos antigos nós fomos os primeiros a colocar as palavras “Liberdade”, “Igualdade” e “Fraternidade” [Protocolos dos Sábios de Sião] na boca das massas… palavras repetidas até hoje por “papagaios” estúpidos; palavras que os “pretensiosos homens sábios” dos Goyim nada podem fazer da sua abstracção, e nem notar a contradição do significado e inter-relação.” Ele reivindicou as palavras colocadas sobre sua direcção e no controlo das “legiões” “Que levam os nossos banners com entusiasmo.” Ele argumentou que não há lugar na natureza para “Igualdade”, “Liberdade” ou “Fraternidade”. Ele disse “Sobre as ruínas da aristocracia natural e genealógica dos Goyim nós criamos a aristocracia do DINHEIRO. A qualificação para esta aristocracia é RIQUEZA que é dependente de nós.”
  11. De seguida expôs as suas teorias sobre a guerra. Em 1773 ele estabeleceu um principio de que os governos de Inglaterra e dos Estados Unidos anunciariam publicamente a sua politica conjunta. Aconteceu em 1939. Ele disse que deveria ser politica dos presentes fomentar a guerra, mas dirigir também as conferências de paz para que nenhum dos combatentes obtenha ganhos territoriais. Ele disse que as guerras deveriam ser dirigidas a modo que as nações envolvidas, em ambos os lados, fossem colocadas ainda em mais divida, e no poder dos seus “agentes”.
  12. Em seguida lidou com a administração. Ele disse aos presentes que eles deveriam usar a riqueza para terem candidatos escolhidos para o cargo público que fossem “servis e obedientes aos nossos comandos, para que eles possam ser utilizados como peões no nosso jogo pelos homens geniais e instruídos que nomearemos para operar nos bastidores do governo como conselheiros oficiais.” Ele acrescentou “Os homens designados como “Conselheiros” terão sido PRODUZIDOS, CRIADOS e TREINADOS desde infância de acordo com as nossas ideias para decidir os assuntos do mundo inteiro.”
  13. Ele lidou com a propaganda, e explicou como a riqueza combinada poderia controlar todos os pontos de informação pública enquanto eles permaneciam na sombra e livres de culpa independentemente das repercussões que possam surgir da publicação de calúnias, difamações, ou falsidades. O orador disse “Graças à imprensa temos ouro nas mãos apesar do facto de que o tivemos que reunir de oceanos de sangue e lágrimas… Mas recompensou-nos ainda que se tenham sacrificado muitas das nossas próprias pessoas. Cada vítima do nosso lado tem o valor de mil Goyim.”
  14. Em seguida explicou a necessidade de os “agentes” estarem à vista, e aparecerem em cena, quando as condições tivessem atingido o pior período, e as massas estiverem subjugadas por meio de desejo e terror. Ele salientou que quando fosse a hora de restaurar a ordem, eles deveriam fazê-lo de maneira a que as vítimas viessem a acreditar que tinham sido presas de criminosos e irresponsáveis. Ele disse “Ao executar os criminosos e lunáticos depois de terem realizado o nosso “reino de terror” pré concebido, nós podemos aparecer como salvadores dos oprimidos e campeões dos trabalhadores.” O orador, em seguida, acrescentou “Nós estamos interessados exactamente no oposto… na diminuição, na morte dos Goyim.”
  15. Em seguida explicou como as depressões industriais e pânico financeiro poderiam ser utilizados para servir os seus propósitos, dizendo “O desemprego forçado e a fome, impostas nas massas por causa do poder que temos para criar escassez de alimento, criará o direito do Capital governar mais seguramente do que o poder que foi dado à aristocracia real, e pela autoridade legal dos Réis.” Ele alegou que ao terem os seus “agentes” no controlo das massas, as massas poderiam depois ser usados para eliminar tudo o que se atrevesse a a ficar no caminho.
  16. A infiltração na Maçonaria Continental foi, de seguida, amplamente discutida. O orador declarou que o propósito seria o de aproveitar as instalações e o secretismo que a maçonaria tinha para oferecer. Ele destacou que poderiam organizar as suas próprias Lojas do Grande Oriente dentro da Maçonaria Azul a fim de exercerem as suas actividades subversivas e esconder a verdadeira natureza dos seus trabalhos sob o manto da filantropia. Ele declarou que todos os membros iniciados nas Lojas do Grande Oriente deveriam ser usados para propósitos de proselitismo e para espalhar a ideologia ateísta materialista entre os Goyim. Terminou esta fase da discussão com as palavras “Quando chegar a hora do nosso Senhor soberano de Todo o Mundo ser coroado, estas mesmas mãos arrebatarão tudo o que fique no seu caminho.”
  17. De seguida, expôs o valor de decepções sistemáticas, salientando que os seus “agentes” deveriam ser treinados no uso de frases altissonantes, e no uso de slogans populares. Eles deveriam fazer as promessas mais pródigas às massas. Ele observou “O oposto daquilo que foi prometido pode ser sempre feito depois… sem nenhuma consequência.” Ele argumentou que ao usarem palavras como Liberdade, os Goyim poderiam ser incitados a um tal fervor patriótico, que poderiam ser lavados a lutar mesmo contra as leis de Deus e da Natureza. Ele acrescentou “E por esta razão, depois de obtermos o controlo do próprio nome de Deus, este será eliminado do “Léxico da Vida”.”
  18. De seguida, detalhou os planos para a guerra revolucionária; a arte da luta de rua; e esboçou o padrão para o “Reino de Terror” no qual insistiu que deveria acompanhar todo o esforço revolucionário “Porque é a maneira mais económica de levar a população à rápida subjugação.”
  19. Diplomacia foi depois discutida. Após as guerras, deveriam insistir na diplomacia secreta “para que os nossos “agentes”, mascarados de “políticos”, e de “conselheiros financeiros e económicos”, possam realizar os mandatos sem receio de exposição dos “poderes secretos” por detrás dos assuntos nacionais e internacionais.” O orador disse então aos presentes que através da diplomacia secreta deveriam obter tal controlo “que as nações não conseguem até mesmo um acordo privado sem que os nossos “agentes” tenham mão nele.”
  20. O objectivo final, Governo Mundial. Para se alcançar este objectivo o orador disse-lhes “Será necessário estabelecer monopólios enormes , reservatórios de tal riqueza, que até mesmo as maiores fortunas dos Goyim dependam de nós de tal maneira que irão para ao fundo juntamente com o crédito de seus governos NO DIA SEGUINTE À GRANDE QUEBRA POLITICA.” O orador acrescentou “Vocês que são economistas, aqui presentes, imaginem o significado desta combinação.”
  21. Guerra económica. Foi discutido os planos para roubar os terrenos, propriedades e industrias dos Goyim. Uma combinação de impostos altos e concorrência injusta foi defendida para provocar a ruína dos Goyim no que toca aos seus interesses financeiros . No campo internacional ele sentiu que de que se poderia incentivar a precificar-se [preço] para fora dos mercados. Isto poderia ser alcançado pelo controlo cuidado de matérias primas, agitações organizadas entre os trabalhadores para redução de horários e salários mais elevados, e subsidiando os concorrentes. O orador alertou os co-conspiradores de que eles devem arranjar as coisas, e controlar as condições, para que “os aumentos salariais obtidos pelos trabalhadores não os beneficiem de modo nenhum.”
  22. Armamentos. Foi sugerida a construção de armamentos para o propósito de provocar a destruição mutua dos Goyim a uma escala tão colossal que numa análise final “Haverá apenas as massas que o proletariado deixou no mundo, com alguns milionários devotados à nossa causa… e policia e soldados suficientes para proteger os nossos interesses.”
  23. A Nova Ordem. O membros do Único Governo Mundial serão apontados pelo Ditador. Ele escolherá homens entre os cientistas, economistas, financeiros, os industriais, e milionários porque “em substância tudo se resumirá a uma questão de números.”
  24. Importância da juventude. Foi salientada a importância de captar o interesse dos jovens com a advertência de que “os agentes devem infiltrar em todas as classes, níveis da sociedade e do governo, com o propósito de enganar, estupidificar e corromper os membros mais jovens da sociedade, ensinando-lhes teorias e princípios que sabemos serem falsos.”
  25. Leis Nacionais e Internacionais não devem ser alteradas mas, antes, usadas como são, para destruir a civilização dos Goyim “torcendo-os em contradição da interpretação que primariamente mascara a lei e e depois esconde-o completamente. O nosso objectivo final é substituir ARBÍTRIO por LEI.”

O orador disse depois aos ouvintes “Vocês podem pensar que os Goyim insurgirão sobre nós com armas, mas no Ocidente temos uma organização de tamanho terror, contra esta possibilidade, que os corações mais intrépidos tremem… os “Undergrounds”… Os Metropolitanos… Os corredores subterrâneos… estes serão estabelecidos nas capitais e cidades de todos os países antes que este perigo ocorra.”

Tanto quanto se pode determinar o plano original da conspiração acaba no ponto em que terminou acima. Estou convencido de que os documentos que caíram nas mãos do Professor S. Nilus em 1901, e que publicou com o título “The Jewish Peril” em 1905 na Rússia, foram um alargamento da conspiração original. Parece não haver alterações na primeira secção mas várias adições divulgam como os conspiradores têm usado o Darwinismo, Marxismo, e até mesmo o Nietzchismo. Mais importante ainda, os documentos descobertos em 1901 revelam como o Sionismo estava a ser usado.

[Informação adicional]

Artigo [em Inglês]:
THE MASONIC THEORY OF THE ORIGINS OF LIFE
– The hidden link between Darwin, Marx, Neitzche & Hitler:
Link Aqui

Documentário “Expulso: Inteligência Não Permitida”:
http://www.youtube.com/watch?v=LmCY3kKF9Eg

Inteligent Design [Sem Legendas]:
https://www.facebook.com/photo.php?v=352200954902391

Extracto de um artigo
Artigo “Rothschilds Want Iran’s Banks”:
http://beforeitsnews.com/alternative/2013/07/rothschilds-want-irans-banks-3-2701998.html

“O Islão proíbe a cobrança de juros, um grande problema para o sistema bancário Rothschild. Até algumas centenas de anos atrás, a cobrança de juros também foi proibido no mundo cristão e foi mesmo punido com a morte. Era considerada como exploração e escravidão.

Desde que os Rothschilds assumiram o Banco da Inglaterra por volta de 1815, eles foram expandindo o controlo bancário sobre todos os países do mundo. O método tem sido o de levar políticos corruptos de um país a aceitar empréstimos massivos, que eles nunca vão poder pagar, e, assim, entrar em dívida para com os poderes banqueiros  dos Rothschild. Se um líder se recusa a aceitar o empréstimo, ou ele é deposto ou assassinado. E se isto falhar, invasões vêm a seguir, e um banco baseado na usura dos Rothschild é estabelecido.”

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Só me resta esperar que tenham entendido a grande importância do livro “Pawns in a Game”. Apesar de ser um livro que data 1958, não deixa de ser curioso que faça referência a uma terceira guerra mundial que seria fomentada entre o Sionismo e o Islão – e quando olhamos para a actualidade, quem pode negar que não é este o caminho que está a ser percorrido actualmente?

Lembrem da Declaração de Balfour – a entrega da Palestina à Federação SIONISTA dos Rothschild que mais tarde originou o estado de Israel. E não menos importante, lembrem que o Islão proíbe a usura, o que tem sido uma grande pedra no sapato para os “barões internacionais”, pois assim não conseguirão estabelecer um banco central que funcione através da usura.

Devo também dizer que nem todos os sionistas são judeus, e nem todos os judeus são sionistas. Para mim esta é a última e grande dialéctica.

[Relembrando]

Esta “elite bancária” (Rothchilds, Rockerfeller, Morgan e etc.) está lentamente, mas sem duvida nenhuma, a estabelecer um banco central em todos os países. No ano de 2000 [antes do 11 de Setembro] havia sete países sem um Banco Central pertencente a este sistema:

  • Afeganistão;
  • Iraque;
  • Sudão;
  • Líbia;
  • Cuba;
  • Coreia do Norte;
  • Irão

Em 2003, os países sem um banco central eram:

  • Sudão;
  • Líbia;
  • Cuba;
  • Coreia do Norte;
  • Irão

Actualmente:

  • Irão;
  • Coreia do Norte;
  • Cuba

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Estou mais do que convencido de que realmente tem sido uma pequena elite a comandar os eventos históricos dos últimos 200/300 anos. O meu estudo desta parte da História foi gratificante, ficou claro para mim que os eventos mundiais, desde a Revolução Francesa, são efeitos de uma mesma causa, efeitos de uma mesma “força”. Fazer este estudo fica simples quando se leva o pensamento de “seguir o dinheiro”.

É importante saber o movimento dos filhos do Rothschild – esta informação dará a perspectiva necessária para que se entenda que o “modus operandi” de se financiar ambos os lados da guerra já estava presente na Revolução Francesa (no mínimo). Os Rothschild estiveram presentes em cada evento revolucionário da história, quer directamente quer indirectamente através dos agentes financeiros – Revolução Francesa, Revolução Russa, Revolução Americana. É uma pesquisa que vos proponho que façam a fundo – incluindo as 2 Guerras Mundiais, apesar de já terem sido aqui faladas há muito mais a saber.

Para saberem como o Rothschild se apoderou do Banco de Inglaterra precisam de pesquisar sobre a história de Napoleão e a sua guerra contra a Inglaterra – sem esquecer que os Rothschild estavam a financiar os dois lados do conflito. Já no final deste conflito, o Rothschild em Inglaterra “fingiu” que eles tinham perdido a guerra com Napoleão, como as pessoas acreditaram começaram a vender as suas “acções” do banco antes que perdessem o valor por completo, enquanto isto acontecia, o Rothschild já tinha instruído os seus agentes a comprarem tudo o que eles estavam a vender. Bem… imaginem vocês como terão ficado as pessoas quando descobriram que afinal não tinham perdido a guerra.

नमस्ते

‘A divindade em mim, reconhece e saúda a divindade em ti.’

Documentários [todos sem legenda]:

Sugestões de leitura:

History Of The New World Order, Let’s Start With Congressional Record of 1940 (DOCS)
http://beforeitsnews.com/alternative/2013/07/history-of-the-new-world-order-lets-start-with-congressional-record-of-1940-docs-video-2704858.html

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O Aviso [VI]

Não sei porquê – mas, apesar de estar convencido do que realmente se passou nesta fase da nossa história, devo dizer que não me chegou, não me satisfez. Foi neste momento que decidi dar mais “um passo atrás” e alargar a perspectiva da “imagem” que já tinha na cabeça sobre os acontecimentos históricos. Aproveitei a informação de “Pawns in a Game” e comecei a seguir a História desde a queda do Império Romano até à fase do Renascimento. Esta pesquisa foi mais um ponto de viragem na minha visão histórica. Não tenho palavras que consigam explicar/descrever a “imagem” nova que recebi desta pesquisa, resta-me deixar-vos aqui alguns documentários, e sugerir-vos que façam anotações e pesquisem as referências que vos são dadas. Infelizmente os documentários estão todos sem legendas. Chamo à atenção para que levem em conta três aspectos que considero importantes na pesquisa histórica – o movimento de dinheiro (a prática de usura), guerras (cruzadas por exemplo), e o ocultismo (ex: templários – supostamente “cristãos”, tanto praticavam a usura (que a bíblia condena) como faziam adorações a Lúcifer). Foram estes três aspectos que mais me chamaram à atenção neste estudo – estes três andam praticamente de mão dada.

Essencial, também, no meu estudo, foi o estabelecimento do catolicismo. É de profunda importância! Na época havia vários tipos de “cristianismo”, ou várias interpretações da mensagem de Jesus. É importante perceber que aqueles que mataram Jesus, foram os mesmos que mais tarde se apoderaram da “religião” dele e estabeleceram o catolicismo. Digo “religião” entre aspas, porque penso que não era de todo a intenção de Jesus estabelecer uma religião. Foi com este estudo que fiquei convencido em folhear a bíblia, e mais tarde me apercebi que o catolicismo é completamente oposto ao ensino de Jesus. Seguro de mim mesmo aqui declaro – eles não querem que vocês leiam a bíblia. O problema está em vermos a bíblia com os mesmos olhos com que vemos o catolicismo – grande grande erro cometido por mim. Já deixei declarado que não pertenço a nenhuma religião – não defendo a bíblia nem ataco – recomendo que a leiam em vez de a criticarem, como eu critiquei, quando no fundo nada sabia dela. Recebi surpresas atrás de surpresas – e noto nela presença do que hoje chamamos “illuminati”.

Constantino
[https://pt.wikipedia.org/wiki/Constantino#Religi.C3.A3o]

Constantino acabou, no entanto, por entrar na História como primeiro imperador romano a professar o cristianismo, na sequência da sua vitória sobre Magêncio na Batalha da Ponte Mílvio, em 28 de Outubro de 312, perto de Roma, que ele mais tarde atribuiu ao Deus cristão. Segundo a tradição, na noite anterior à batalha sonhou com uma cruz, e nela estava escrito em latim:

“In hoc signo vinces” – “Sob este símbolo vencerás”

No entanto, é certo que Constantino era atraído, enquanto homem de Estado, pela religiosidade e pelas práticas piedosas — ainda que se tratasse da piedade ritual do paganismo: o senado, ao erguer em honra a Constantino o seu arco do triunfo, o Arco de Constantino, fez inscrever sobre este que sua vitória devia-se à “inspiração da divindade”(instinctu divinitatis mentis), o que certamente ia ao encontro das ideias do próprio imperador. Até um período muito tardio de seu reinado, no entanto, Constantino não abandonou claramente sua adoração com relação ao deus imperial Sol, que manteve como símbolo principal em suas moedas até 315.

(…)

Mas apesar de seu baptismo, há dúvidas se realmente ele se tornou cristão. A Enciclopédia Católica afirma: “Constantino favoreceu de modo igual ambas as religiões. Como sumo pontífice ele velou pela adoração pagã e protegeu seus direitos.” E a Enciclopédia Hídria observa: “Constantino nunca se tornou cristão“. No dia anterior ao da sua morte, Constantino fizera um sacrifício a Zeus, e até o último dia usou o título pagão de Sumo Pontífice. E, de facto, Constantino, até o dia da sua morte, não havendo sido baptizado, não participou de qualquer acto litúrgico, como a missa ou a eucaristia. No entanto, era uma prática comum na época retardar o baptismo, que era suposto oferecer a absolvição a todos os pecados anteriores — e Constantino, por força do seu ofício de imperador, pode ter percebido que suas oportunidades de pecar eram grandes e não desejou “desperdiçar” a eficácia absolutória do baptismo antes de haver chegado ao fim da vida.

(…)

Esta clara associação da casa imperial ao Cristianismo criou uma situação equívoca, já que o cristianismo tornou-se a religião “pessoal” dos imperadores, que, no entanto, ainda deveriam regular o exercício do paganismo — o que, para um cristão, significava transigir com a idolatria. O paganismo retinha ainda grande força política — especialmente entre as elites educadas do Ocidente do império — situação que só seria resolvida por um imperador posterior, Graciano, que renunciaria ao cargo de Sumo Pontífice em 379 — sendo assassinado quatro anos depois por um usurpador, Magno Máximo. Somente após a eliminação de Máximo e de outro usurpador pagão, Flávio Eugénio, por Teodósio I é que o cristianismo tornar-se-ia a única religião legal (395).

O imperador romano Constantino influenciou em grande parte na inclusão na igreja cristã de dogmas baseados em tradições. Uma das mais conhecidas foi o Édito de Constantino, promulgado em 321, que determinou oficialmente o domingo como dia de repouso, com excepção dos lavradores — medida tomada por Constantino utilizando-se da sua prerrogativa de, como Sumo Pontífice, de fixar o calendário das festas religiosas, dos dias fastos e nefastos (o trabalho sendo proibido durante estes últimos). Note-se que o domingo foi escolhido como dia de repouso, não apenas em função da tradição sabática judaico-cristã, como também por ser o “dia do Sol” — uma reminiscência do culto de Sol Invictus.

Só foi preciso uns anos depois da morte de Jesus para que os imperadores romanos começassem a ver a Bíblia e o cristianismo como uma ameaça ao império romano. Foi pelo tempo do Apóstolo Paulo que o Imperador Nero começou a sua “famosa” tentativa de exterminação dos cristãos.

Perseguição sob Nero, 54-68

Esta matança de cristãos continuou durante quase três séculos. De facto, o imperador Diocleciano por volta de 287 a 305, mandou que todas as cópias da Bíblia fossem destruídas, e é lembrado de ter dito “a religião cristã está destruída, e a adoração dos deuses foi restabelecida”.

Se pensarmos que os imperadores de Roma estavam a encorajar as pessoas a ler a Bíblia, ou a tornarem-se cristãos, para que pudessem controlar a mente, penso que não se está a considerar a História de todo. Depois da queda de Roma, de facto ficou pior. A igreja católica romana eventualmente mostrou que Roma na verdade não tinha caído, mas que simplesmente começou a comandar sob o disfarce da igreja. Parece que em Roma, continuou a mesma adoração dos deuses da Babilónia e da Suméria, com nomes diferentes, o que parece uma tentativa de se fundir com o cristianismo bíblico.

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O problema com esta fusão é que a Bíblia nega claramente a ideia da autoridade papal, adoração a Maria, santos e tudo o resto. A bíblia que fale por si própria.

Algumas passagens

Levítico 26:1

Não fareis para vós ídolos, nem vos levantareis imagem de escultura, nem estátua, nem poreis pedra figurada na vossa terra, para inclinar-vos a ela; porque eu sou o SENHOR vosso Deus.

Êxodo 20:1-5

Então falou Deus todas estas palavras, dizendo: Eu sou Jeová teu Deus, que te tirei da terra do Egipto, da casa de servidão. Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem de escultura, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não as adorarás, nem lhes darás culto, porque eu, Jeová teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniquidade dos pais nos filhos, na terceira e na quarta geração daqueles que me aborrecem,

Êxodo 20:4-8

Os ídolos deles, de prata e ouro, são feitos por mãos humanas. Têm boca, mas não podem falar; olhos, mas não podem ver; têm ouvidos, mas não podem ouvir; nariz, mas não podem sentir cheiro; têm mãos, mas nada podem apalpar; pés, mas não podem andar; e não emitem som algum com a garganta. Tornem-se como eles aqueles que os fazem e todos os que neles confiam.

Deuteronómio 4:15-20

Guardai, pois, com diligência as vossas almas, pois nenhuma figura vistes no dia em que o Senhor, em Horebe, falou convosco do meio do fogo; Para que não vos corrompais, e vos façais alguma imagem esculpida na forma de qualquer figura, semelhança de homem ou mulher; Figura de algum animal que haja na terra; figura de alguma ave alada que voa pelos céus; Figura de algum animal que se arrasta sobre a terra; figura de algum peixe que esteja nas águas debaixo da terra; Que não levantes os teus olhos aos céus e vejas o sol, e a lua, e as estrelas, todo o exército dos céus; e sejas impelido a que te inclines perante eles, e sirvas àqueles que o Senhor teu Deus repartiu a todos os povos debaixo de todos os céus. Mas o Senhor vos tomou, e vos tirou da fornalha de ferro do Egito, para que lhe sejais por povo hereditário, como neste dia se vê.

Isaías 42:8

Eu sou o Senhor; este é o meu nome; a minha glória, pois, a outrem não darei, nem o meu louvor às imagens de escultura.

Deuteronômio 27:15

‘Maldito quem esculpir uma imagem ou fizer um ídolo fundido, obra de artesãos, detestável ao Senhor, e levantá-lo secretamente’. Todo o povo dirá: ‘Amém!’

Romanos 1:22-23

Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos e trocaram a glória do Deus imortal por imagens feitas segundo a semelhança do homem mortal, bem como de pássaros, quadrúpedes e répteis.

Josué 24:14-16

Agora, pois, temei ao Senhor, e servi-o com sinceridade e com verdade; e deitai fora os deuses aos quais serviram vossos pais além do rio e no Egipto, e servi ao Senhor. Porém, se vos parece mal aos vossos olhos servir ao Senhor, escolhei hoje a quem sirvais; se aos deuses a quem serviram vossos pais, que estavam além do rio, ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra habitais; porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor. Então respondeu o povo, e disse: Nunca nos aconteça que deixemos ao Senhor para servirmos a outros deuses.

Atos 5:29

Pedro e os outros apóstolos responderam: “É preciso obedecer antes a Deus do que aos homens!”

1 João 5:21

Filhinhos, guardai-vos dos ídolos!

Mateus 4:10

Jesus lhe disse: “Retire-se, Satanás! Pois está escrito: ‘Adore o Senhor, o seu Deus, e só a ele preste culto'”.

Marcos 12:17

Então Jesus lhes disse: “Dêem a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”. E ficaram admirados com ele.

Mateus 7:21

Alguns dos seus discípulos estavam comentando como o templo era adornado com lindas pedras e dádivas dedicadas a Deus. Mas Jesus disse: “Disso que vocês estão vendo, dias virão em que não ficará pedra sobre pedra; serão todas derrubadas”.

As pessoas que liam a Bíblia naquela época, viam imediatamente através da igreja católica romana, e viam que eles estavam a enganar as pessoas sobre o que a Bíblia dizia, com a finalidade de os poder controlar. Acredito que foi por esta razão que a igreja católica romana ilegalizou a Bíblia por volta do ano 200. Havia também o problema de que as traduções que eles tinham eram todas em Latim, e então praticamente ninguém entendia o que a Bíblia realmente dizia, durante centenas de anos, e estes são os tempos conhecidos como Idade das Trevas [Dark Ages].

«A luz trazida pelas Escrituras tornou claras as heresias de Roma. As perseguições que Roma derramou sobre estas pessoas amantes da paz tinham a intenção de destruí-los, bem como suas Escrituras.»
Fonte: “Rome and the Bible”, by David W. Cloud, pág 65

«The light brought by the Scriptures made Rome´s heresies plain. The persecutions wich Rome poured out upon these peace-loving people were intended to destroy them, as well as their Scriptures.»
Source: “Rome and the Bible”, by David W. Cloud, pág 65

Algo que não é muito falado nem mencionado, é que muito possivelmente, a inquisição começou por causa dos cristãos que realmente acreditavam na Bíblia, e milhões e milhões de verdadeiros cristãos foram torturados nas formas mais brutais e ridículas para que eles renunciassem à Bíblia. Eram frequentemente queimados vivos com a cópia da Bíblia que ilegalmente possuíam. Depois que a Bíblia foi traduzida e ficou amplamente disponível ao publico, muita gente começou a deixar o catolicismo romano, assim que Roma começou a perder o controlo, mataram mais pessoas no que ficou conhecido como “Guerras Religiosas na França” e “Guerra dos Trinta Anos”.

Apocalipse 17:6

Vi que a mulher estava embriagada com o sangue dos santos, o sangue das testemunhas de Jesus. Quando a vi, fiquei muito admirado.

Apocalipse 18:24

Nela foi encontrado sangue de profetas e de santos, e de todos os que foram assassinados na terra”

Mateus 24:15

Quando, pois, virdes que a abominação da desolação, de que falou o profeta Daniel, está no lugar santo; quem lê, entenda

«Que a Igreja de Roma não era a esposa de Cristo, mas a Igreja da confusão, embriagada com o sangue dos mártires. Que a Igreja de Roma não era nem boa nem santa nem estabelecida por Jesus Cristo.»
Fonte: “Rome and the Bible”, by David W. Cloud

  •  «That the Church of Rome was not the spouse of Christ but the Church of confusion, drunk with the blood of the martyrs. That the Church of Rome was neither good nor holy nor established by Jesus Christ.» Source: “Rome and the Bible”, by David W. Cloud, pág

«Muitas crianças sabem o que as sete cidades são, que são muito faladas. Essa é a prostituta condenável … a Babilónia espiritual, que é Roma. Em forma de acções: Ela é vermelha de sangue, e derrama-o mais licenciosamente e, portanto, é colorida com o sangue dos santos…»
Fonte: 1599 Geneva Bible, Tolle Lege Press Edition, footnotes on Revelation 17

  • «Very children know what that seven hilled city is, wich is so much spoken of. That is the damnable harlot… the spiritual Babylon, wich is Rome. In manner of deeds: She is red with blood, and sheddeth it most licentiously, and therefore is colored with the blood of the Saints…»
    Source: 1599 Geneva Bible, Tolle Lege Press Edition, footnotes on Revelation 17

Estou convencido de que estas chamadas “guerras santas” eram simplesmente organizações (com agendas políticas) que se mascararam de organizações religiosas, tentando manter o controlo da população que estavam já a perder. A coisa mais irónica é que foi o cristianismo que realmente acabou com as cruzadas, quando as pessoas descobriram o que a Bíblia realmente dizia. Eles perceberam o quanto errada é a guerra, e que tinham sido enganados.

Outra “guerra santa” que normalmente vem à cabeça é as cruzadas, e as cruzadas foram uma série de campanhas militares do Vaticano entre o século 11 e o século 13. Além das evidências de que estas campanhas também serviram para matar verdadeiros cristãos, ainda temos as evidências das práticas de usura e de adoração a baphomet por parte dos templários – supostamente “cristãos”. O que temos de levar em conta é que a igreja católica romana é um poder politico que usa a “religião do cristianismo” para alcançar os seus próprios objectivos políticos. É óbvio, quando se olha os ensinamentos do cristianismo, que os ensinamentos são claramente contra a guerra, de qualquer tipo, seja qual a razão. Esta deve ser uma das razões pelas quais a igreja católica romana, depois de “assumir” controlo sob o cristianismo, se opôs à tradução da Bíblia, para várias línguas, por quase mil anos, e o latim era uma língua que praticamente ninguém entendia. As pessoas no mundo na altura não tinham acesso a informação sobre o cristianismo, então se o padre lhes dissesse que Deus queria que eles fossem para a guerra, eles supostamente acreditariam nele.

«Se um homem considerar o original deste grande domínio eclesiástico, ele vai facilmente perceber que o papado não é outro senão o fantasma do defunto império romano, sentado coroado em cima da sepultura do mesmo…»
Fonte: Thomas Hobbes, “Leviathan”, published in 1691

  • «If a man consider the original of this great ecclesiastical dominion, he will easily perceive that the Papacy is no other than the ghost of the deceased Roman empire, sitting crowned upon the grave thereof…»
    Source: Thomas Hobbes, “Leviathan”, published in 1691

«… estima-se, por historiadores cuidadosos e credíveis, que mais de cinquenta milhões da família humana, foram abatidos pelo crime de heresia pelos perseguidores papistas.»
Fonte: “The History of Romanism”, by John Dowling, p. 541, published 1845

  • «… it is estimated by careful and credible historians that more than Fifty Millions of the human family have been slaughtered for crime of heresy by popish persecutors.» Source: “The History of Romanism”, by John Dowling, p. 541, published 1845

«De acordo com os cálculos mais baixos, duzentos e oitenta e oito pessoas foram queimadas vivas por ela [“Bloody” Mary] pelo crime de heresia*; e entre eles estavam os ricos, os pobres, o sacerdote e o leigo, o comerciante e o agricultor, o cego e o coxo, a mulher indefesa, e o recém-nascido.»
Fonte: “The History of Romanism”, by John Dowling, p. 550

*[heresia = a ser protestante [contra a doutrina da igreja católica: por exemplo, os protestantes não aceitavam nem se submetiam à autoridade papal de Roma, porque a Bíblia afirma que não há outra autoridade que não a palavra de Deus; e palavra de Deus, neste caso, vai contra a adoração de imagens, autoridade e a idolatria, que é precisamente o que o catolicismo faz]; possuir um Bíblia também era heresia]

  • «According to the lowest calculations, TWO HUNDRED AND EIGHTY EIGHT persons were burned alive by her [“Bloody” Mary] order for the crime of heresy  and among them were the wealthy and the poor, the priest and the layman, the merchant and the farmer, the blind and the lame, the helpless female, and the newborn babe.»
    Source “The History of Romanism”, by John Dowling, p. 550

Perguntem-se se este tipo de acções se parecem com um grupo que quer que as pessoas leiam a bíblia.

Sinceramente, a adoração de imagens e a repetição de rezas (palavras) foram as características que me afastaram por completo do catolicismo, e mesmo da crença em Deus por um curto tempo – nunca vi valor algum em imagens, muito menos valor em me ajoelhar perante uma imagem (no fundo criada pelo homem), nem em rituais, nem em rezas, e muito menos em aceitar autoridade de alguém, seja ele papa, seja ele padre, é um humano tal e qual como eu, e se Deus existe, nunca ele ou eu seremos mais filho que um ou o outro – pisamos o mesmo chão – e o “poder” que ele detém foi passado por um outro homem que recebeu o “poder” de um outro homem, que algures no tempo recebeu (reconheceu) aquele “poder” (autoridade de Deus) para si mesmo possivelmente através de um papel e uma caneta, e continua com “poder” porque não falta pessoas a entregarem voluntariamente o seu próprio “poder”.

Outra coisa interessante com que me deparei, foi precisamente a parte das rezas. Não há outra oração na bíblia além daquela que é conhecida como “Pai Nosso”. É interessante, mas tão interessante, que mais uma vez a bíblia fala por si própria e farei questão de colocar aqui também as passagens antes da oração.

Mateus 6:1-13

Guardai-vos de fazer a vossa esmola diante dos homens, para serdes vistos por eles; aliás, não tereis galardão junto de vosso Pai, que está nos céus. Quando, pois, deres esmola, não faças tocar trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem glorificados pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão. Mas, quando tu deres esmola, não saiba a tua mão esquerda o que faz a tua direita; Para que a tua esmola seja dada em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, ele mesmo te recompensará publicamente. E, quando orares, não sejas como os hipócritas; pois se comprazem em orar em pé nas sinagogas, e às esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão. Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente. E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que por muito falarem serão ouvidos. Não vos assemelheis, pois, a eles; porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes.

Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu; O pão nosso de cada dia nos dá hoje; E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores; E não nos conduzas à tentação; mas livra-nos do mal; porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém.

Quanto a vós não sei, mas no meu entender o que vejo aqui nem é uma reza, mas antes um modelo de como orar. De resto, penso que esta passagem fala por si própria e oferece o entendimento de “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.” – Mateus 7:21

Num curto espaço de tempo, penso que, ficamos a entender que não há adoração de imagens, não há autoridade e nem há repetição de palavras, que é precisamente o que o catolicismo faz. Até aqui, não vejo relação nenhuma da igreja com a bíblia quando à partida as duas coisas seriam o mesmo, e na verdade “parecem” completamente opostas. Mediante este “sistema” de oração tão simples que nos é apresentado, questiono se haverá alguém que nunca se tenha deparado a falar consigo mesmo. É algo constante, pelo menos, em mim. Estou sempre a falar “comigo” e por vezes até tenho uma noção de que não é bem comigo. Que me tenham entendido no que tentei transmitir aqui.

Se “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.”, talvez seja bom termos acesso a um bocado do que será a “vontade de meu Pai, que está nos céus.”

Mateus 19:21

Disse-lhe Jesus: Se queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, e segue-me.

Mateus 6:19

Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam;

Mateus 6:24

Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom. [Mamom=Dinheiro]

1 Timóteo 6:9-11

Mas os que querem ser ricos caem em tentação, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína. Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores. Mas tu, ó homem de Deus, foge destas coisas, e segue a justiça, a piedade, a fé, o amor, a paciência, a mansidão.

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E já que se está a falar nestes termos, quero partilhar convosco uma história que um Amigo meu partilhou comigo recentemente.

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via @Marcio Lopes Oliveira
[https://www.facebook.com/marciolopes.oliveira.7]

O pastor Jeremias Steepek (foto) disfarçou-se de mendigo e foi à igreja de 10 mil membros onde ia ser apresentado como pastor principal pela manhã. Caminhou ao redor da igreja por 30 minutos enquanto ela se enchia de pessoas para o culto. Somente 3 de cada 7 das 10.000 pessoas diziam “olá” a ele. Para algumas pessoas, ele pediu moedas para comprar comida. Ninguém na Igreja lhe deu algo. Entrou no templo e tentou sentar-se na parte da frente, mas os diáconos pediram que ele se sentasse na parte de trás da igreja. Ele cumprimentava as pessoas que o devolviam olhares sujos e de julgamento ao olhá-lo de cima à baixo

Enquanto estava sentado na parte de trás da igreja, escutou os anúncios do culto e logo em seguida a liderança subiu ao altar e anunciaram que se sentiam emocionados em apresentar o novo pastor da congregação: “Gostaríamos de apresentar à vocês o Pastor Jeremias Steepek”. As pessoas olharam ao redor aplaudindo com alegria e ansiedade. Foi quando o homem sem lar, o mendigo que se sentava nos últimos bancos, se colocou em pé e começou a caminhar pelo corredor. Os aplausos pararam. E todos o olhavam. Ele aproximou-se do altar e pegou o microfone. Conteve-se por um momento e falou:

“Então o Rei dirá aos que estiverem à sua direita: ‘Venham, benditos de meu Pai! Recebam como herança o Reino que foi preparado para vocês desde a criação do mundo. Pois eu tive fome, e vocês me deram de comer; tive sede, e vocês me deram de beber; fui estrangeiro, e vocês me acolheram; necessitei de roupas, e vocês me vestiram; estive enfermo, e vocês cuidaram de mim; estive preso, e vocês me visitaram’. “Então os justos lhe responderão: ‘Senhor, quando te vimos com fome e te demos de comer, ou com sede e te demos de beber? Quando te vimos como estrangeiro e te acolhemos, ou necessitado de roupas e te vestimos? Quando te vimos enfermo ou preso e fomos te visitar?’ “O Rei responderá: ‘Digo a verdade: O que vocês fizeram a algum dos meus menores irmãos, a mim o fizeram’.”

Depois de haver recitado o texto de Mateus 25:34-40, olhou a congregação e contou-lhes tudo que havia experimentado naquela manhã. Muitos começaram a chorar, muitas cabeças inclinaram-se pela vergonha. O pastor disse então: “Hoje vejo uma reunião de pessoas, não a Igreja de Jesus Cristo. O mundo tem pessoas suficientes, mas não suficientes discípulos. Quando vocês se tornarão discípulos?”. Logo depois, encerrou o culto e despediu-se: “Até à semana que vem”! Ser cristão é mais que algo que você defende. É algo que vive e compartilha com outras pessoas.

[A Autoridade Papal]

2 Tessalonicenses 2:3-4

«Não deixem que ninguém os engane de modo algum. Antes daquele dia virá a apostasia e, então, será revelado o homem do pecado, o filho da perdição. Este se opõe e se exalta acima de tudo o que se chama Deus ou é objecto de adoração, chegando até a assentar-se no santuário de Deus, proclamando que ele mesmo é Deus.»

1 Coríntios 3:16-17

«Por isso, que ninguém sinta orgulho em seguir um determinado líder. Porque Deus já vos deu tudo aquilo de que precisam.»

1 Coríntios 3:21

«A ninguém na terra chamem ‘pai’, porque vocês só têm um Pai, aquele que está nos céus.»

[Alguma informação complementar]

«O Papa tem o lugar na terra, não apenas de um homem, mas do Deus verdadeiro
Fonte: “Decretals of Gregory IX”, Book 1, chapter 3 [Pope Innocent III, o pai da Inquisição]

  • «The Pope holdeth place on earth, not simply of a man, but of the true God.»
    Source: “Decretals of Gregory IX”, Book 1, chapter 3

«Eu estou em todos, para que o próprio Deus, e eu, o vigário de Deus, tenhamos o mesmo consistório e eu sou capaz de fazer quase tudo o que Deus pode fazer. Então eu, estando acima de tudo… parece que por esta razão, estou acima de todos os deuses.»
Fonte: “The Church Historians of England: Reformation Period”, by Josiah Pratt, pub. 1856. pág 159 [Pope Nicholas]

  • «I am in all, so that God himself, and i, the vicar of God, Hath both one consistory and i am able to do almost all that God can do. I then, being above all … seem by this reason, to be above all gods.»
    Source: “The Church Historians of England: Reformation Period”, by Josiah Pratt, pub. 1856. pág 159 [Pope Nicholas]

«O equivalente em latim do grego ‘anti’ é ‘vicarius’, a partir do qual vem ‘vigário’. Assim, ‘vigário de Cristo’ significa literalmente Anticristo.»
Fonte: “A Woman Rides the Beast”, by Dave Hunt, p. 45

  • «The latin equivalent of the Greek ‘anti’ is ‘vicarius’, from wich comes ‘vicar.’ Thus ‘vicar of Christ’ literally means Antichrist.»
    Source: “A Woman Rides the Beast”, by Dave Hunt, p. 45

«Portanto, não é de admirar se estiver em meu poder dispensar todas as coisas, sim, com os preceitos de Cristo.» [Pope Nicholas]
Fonte: “The Church Historians of England: Reformation Period”, by Josiah Pratt, pub. 1856. pág 159

  • «Wherefore, no marvel if it be in my power to dispense with all things, yea, with the precepts of Christ.”
    Source: “The Church Historians of England: Reformation Period”, by Josiah Pratt, pub. 1856. pág 159

«Nosso Senhor Deus o Papa.»
Fonte: “The Beast & His Image», by Frederic Fysh, pu. 1837, pág 276

  • «Our Lord God the Pope»
    Source: “The Beast & His Image», by Frederic Fysh, pu. 1837, pág 276

«Tomem cuidado para que não percamos a salvação, aquela vida e respiração que nos foi dada, pois tu és o pastor, tu és o físico, tu és o governador, tu és o marido, finalmente tu és OUTRO DEUS NA TERRA.»
Fonte: Lateran Council, cited by Dr. Ian R. K. Paisley, “The Bible of the Antichrist”, pág. 2

  • «Take care that we lose not that salvation, that life and breath wich thou hast given us, for thou art shepherd, thou art physician, thou art governor, thou art husband, thou finally art ANOTHER GOD ON EARTH.»
    Source: Lateran Council, cited by Dr. Ian R. K. Paisley, “The Bible of the Antichrist”, pág. 2

«O papa não é simplesmente o representante de Jesus Cristo: Pelo contrário ele é Jesus Cristo, ele mesmo, sob o véu da carne. Será que o Papa fala? É Jesus Cristo quem fala. Por isso … quando alguém fala do Papa, não é necessário examinar mas obedecer.» [Papa Pius X]
Fonte: “Evengelical Christendom”, Jan, 1, 1895, pág. 15, published in London by J. S. Philips

  • «The pope is not simply the representative of Jesus Christ: On the contraryhe is Jesus Christ, Himself, under the veil of the flesh. Does the Pope speak? It is Jesus Christ who is speaking. Hence … when anyone speaks of the Pope, it is not necessary to examine but to obey.»
    Source: “Evengelical Christendom”, Jan, 1, 1895, pág. 15, published in London by J. S. Philips

«Declaramos, dizemos, definimos e pronunciamos, que é absolutamente necessário para a salvação de toda criatura humana estar sujeita ao Pontífice Romano.» [Papa Bonifácio VIII]
Fonte: Pope Boniface VIII, “Unam Sanctum”, as cited in “Apostolic Digest, Book V: The Book of Obedience

  • «We declare, say, define and pronounce, that it is absolutely necessary for the salvation of every human creature to be subject to the Roman Pontiff.»
    Source: Pope Boniface VIII, “Unam Sanctum”, as cited in “Apostolic Digest, Book V: The Book of Obedience

«Nenhum homem fora da obediência ao Papa de Roma pode finalmente ser salvo. Todos os que se têm levantado contra a fé da Igreja de Roma, e morreram em impenitência final foram condenados, e desceram para o inferno.» [Papa Clemente VI]
Fonte: Pope Clement VI, “Super Quibusdam”, as cited in “Apostolic Digest, Book V: The Book of Obedience”

  • «No man outside obedience to the Pope of Rome can ultimately be saved. All who have raised themselves against the faith of the Roman Church, and died in final impenitence have been damned, and gone down to Hell.»
    Source: Pope Clement VI, “Super Quibusdam”, as cited in “Apostolic Digest, Book V: The Book of Obedience”

«Dentro deste aprisco de Jesus Cristo, nenhum homem pode entrar a não ser que ele seja conduzido pelo Sumo Pontífice, e somente se eles se uniram a ele é que os homens podem ser salvos» [Papa João XXIII]
Fonte: Pope John XXIII, Coronation Homily, Nov. 4, 1958

  • «Into this fold of Jesus Christ no man may enter unless he be led by the Sovereign Pontiff and only if they united to him can men be saved …»
    Source: Pope John XXIII, Coronation Homily, Nov. 4, 1958

«Não vão a Deus pelo perdão dos pecados: venham a mim.» [João Paulo II] – Pope John Paul II, quoted by Professor Arthur Noble, in “The Pope´s Apology”, published online by the European Institue of Protestant Studies

  • «Don´t go to God for forgiveness of sins: come to me.» – Pope John Paul II, quoted by Professor Arthur Noble, in “The Pope´s Apology”, published online by the European Institue of Protestant Studies

Atos 16:30-31

E, tirando-os para fora, disse: Senhores, que é necessário que eu faça para me salvar? E eles disseram: Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa.

Hebreus 10:10-18

Na qual vontade temos sido santificados pela oblação do corpo de Jesus Cristo, feita uma vez. E assim todo o sacerdote aparece cada dia, ministrando e oferecendo muitas vezes os mesmos sacrifícios, que nunca podem tirar os pecados; Mas este, havendo oferecido para sempre um único sacrifício pelos pecados, está assentado à destra de Deus, Daqui em diante esperando até que os seus inimigos sejam postos por escabelo de seus pés. Porque com uma só oblação aperfeiçoou para sempre os que são santificados. E também o Espírito Santo no-lo testifica, porque depois de haver dito: Esta é a aliança que farei com eles Depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei as minhas leis em seus corações, E as escreverei em seus entendimentos; acrescenta: E jamais me lembrarei de seus pecados e de suas iniqüidades. Ora, onde há remissão destes, não há mais oblação pelo pecado.

«Refutando uma crença amplamente compartilhada pelos protestantes e crescente número de católicos romanos … Papa João Paulo II … rejeitou a “ideia generalizada de que se pode obter o perdão directamente de Deus”
Fonte: “No Forgiveness Directly from God, Pope Says” by Don. A. Schanche, The Los Angeles Times, Dec. 12, 1984

  • «Rebutting a belief widely shared by Protestants and growing number of Roman Catholics … Pope John Paul II … dismissed the “widespread idea that one can obtain forgiveness directly from God” …» Source: “No Forgiveness Directly from God, Pope Says” by Don. A. Schanche, The Los Angeles Times, Dec. 12, 1984

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«Eu sozinho… sou o sucessor dos apóstolos, o vigário de Jesus Cristo… Eu sou o caminho, a verdade e a vida…» [Papa Pius IX]
Fonte: “History of the Christian Church” by Charles Sheldon, pág 59

  •  «I alone … am the successor of the apostles, the vicar of Jesus Christ … i am the way, the truth and the life …»
    Source: “History of the Christian Church” by Charles Sheldon, pág 59
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“The Truth, The Way and The Life”
Portrait of His Holiness Pope Benedict XVI

[No Novo Testamento a Igreja é chamada de Templo de Deus, e os Papas são bem conhecidos por se exaltarem a eles mesmos na Igreja.]

1 Coríntios 3:16-17

«Vocês não se dão conta de que constituem o templo de Deus, e que o Espírito de Deus vive em vocês? Se alguém estragar a casa de Deus, Deus o destruirá. Porque a habitação de Deus é santa; e cada um de vocês é o seu templo.»

João 14:6

«Respondeu Jesus: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim.»

[Não sei qual a interpretação das pessoas ao lerem esta última passagem. A interpretação que tiro da leitura é que Jesus está a declarar que devemos ser como ele, sinceramente não consigo ver de outra forma. Ghandi leva crédito pela declaração: “Ó! Eu não rejeito seu Cristo. Eu amo seu Cristo. Apenas creio que muitos de vocês cristãos são bem diferentes do vosso Cristo.” – Simples e eficaz: Amo a Cristo mas desprezo os cristãos que não vivem como ele.]

[Antes de se prosseguir]

Como a imagem à esquerda declara: “Os nazis não perderam… foram para a América.” A Operação Papperclip moveu (no mínimo) 80 criminosos de guerra Nazi, que tinham posições chave no império de Hitler e que tinham conhecimento detalhado da “máquina de guerra” Nazi, levada para a América. Esta foi uma operação conjunta com o Vaticano. Não sei que palavras acrescentar… espero que esteja a surgir a “imagem” do que tudo isto poderá querer dizer.

Imprensa espanhola do ditador Franco, publicado a 3 de Maio de 1945, dia da ‘morte do Hitler’ – Citação:

«Adolf Hitler, filho da Igreja Católica, morreu enquanto defendia o cristianismo. É compreensível, portanto, que palavras não possam ser encontradas para lamentar a sua morte, quando muitos foram encontrados a exaltar sua vida. Com os seus restos mortais está a figura moral vitoriosa. Com a palma do martírio, Deus dá a Hitler os louros de Vitória.»
Fonte: “The Secret History of the Jesuits” by Edmond Paris, pág 163

  • «Adolf Hitler, son of the Catholic Church, died while defending Christianity. It is therefore understandable that words cannot be found to lament over his death when so many were found to exalt his life. Over his mortal remains stands his victorious moral figure. With the palm of the martyr, God gives Hitler the laurels of Victor.»
    Source: “The Secret History of the Jesuits” by Edmond Paris, pág 163

[Prosseguindo]

«o papa … é aquele Anticristo, aquele homem do pecado e filho da perdição que se exalta na Igreja…»
Fonte: Westminster Confession of Faith, Chapter XXV – Of the Church

  • «the pope … is that Antichrist, that man of sin and son of perdition that exalteth himself in the Church … »
    Source: Westminster Confession of Faith, Chapter XXV – Of the Church

«Nós não somos os primeiros a declarar o papado como o reino do Anticristo, desde há muitos anos antes de nós, tantos e tão grandes homens (cujo número é grande e cuja memória é eterna) comprometeram-se a expressar a mesma coisa de forma tão clara e distintamente.
Fonte: Luther, as cited by Dave Hunt, “A Woman Rides the Beast”, pág. 257

  • «We are not the first to declare the papacy to be the kingdom of Antichrist since for many years before us so many and such great men (whose number is large and whose memory is eternal) have undertaken to express the same thing so clearly and plainly.»
    Source: Luther, as cited by Dave Hunt, “A Woman Rides the Beast”, pág. 257

«… uma conspiração papista internacional contra a fé protestante.»
Fonte: Biography of King Charles I, by David Plant, British Civil Wars & Commonwealth online article

  • «… an international Papist conspiracy against the Protestant faith.”
    Source: “Biography of King Charles I, by David Plant, British Civil Wars & Commonwealth online article

«É o dever sagrado de todo cristão orar contra o Anticristo, e quanto ao que o Anticristo é, nenhum homem sensato ousa levantar uma questão. Se ele não é o papado na Igreja de Roma, não há nada no mundo que pode ser chamado por esse nome.»
Fonte: Charles H. Spurgeon, as cited by Dr. Ian R. K. Paisley, in “Spurgeon on Antichrist”

  • “It is the bounden duty of every Christian to pray against Antichrist, and as to what Antichrist is, no sane man ought to raise a question. If it be not the popery in the church of Rome, there is nothing in the world that can be called by that name.”
    Charles H. Spurgeon, as cited by Dr. Ian R. K. Paisley, in “Spurgeon on Antichrist”

«Mesmo que o Papa fosse Satanás encarnado, não devemos levantar as nossas cabeças contra ele, mas calmamente deitarmos para descansar em seu seio. Aquele que se rebela contra o nosso Pai é condenado à morte, pois o que fazemos com ele, o  fazemos para Cristo. Honramos a Cristo, se nós honrarmos o Papa.»
Fonte: Catherine of Siena, as cited in “Apostolic Digest, Book V: The Book of Obedience”

  • “Even if the Pope were Satan incarnate, we ought not to raise up our heads against him, but calmly lie down to rest in his bosom. He who rebels against our Father is condemned to death, for that wich we do to him, we do to Christ. We honor Christ if we honor the Pope.”
    Source: Catherine of Siena, as cited in “Apostolic Digest, Book V: The Book of Obedience”

«O Papa, possuído por demónios, defende a sua tirania com o cânone, ‘Si papa’. Este cânone afirma claramente: se o papa deveria levar todo o mundo para o controlo do inferno, ele não é, no entanto, contradito. É uma coisa terrível por conta da autoridade deste homem, devemos perder nossas almas, as quais Cristo redimiu com o Seu sangue precioso.»
“Luther´s Works, Table Talk, vol. 54, no. 441, p. 330

  • Martin Luther – «The Pope, possessed by demons, defends his tiranny with the canon, ‘Si papa’. This canon states clearly: if the Pope should lead the whole world into the control of hell, he is nevertheless not to be contradicted. It´s a terrible thing on account of the authority of this man, we must lose our souls, wich Christ redeemed with His precious blood.»
    Source: “Luther´s Works, Table Talk, vol. 54, no. 441, p. 330

«… não é só contra os norte-americanos do Sul, que eu estou em luta … é mais contra o Papa de Roma, com os jesuítas e os seus escravos cegos e sedentos de sangue que temos que nos defender … » [Abraham Lincoln]
Fonte: “Fifty Years in the Curch of Rome”, by Charles Chiniquy, p. 496

  • Lincoln « … it is not against the Americans of the South alone, i am fighting … it is more against the Pope of Rome, his perfifious Jesuits and their blind and blood-thirsty slaves thar we have to defend ourselves …»
    Source: “Fifty Years in the Curch of Rome”, by Charles Chiniquy, p. 496

Theodore Bisa sobre os Waldences [ou Valdences – Link Aqui] «… a própria semente da igreja primitiva e mais pura … eles nunca aderiram à superstição papal … razão pela qual têm sido continuamente assediados por bispos e inquisidores, assim a sua continuidade é evidentemente um milagre.»
Fonte: “A Brief Sketch of the Waldenses”, by Robert Webb, The Primitive Baptist Library, emphasis in the original

  • Theodore Bisa about the waldences «… the very seed of the primitive and purer church … they NEVER adhered to papal superstition … for wich reason they have benn continually harassed by bishops and inquisitors so that their continuance is evidently miraculous.»
    Source: “A Brief Sketch of the Waldenses”, by Robert Webb, The Primitive Baptist Library, emphasis in the original

«… por todo o mundo, os valdenses têm sustentado a sua profissão do evangelho de Cristo. Em vários de seus escritos, bem como pela pregação contínua, eles acusaram o papa como o verdadeiro Anticristo predito pelo apóstolo João. Eles têm consistentemente e abertamente dado testemunho de sua fé por gloriosos martírios, e ainda o fazem, até hoje (1530).
Fonte: “A Brief Sketch of the Waldenses”, by Robert Webb, The Primitive Baptist Library, emphasis in the original

  • «… throughout the world, the Waldenses have sustained their profession of the gospel of Christ. In several of their writings, as well as by continual preaching they have accused the pope as the real Anti Christ foretold by the Apostle John. They have consistently and openly given testimony to their faith by glorious martyrdoms, and still do, even to this day (1530).”
    Source: Ibid, Webb

नमस्ते

‘A divindade em mim, reconhece e saúda a divindade em ti.’

O Aviso [VII]

Zeitgeist
[Estou ciente de que esta parte não será aceite por muita gente]

Extractos do artigo: O desmascarar da mitologia [Link Aqui]
[
Dada a grande extensão do artigo, colocarei aqui o “mais” importante para o artigo]

“Considero o Zeitgeist difícil de contrariar sem um tremendo montante de tempo, estudo, sacrifício e fé.” (…) De preocupação iminente temos o Zeitgeist, Parte 1. (…) O argumento e a bibliografia do vídeo serão usados para investigar a Parte 1 (Ver Fonte A). É neste segmento inicial que existe uma miríade de pontos a que se pode responder. Um estudo pormenorizado do conteúdo do Zeitgeist requereria meses senão anos para completar. (…) Eles fazem isso sabendo que a maioria do povo não pode ou não vai estudar perspectivas opostas. Não têm tempo nem dinheiro. O conhecimento deste facto por parte do Zeitgeist está sempre presente por todo o filme. Mas neste ponto eles estão certos. Nós somos de facto uma sociedade, ao que parece, forçada a obter a nossa informação ao estilo “fast food”.

(…)

A pegada foi inicialmente decalcada no Jardim do Éden. A pedra angular foi lançada durante o Renascimento e o Iluminismo. As paredes foram erigidas em 1859 com A Origem das Espécies, de Darwin. O telhado foi colocado em 1933 quando o Manifesto Humanista foi escrito. Este manifesto decreta os desejos de uns poucos, a elite – a assim chamada comunidade intelectual – o auto eleito corpo do divino. Fala de um mundo sem Deus, sem religião, sem o metafísico – um mundo dirigido a todos, mas somente por uns poucos. E os seus aderentes são bem mais do que somente um punhado de nomeados ao Nobel. Para serem tão ilustres (por favor note-se que não falei em “inteligentes”) eles são tão arrogantes e ignorantes nos seus discursos distorcidos. Enquanto eles negam e criticam as restrições do mundo actual, eles simplesmente procuram substitui-las pelas deles.

(…)

Concluindo este segmento introdutório ao filme, é importante referir que a maioria das referências bibliográficas do Zeitgeist não são confirmações de factos, nem nada que se pareça. Isto não se reflecte negativamente nas fontes mas sim no Zeitgeist, na medida em que o conteúdo referenciado contém pouco mais do que “pontos de vista”. Por outras palavras, elas provam muito pouco, se alguma coisa de todo. As referências bibliográficas do Zeitgeist são meras reflexões de opinião manifestada, não factos. E só conjectura, não tem força substantiva.

(…)

Asserções do Zeitgeist, O filme, Parte 1

Por favor, notar que o argumento do filme não está apresentado ipsis verbis. Palavras, termos, frases são acrescentados ou omitidos quando comparados com o filme. É também verdade que segmentos de discursos não estão contidos no argumento. Por favor, cruzar a Fonte A (argumento do Zeitgeist) referenciada com as notações dos parágrafos e frases infra. Só me vou dirigir aos pontos principais de preocupação. Para os tópicos aos quais não me dirijo, ou concordo com o Zeitgeist ou lhes sou indiferente.

Observação: A notação dos parágrafos e frases do Zeitgeist serão definidas como “P” (Paragraph) “S” (Sentence) ou “Part”.
[http://zeitgeistmovie.com/Zeitgeist,%20The%20Movie-%20Companion%20Guide%20PDF/index.html]

= Parágrafo nº X dentro do argumento do Zeitgeist
S = Frase nº Y dentro do parágrafo
Part = um nº de frases ou reivindicações dentro do parágrafo

Tudo o que tiver a dizer sobre as reivindicações do Zeitgeist será apresentado como “A Minha Resposta”. Reporto-me à Fonte A, o argumento e bibliografia do filme, quando em escrutínio.

P1, S5: “Estas realidades tornaram o sol o objecto mais adorado de todos”.

P3, S2: “O sol, com as suas qualidades geradoras de vida e de salvação foi personificado como a representação do criador ou deus invisível… “O Sol de Deus [implícito: Filho de Deus (Sun/Son)], a luz do mundo [implícito: Jesus], o salvador do ser humano [implícito: o Messias]”.”

P4, S3: “Ele [Hórus] é o sol, antropomorfizado, e a sua vida uma série de mitos alegóricos envolvendo a movimentação do sol no céu”.

P4, S4: “Dos antigos hieróglifos do Egipto, nós sabemos muito sobre este messias solar”

P5, S1 (Part 1): “Genericamente falando, a história de Hórus é como se segue: Hórus nasceu a 25 de Dezembro…”

P5, S4: “Hórus tinha 12 discípulos com quem ele viajava nas redondezas, realizando milagres tais como curar os doentes e andar sobre a água”.

P5, S5: “Hórus era conhecido por muitos nomes simbólicos tais como A Verdade, A Luz, Filho Ungido de Deus, O Bom Pastor, O Cordeiro de Deus, e muitos outros”.

P12, Part 1: “Jesus Cristo nasceu de uma virgem Maria no dia 25 de Dezembro…”

P13, S1: “Antes de mais, a sequência do nascimento é completamente astrológica”.

P14, S1: “A Virgem Maria é a constelação de Virgem, também conhecida como Virgo – a Virgem. Virgo em latim significa a virgem. O símbolo antigo para Virgem é um ‘m’ alterado. É por isso que Maria, conjuntamente com outras mães virginais como a mãe Myrrha de Adonis, ou mãe de Buda, Maya, começa com um M…”

P15, S8 & S10: “…Durante esta pausa de três dias, o Sol reside na vizinhança da constelação do Cruzeiro do Sul, ou Crux… E por isso foi dito: o Sol morreu na cruz, permaneceu morto por três dias, para ser ressuscitado ou nascer de novo”.

P15, S11: “É por isso que Jesus e numerosos outros Deuses-Sol partilham o conceito da crucificação, morte de 3 dias, e ressurreição.”

P15, S12: “É o período de transição do Sol antes de mudar a sua direcção de volta para o Hemisfério Norte, trazendo a Primavera, e portanto a salvação.”

P16, S1 e S2: “Contudo, eles não celebravam a ressurreição do Sol até ao equinócio da Primavera, ou Páscoa. Isto porque no equinócio da Primavera, o Sol supera formalmente as trevas do mal…”.

P17: “Agora, provavelmente o mais óbvio de todos os simbolismos astrológicos em torno de Jesus respeita aos 12 discípulos. Eles são simplesmente as 12 constelações do Zodíaco, com as quais Jesus, sendo o Sol, viaja à volta.”

P18: “De facto, o número 12 está presente por toda a Bíblia. Este texto tem mais a ver com a astrologia do que qualquer outra coisa.” 

P19: “Voltando à cruz do Zodíaco, a luz figurativa do Sol [Sun/Son – implicação: Filho], esta não era apenas uma expressão artística ou ferramenta para monitorizar os movimentos do Sol. Era também um símbolo espiritual Pagão… Esta não é um símbolo do Cristianismo. Trata-se de uma adaptação Pagã da cruz do Zodíaco. É por isso que Jesus, na arte oculta inicial é sempre mostrado como a cabeça na cruz…”.

P22, S2: “Mal eles sabem o que ele [o símbolo Cristão do peixe] realmente significa. É um simbolismo astrológico Pagão do Reino do Sol durante a idade de Peixes.”

P22, S3: “também a assumida data de nascimento de Jesus é essencialmente o início desta idade.”

P24: “Agora, já todos ouvimos falar sobre o fim dos tempos e o fim do mundo… A fonte principal desta ideia vem de Mateus 28:20, onde Jesus diz: ‘estarei com vocês até ao fim do mundo’. Contudo, na versão King James, ‘mundo’ é uma tradução incorrecta, entre muitas outras traduções incorrectas. A palavra efectivamente usada é ‘aeon’, que significa ‘idade’.”

P25, S1: “Além do mais, o personagem de Jesus, um híbrido literário e astrológico, é mais explicitamente um plágio do deus-sol egípcio Hourus.”

P25, S3: “Esta é exactamente a história da concepção miraculosa de Jesus. De facto, as semelhanças literárias entre Jesus e a religião egípcia são espantosas.”

P34: “A realidade é que Jesus era a Divindade Solar da seita Cristã Gnóstica, e como todos os outros deuses Pagãos, ele foi uma figura mítica. Foi a instituição política que pretendia “historiar” a figura de Jesus para controlo social. Por 325 DC em Roma, o imperador Constantino convocou o Concílio de Nicaea. Foi durante esta reunião que as politicamente motivadas Doutrinas Cristãs foram estabelecidas e, assim, começou uma longa história de derramamento de sangue e fraude espiritual Cristãos. E, pelos 1600 anos seguintes, o Vaticano manteve um estrangulamento político por toda a Europa, o que levou a esse período tão animado denominado de “Idade das Trevas”, juntamente com acontecimentos elucidativos como as Cruzadas e a Inquisição. “

(P35): “Cristianismo, juntamente com todos os outros sistemas de crença teísta, é a fraude da era. Ele serviu para separar as espécies do mundo natural, e de igual modo, uns dos outros. Sustenta a submissão cega à autoridade. Reduz a responsabilidade humana no sentido em que “Deus” controla tudo, e consequentemente crimes horríveis podem ser justificados em nome da Causa Divina. E, acima de tudo, concede poder àqueles que sabem a verdade, mas usam a verdade para manipular e controlar as sociedades. O mito religioso é o dispositivo criado mais poderoso de sempre, e serve de solo psicológico sobre o qual outros mitos podem prosperar”.

P35: “Cristianismo, juntamente com todos os outros sistemas de crença teísta, é a fraude da era. Ele serviu para separar as espécies do mundo natural, e de igual modo, umas das outras. Sustenta a submissão cega à autoridade. Reduz a responsabilidade humana no sentido em que “Deus” controla tudo, e consequentemente crimes horríveis podem ser justificados em nome da Causa Divina. E, acima de tudo, concede poder àqueles que sabem a verdade, mas usam a verdade para manipular e controlar as sociedades. O mito religioso é o dispositivo criado mais poderoso de sempre, e serve de solo psicológico sobre o qual outros mitos podem prosperar”.

Jesus – O “messias solar” e a associação do 25 de Dezembro

20121118-005224

Por todo o documentário, o Zeitgeist tenta definir paralelos entre religiões pré-Cristãs e o Cristianismo. Por outras palavras, o Zeitgeist está empenhado em mostrar que o Cristianismo não é nada mais do que um produto residual de sistemas de crenças ancestrais. Neste exemplo em particular, o Zeitgeist pretende demonstrar que a celebração Cristã do nascimento de Cristo a 25 de Dezembro não é mais do que uma réplica do nascimento de Hórus. Mas é verdadeira esta alegação?

Só os nascimentos de uns poucos deuses pré-Cristãos eram celebrados a 25 de Dezembro, certamente não todos, muito menos a maioria. Hórus, Ishtar e Mithra, só para nomear alguns. Mas isto é compreensível, dadas as realidades astrais dos pagãos. Para estes indivíduos e comunidades, o 25 de Dezembro representava o solstício de Inverno – o dia em que noites mais curtas e dias mais longos podiam ser antecipados. Era a sua primordial festividade anual. Mas o 25 de Dezembro não se enquadra no nascimento de Cristo quer biblicamente quer fora da igreja Católica original. O nascimento de Cristo não pode ser apurado, ponto final. A Bíblia é vaga.

[Este “erro” (claro e óbvio) de associação do nascimento de Jesus ao 25 de Dezembro por si próprio, a nível pessoal, faz derrubar toda a teoria que me possa apresentar, dado que este 25 de Dezembro é um “pilar” de toda a apresentação feita na primeira parte do Zeitgeist.]

A primeira referência à celebração Cristã do Natal é encontrada no Calendário de Filocalus, um manuscrito compilado em Roma no ano 354 DC. Está registado que o jubileu natalício foi criado e estabelecido em 25 de Dezembro pela igreja Católica ancestral de forma a persuadir os pagãos Romanos a converterem-se ao Cristianismo. Este acto específico era para assegurar aos pagãos que um completo e imediato abandono das festividades de Inverno não era pré-requisito para a aceitação de Cristo (Fonte G). A antiga igreja Católica designou esta data, não a Bíblia. O Zeitgeist avança com ataques contra o Cristianismo por utilizar a mesma data que os pagãos, mas novamente este ataque é enganador.

Natal – Uma festa pagã
[http://solascriptura-tt.org/SeparacaoEclesiastFundament/NatalFestaPaga-Ferraz.htm]

[Uma coisa é certa… o 25 de Dezembro é uma celebração pagã, nada tem de cristianismo. Não há volta a dar neste sentido.]

Ao contrário do que muitos pensam o natal não é uma festa cristã. A prática de festejar o natal foi introduzida na igreja em fins do século IV. A palavra natal em inglês é christmas, a união de duas palavras, christ mass que significa missa de Cristo ou missa de natal.

O dia 25 de Dezembro foi escolhido porque coincidia com os festivais pagãos que celebravam a saturnália e o solstício de inverno, em adoração ao deus-sol, o sol invictus. O deus-sol é muito provavelmente, uma indicação de Ninrode mencionado em Génesis 10:8-10. Este festival de inverno era chamado a natividade do sol. A festa solar do natalis invicti (natividade do sol inconquistado) era celebrada em 25 de Dezembro.

Saturnália é referente a saturnal, do latim saturnale, indica o deus saturno ou as festas em sua honra.

Solstício vem do latim solstitiu. Época em que o sol passa pela sua maior declinação boreal ou austral, e durante a qual cessa de afastar-se do equador. Os solstícios situam-se, respectivamente, nos dias 22 ou 23 de Junho para a maior declinação boreal, e nos dias 22 ou 23 de Dezembro para a maior declinação austral do sol. No hemisfério sul, a primeira data se denomina solstício de inverno e a segunda solstício de verão; e, como as estações são opostas nos dois hemisférios, essas denominações invertem-se no hemisfério norte.

A prática de trocar presentes era, segundo nos informa Tertuliano, parte da saturnália. Não há nada de errado em dar presentes. Os israelitas davam presentes uns aos outros em tempos de celebração (Et.9:22). Mas alguns têm procurado ligar os presentes de natal com aqueles que Jesus recebeu dos magos.

A árvore de natal também tem suas origens no paganismo. Segundo uma fábula babilónica, um pinheiro renasceu de um antigo tronco morto. O novo pinheiro simbolizava que Ninrode tinha vindo a viver novamente em Tamuz. Entre os druidas o carvalho era sagrado. Entre os egípcios era a palmera, e em Roma era o abeto, que era decorado com cerejas negras durante a saturnália. O deus escandinavo Odim era crido como um que dava presentes especiais na época de natal àqueles que se aproximassem de seu abeto sagrado. Em inúmeras passagens bíblicas a árvore é associada a idolatria e a adoração falsa: Porque também os de Judá edificaram altos, estátuas, colunas e postes-ídolos no alto de todos os elevados outeiros, e debaixo de todas as árvores verdes (I Rs.14:23). Não estabelecerás poste-ídolo, plantando qualquer árvore junto ao altar do Senhor teu Deus que fizeres para ti (Dt.16:21). Portanto a árvore de natal recapitula a ideia da adoração de árvore, sendo que castanhas e bolas simbolizam o sol. (WOODROW, Ralph. Babilónia A Religião dos Mistérios)

A fim de justificar a celebração do natal muitos tentaram identificar os elementos pagãos com símbolos bíblicos. Jesus, por exemplo, foi identificado com o deus-sol. Tertuliano teve que assegurar que o sol não era o Deus dos cristãos, e Agostinho denunciou a identificação herética de Cristo com o sol. O salmo 84:11 diz que Jesus é sol. Mas este versículo não está a dizer que Jesus é o deus sol ou que o sol é um deus, mas que assim como o sol ilumina toda a humanidade, Jesus é a Luz que alumia todos os homens (Veja Lc.1:78,79 e Jo.1:9).

Na basílica dos apóstolos muitos cristãos, identificando Cristo com o deus-sol, viravam seus rostos para o oriente a fim de adorá-lo. O próprio papa Leão I reprovou o ressurgimento desta prática, como já havia acontecido com o povo de Israel: “…e com os rostos para o oriente, adoravam o sol virados para o oriente” (Ez.8:16).

Com o passar do tempo muitos outros costumes foram sendo introduzidos nas festividades do natal. O Pai Natal, por exemplo, é uma representação de São Nicolau, um santo da Igreja Católica Romana. O presépio foi inserido por São Francisco.

Em nenhum lugar das Escrituras é ordenado aos cristãos que comemorem o nascimento de Cristo. Talvez porque o nascimento de Cristo, por ser um facto histórico inegável, é aceito por todos os homens, mesmo pelos não cristãos. [*]

Em todos os períodos da história da cristandade uma minoria de líderes eclesiásticos tem se colocado contra a observância do natal (Ex.23:2; Mt.7:13). Vários factores estão relacionados a essa oposição: (1) uma rejeição da autoridade eclesiástica na sua tentativa de estabelecer dias oficiais de festas dos quais o natal é um; (2) uma objecção às bebidas, festas e imoralidade associadas às festividades do natal em todos os períodos da história; (3) as associações antigas e contínuas entre o natal e as ideias e práticas religiosas pagãs. 

Alguns protestantes, especialmente os de tradição calvinista (inclusive Calvino, Knox, os puritanos ingleses e norte-americanos e muitos presbiterianos) recusavam-se a celebrar o natal (OLIVER JR. O. G. Enciclopédia Histórico Teológica da Igreja Cristã. Edições Vida Nova, 1990, v. III, p.9)

[* Outra vez, citações de Zeitgeist:

P32: “Além disso, existe alguma evidência histórica não Bíblica de qualquer pessoa, vivendo com o nome Jesus, o Filho de Maria, o qual viajou por ali com 12 seguidores, curando pessoas e coisas do género? Existem numerosos historiadores que viveram ao redor do Mediterrâneo, quer durante quer logo após a presumida vida de Jesus. Quantos historiadores documentam este personagem? Nem um. No entanto, para ser justo, isso não significa que os defensores dum Jesus Histórico não tenham reclamado o contrário. Quatro historiadores são normalmente referenciados para fundamentar a existência de Jesus. Plínio o Jovem, Suetónio, e Tácito são os três primeiros. Cada um dos seus registos consiste em apenas algumas frases na melhor das hipóteses, e referem-se apenas ao Christus ou Cristo, que na verdade não é nome, mas um título. Significa “o Ungido”. A quarta fonte é Josefo e essa fonte foi provada ser uma fraude de centenas de anos. Tristemente, ainda é apresentada como verdade”.

Há uma infinidade de autores que têm abordado este assunto, tendo em consideração o tempo e espaço. Para mais informações sobre este assunto, por favor, escreva “Historicidade de Jesus” [“Historicity of Jesus”] em qualquer motor de busca. No que respeita a quantos historiadores poderão ter escrito sobre Jesus, quem sabe? Nem todos os arquivos foram descobertos ainda. Mas considerando o que nós sabemos:

Manuscritos Existentes Relativamente à Historicidade de Jesus (Nem tudo incluído):

  • Primeiros Pastores da Igreja: Clemente, Inácio, Policarpo, Ireneu, Mártir, Orígenes, e outros.
  • Apócrifos do Novo Testamento: Alguns 12 autores e suas obras.
  • Autores Gnósticos: Centenas de obras (por exemplo, Evangelho da Verdade, Tratado Sobre a Ressurreição e, Apocryphon de João), e outros.
  • Pergaminhos do Mar Morto (por exemplo, Pergaminho do Messias Crucificado, Pergaminho do Filho de Deus, Pergaminho 4Q246, Pergaminho Cave 7, Pergaminho 7Q5).
  • O Alcorão (Toda a população muçulmana).
  • Mais de 5.000 Manuscritos Gregos (Ver P33 infra).
  • Historiadores Greco-Romanos ou Judeus: Josefo, Plínio o Jovem, Tácito, Suetónio, Talos, Luciano, Celso, Phlegon, Philopon, Porfírio, o Babilónio Judeu Talmude, o Didaque, a carta de Mara Bar-Serapion, e outros.
  • Outros(s): Tertuliano, Crisóstomo, Atanásio, Taciano, Atenágoras, Hermias, Aristion, João o Ancião, o Pastor de Hermas, Antão o Grande, Pacómio, Efrém, João de Damasco, e as Catacumbas romanas (bem mais de 1 milhão de sepulturas com insígnias Cristãs), e outros. [Mesmo os monges tibetanos dão a conhecer um manuscrito sobre a vida de um “profeta judeu” que em tudo correspondente à figura de Jesus.]

Zeitgeist leva os espectadores a acreditar que os Cristãos citam apenas quatro fontes. Isto, simplesmente, não é verdade. Quando o Zeitgeist admite que três registos contêm “Apenas algumas frases na melhor das hipóteses, e referem-se apenas ao Christus ou Cristo “, o Zeitgeist basicamente refuta a sua própria premissa de que nenhum, “Nem um” historiador alguma vez escreveu sobre Cristo. Por isto, nenhumas citações históricas são realmente necessárias. Zeitgeist alega que um excerto de Josefo foi fraudulentamente mal citado, e durante centenas de anos. Esta afirmação não é verdadeira. Tudo o que alguém terá de fazer para explorar este facto é seguir as instruções sob o primeiro ponto supra.

P33: “Qualquer um pensaria que um indivíduo que ressuscitou dos mortos e ascendeu ao Céu à vista de todos e realizou uma série de milagres a si atribuídos teria conseguido ficar para o registo histórico. Assim não aconteceu porque uma vez analisadas as evidências, existe uma muito forte probabilidade que a figura de Jesus nem sequer tenha existido”.

Primeiro, nem “TODOS” testemunharam a ascensão de Cristo. Apenas um conjunto muito limitado, ‘escolhido’, de uns poucos testemunhou o evento (Actos 1:1-12 e Lucas 24:33-53). Segundo, nem “TODOS” observaram os milagres de Jesus. Somente os presentes foram bafejados com o sobrenatural. Terceiro, independentemente do que o Zeitgeist testifica na declaração supra, é óbvio que Jesus realmente entrou para o “registo histórico”. Tudo o que há a fazer para validar esta alegação é rever os factos em P32 e P33. Quarto, dada “A Minha Resposta” em P32, supra, só falta mais uma coisa para contrariar o comentário do Zeitgeist quanto à historicidade de Jesus: As provas internas da Bíblia.

Recursos Internos do Novo Testamento a Documentar a Historicidade de Jesus:

Mateus, Marcos, Lucas, João, Paulo, Tiago, Pedro, o escritor de Hebreus, o escritor de Judas.

No Respeitante às “Críticas Literárias” e Novo Testamento:

Mais de 5000 manuscritos Gregos, no todo ou em parte, estabelecem o corpo do Novo Testamento. O Novo Testamento foi concluído em 95 DC, cerca de sessenta anos mais ou menos depois da morte de Jesus. Não existe uma única obra literária clássica no mundo que mantenha tantas cópias existentes tão intimamente transcritas a partir do original, tal como o faz o Novo Testamento. Isto, é óbvio, inclui esses notáveis autores e suas respectivas obras tais como: César, Tito Lívio, Platão, Tucídides, Heródoto, Horácio, Sófocles, Lucrécio, Catulo, Eurípedes, Demóstenes, Aristóteles, Aristófanes e Homero (Ilíada). (Ver McDowell New Evidence that Demands a Verdict.)

Regressando a P32 por um momento, o Zeitgeist pergunta uma questão muito importante: “Quantos historiadores documentam este personagem [Jesus]?” Na minha opinião, os suficientes para validar as reivindicações presentes. Rejeitar recursos simplesmente porque não se quer acreditar neles (sem evidências empíricas em contrário) é entrar na falácia lógica da genética.

Enquanto Diocleciano, Voltaire e outros prometeram o desaparecimento da Bíblia e da fé Judaico-Cristã, ela permanece tal como ficou dito: “O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar”. (Mateus 24:35).]

Como aqui foi visto o natal não comemora o nascimento de Jesus, e quase todas as religiões que se dizem cristãs o comemoram. Não existe evidência de que os discípulos de Jesus do primeiro século comemorassem tal dia. O livro “Sacred Origins of Profund Things” (Origens Sagradas de Coisas Profundas) diz:

“Por dois séculos após o nascimento de Cristo, ninguém sabia,e poucos se importavam em saber, exactamente quando ele nasceu.”

Sinceramente, não creio que o celebrassem mesmo que os discípulos soubessem a data do seu nascimento. Como diz a enciclopédia World Book, os primeiros cristãos “consideravam um costume pagão celebrar a data de nascimento de qualquer pessoa.” As únicas comemorações de aniversários natalícios mencionadas na bíblia são as de dois governantes que não adoravam o Deus cristão. (Génesis 40:20; Marcos 6:21)

As celebrações de aniversários eram realizados em honra de deuses pagãos. Por exemplo, no dia 24 de Maio os romanos comemoravam o nascimento da deusa Diana e, no dia seguinte, o de seus deus-sol, Apolo. Assim, celebrações de aniversários estão ligadas ao paganismo e não ao cristianismo.

Só centenas de anos depois de que Jesus viveu na terra é que as pessoas começaram a celebrar o “seu nascimento”.  Já foi visto aqui que não há certeza quanto à data de nascimento de Jesus, o que se tem de mais certo e coerente é que “queriam que a data coincidisse com a festa romana pagã que marcava o ‘nascimento do Sol invicto’.” (The New Encyclopedia Britannica)

O natal, por causa da sua origem não-bíblica, no século 17, foi proibido na Inglaterra e em algumas colónias americanas. Quem ficasse em casa e não fosse trabalhar no dia de Natal era multado. Mas os velhos costumes logo voltaram, e alguns novos foram acrescentados.

Esta fase da história é muito importante e tenho de deixar aqui uns suplementos de referência importantes.

Protestantismo [Reformadores]
http://pt.wikipedia.org/wiki/Protestantismo

Protestantismo é um dos principais ramos do cristianismo. Este movimento iniciou-se na Europa Central no início do século XV como uma reacção contra as doutrinas e práticas do catolicismo romano medieval.

O protestantismo apresenta elementos em comum apesar de sua grande diversidade. A Bíblia é considerada a única fonte de autoridade doutrinal e deve ser interpretada de acordo com regras históricas e linguísticas, observando-se seu significado dentro de um contexto histórico. A salvação é entendida como um dom gratuito (presente, graça) de Deus alcançado mediante a fé.

(…)

Os protestantes expressam suas posições doutrinais por meio de Confissões de Fé e breves documentos apologéticos. A Confissão de Augsburgo expressa a doutrina Luterana. As confissões reformadas incluem a Confissão Escocesa (1560), a segunda Confissão Helvética (1531), a Confissão de Fé de Westminster (1647), os 39 Artigos de Religião da Igreja da Inglaterra (1562), etc. As Declarações de Barmen contra o regime Nazista e a Breve Declaração de Fé da Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos são exemplos de declarações de fé recentes.

(…)

O protestantismo rejeita parte das doutrinas que caracterizam o catolicismo tais como: o purgatório, a supremacia papal, as orações pelos mortos, a intercessão dos santos, a Assunção de Maria e sua virgindade perpétua, a veneração dos santos, a transubstanciação, o sacrifício da missa, o culto às imagens etc.

Estabelece que a salvação é pela graça (favor imerecido) de Deus. Para os protestantes a autoridade da Igreja está vinculada a obediência da palavra de Deus e não à sucessão apostólica. Assim sendo, a Igreja cristã existe onde se escuta e obedece a palavra de Deus.

Durante a Idade Média, a fonte do Protestantismo foi a Bíblia, a palavra de Deus, que justificava (e justifica) a rejeição da autoridade papal, e é também importante que pesquisem sobre os Jesuítas, que eram sem dúvida alguma uma sociedade radical.

«Inglaterra é o chefe do protestantismo, o centro dos seus movimentos e a fortaleza do seu poder. Enfraquecido, na Inglaterra, está paralisado em todos os lugares. Conquistado em Inglaterra, é conquistado em todo o mundo. Uma vez derrubado aqui, tudo o mais não passa de uma guerra de detalhe.» – Cardinal Manning em 1859
Fonte: “Jesuit Plots from Elizabethan to Modern Times”, by Albert Close, pág. 18

  • «England is the head of Protestantism, the centre of its movements and the stronghold of its power. Weakened in England, it is paralysed everywhere. Conquered in England, it is conquered throughout the world. Once overthrown here, all else is but a warfare of detail.” Source: “Jesuit Plots from Elizabethan to Modern Times”, by Albert Close, pág. 18

«Eu nunca soube de uma traição sem um sacerdote romano, mas neste, há muitos jesuítas que são conhecidos … Garnett … na Inglaterra, Cresswell, na Espanha, Baldwin em Flandres, Parsons em Roma … Assim, os principais agressores são os jesuítas, seduzindo os homens que usam o nome mais sagrado e abençoado de Jesus … como um manto para cobrir … todo o tipo de maldade.»
Fonte: The Jesuits and Their Strategy to Destroy Britain”, by Prof. Arthur Noble, EIPS article, citing, “Vigilent: Revolution, Britain´s Peril & Her Secret Foes, pág. 16

  • «I never knew a treason without a Romish priest but in this, there are very many Jesuits who are known … Garnett … in England, Cresswell in Spain, Baldwin in Flanders, Parsons at Rome … So the principle offenders are the seducing Jesuits, men that use the most sacred and blessed name of Jesus … as a mantle to cover … all manner of wickedness.» Source: “The Jesuits and Their Strategy to Destroy Britain”, by Prof. Arthur Noble, EIPS article, citing, “Vigilent: Revolution, Britain´s Peril & Her Secret Foes, pág. 16

«Tão grande, na verdade era o mal feito pelos jesuítas que foram expulsos mais de 70 países, quatro quintos dos quais eram Católica Romana, e eles foram amaldiçoados e denunciados por sua hipocrisia por onze Papas.»
Source: “The Jesuits and Their Strategy to Destroy Britain”, by Prof. Arthur Noble, EIPS article

  • «So great in fact was the mischief done by the Jesuits that they were expelled from over 70 countries, four-fifths of wich were Roman Catholic, and they were cursed and denounced for their hypocrisy by eleven Popes.” Source: “The Jesuits and Their Strategy to Destroy Britain”, by Prof. Arthur Noble, EIPS article

Numa carta de John Adams, autor de Proofs of a conspiracy, para Thomas Jefferson: «Minha história dos jesuítas está, em quatro volumes. O trabalho é anónimo, porque, como eu suponho que o autor estava com medo, como todos os monarcas da Europa eram de assassinato jesuíta.»
Fonte: “The Works of John Adams”, Vol. 10, Letters 1811-1825, to T. Jefferson

  • «My history of the Jesuits is in four volumes. The work is anonymous, because as i suppose the author was afraid, as all the monarchs of Europe were of Jesuitical assassination.” Source: “The Works of John Adams”, Vol. 10, Letters 1811-1825, to T. Jefferson

Papa Clemente XIV, terminou com a Ordem Jesuíta em 1773: «… e enquanto assinava o ‘Bull’, ele comentou, ‘Estou a assinar a minha sentença de morte’ …» [Um ano depois morreu envenenado]
Fonte:  “The Jesuits and Their Strategy to Destroy Britain”, by Prof. Arthur Noble, EIPS article

  • «… and while signing the Bull, he remarked, ‘I am signing my death warrent’ …» Source: “The Jesuits and Their Strategy to Destroy Britain”, by Prof. Arthur Noble, EIPS article

«… a organização SS tinha sido constituída … de acordo com os princípios da Ordem dos Jesuítas.»
Fonte: “The Secret History of the Jesuits” by Edmond Paris, p. 164

  • « … the SS organization had been constituted … according to the principles of the Jesuit Order.» Source: “The Secret History of the Jesuits” by Edmond Paris, p. 164

Santo Inácio de Loyola ou Loiola, foi o fundador da Companhia de Jesus. Em 15 de Agosto de 1534 ele e os outros seis fundaram a Companhia de Jesus na capela cripta de Saint-Denis, na Igreja de Santa Maria, em Montmartre, “para efectuar trabalho missionário e de apoio hospitalar em Jerusalém, ou para ir aonde o papa quiser, sem questionar”.

Superior Geral da Companhia de Jesus, uma posição criada pelo próprio Loyola, é referenciado frequentemente como “The Black Pope” – Michelangelo Tamburini, foi um jesuíta italiano, eleito 14.º Superior Geral da Companhia de Jesus, declarou: «Veja senhor, a partir desta câmara, eu não governo só Paris, mas a China, não só a China, mas todo o mundo, sem ninguém saber como eu faço isso.»
Fonte: “Fifty Years in the Church of Rome” by Charles Chimiquy, p. 484

  • «See sir, from this chamber, i govern not only Paris, but to China, not only to China, but to all the world, without anyone knowing how i do it.» Source: “Fifty Years in the Church of Rome” by Charles Chimiquy, p. 484

St Ignatius of Loyola

Estátua de Loyola (imagem acima) – No livro que ele segura, de um lado as “constituições da sociedade de Jesus”, do outro, “para a grande glória de Deus”. A figura com a serpente por baixo, dizem que simboliza o Protestantismo, e reparem que o Protestantismo tem um livro por debaixo do braço, que apesar de não ter qualquer marcações nele… que livro será aquele?

[De volta ao Zeitgeist]

P12, Part 1: “Jesus Cristo nasceu de uma virgem Maria no dia 25 de Dezembro…”

  • Novamente, Jesus Cristo não nasceu no dia 25 de Dezembro. A Bíblia não é específica. O jubileu do Natal foi criado e fixado no dia 25 de Dezembro de modo a estimular os pagãos romanos a converterem-se ao Cristianismo sem perder a sua própria celebração de Inverno e assim, as suas festividades. (Ver P5, S1 (Part 1) e Fonte G.)

P17: “Agora, provavelmente o mais óbvio de todos os simbolismos astrológicos em torno de Jesus respeita aos 12 discípulos. Eles são simplesmente as 12 constelações do Zodíaco, com as quais Jesus, sendo o Sol, viaja à volta.”

  • As Escrituras também averbam que Jesus teve setenta discípulos os quais foram enviados dois a dois, fazendo milagres (cf. Lucas 10:1 e 17). Assim, qualquer tentativa de associar os doze discípulos de Jesus a doze sinais astrológicos é simplesmente adulterada. Esta matéria é ainda mais aprofundada em P17 e P18 infra.

P34: “A realidade é que Jesus era a Divindade Solar da seita Cristã Gnóstica, e como todos os outros deuses Pagãos, ele foi uma figura mítica. Foi a instituição política que pretendia “historiar” a figura de Jesus para controlo social. Por 325 DC em Roma, o imperador Constantino convocou o Concílio de Nicaea. Foi durante esta reunião que as politicamente motivadas Doutrinas Cristãs foram estabelecidas e, assim, começou uma longa história de derramamento de sangue e fraude espiritual Cristãos. E, pelos 1600 anos seguintes, o Vaticano manteve um estrangulamento político por toda a Europa, o que levou a esse período tão animado denominado de “Idade das Trevas”, juntamente com acontecimentos elucidativos como as Cruzadas e a Inquisição.”

(P35): “Cristianismo, juntamente com todos os outros sistemas de crença teísta, é a fraude da era. Ele serviu para separar as espécies do mundo natural, e de igual modo, uns dos outros. Sustenta a submissão cega à autoridade. Reduz a responsabilidade humana no sentido em que “Deus” controla tudo, e consequentemente crimes horríveis podem ser justificados em nome da Causa Divina. E, acima de tudo, concede poder àqueles que sabem a verdade, mas usam a verdade para manipular e controlar as sociedades. O mito religioso é o dispositivo criado mais poderoso de sempre, e serve de solo psicológico sobre o qual outros mitos podem prosperar”.

Depois de terem recebido toda a informação disposta nos artigos anteriores, “responder” a estes dois últimos parágrafos (P34 e P35) é completamente desnecessário. A indução ao erro é clara. Já foi visto também aqui que não se pode fazer a associação do nascimento de Jesus ao 25 de Dezembro, e toda esta história fica ainda pior quando se percebe que a bíblia condena a adoração ao sol. Deus mostra a Ezequiel o que os líderes faziam atrás de portas fechadas, e disse-lhe para os ir avisar de que Deus iria trazer julgamento sobre eles se não se arrependessem. Deus mostrou que os políticos praticavam o oculto em segredo, mostrou a adoração de Thamus, que continua a ser um dos aspectos centrais da religião illuminati. Mostrou também que a adoração secreta do Sol acontecia, com os lideres atrás de portas fechadas. Assim fica difícil de acreditar na versão histórica do documentário Zeitgeist, quando se lê um pouco da Bíblia sobre o julgamento de Deus no que toca à adoração do sol, é muito difícil de acreditar que a Bíblia encoraja a adoração do Sol. Se a teoria era fazer “crer” que Jesus era uma figura mítica, plágio do paganismo, de adoração ao sol, há dois pequenos pormenores que fazem toda a diferença. Nada diz que ele nasceu em Dezembro, muito menos no dia 25, e a própria bíblia condena a adoração do sol (da lua, das estrelas, etc). Concluo, para mim, que toda esta teoria é uma tentativa ‘desesperada’ de descredibilizar a figura de Jesus, e na tentativa de demonstrar que o cristianismo é um “plágio” pagão, revelou que de facto houve (e ainda há) uma tentativa de fundir o paganismo com o cristianismo.

Ainda assim…

Outra vez “O Desmascarar da mitologia”
[http://www.iqc.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=1649:o-desmascarar-da-mitologia-zeitgeist&catid=28&Itemid=40]

P34: Foi a instituição política que pretendia “historiar” a figura de Jesus para controlo social. Por 325 DC em Roma, o imperador Constantino convocou o Concílio de Nicaea. Foi durante esta reunião que as politicamente motivadas Doutrinas Cristãs foram estabelecidas e, assim, começou uma longa história de derramamento de sangue e fraude espiritual Cristãos. E, pelos 1600 anos seguintes, o Vaticano manteve um estrangulamento político por toda a Europa, o que levou a esse período tão animado denominado de “Idade das Trevas”, juntamente com acontecimentos elucidativos como as Cruzadas e a Inquisição.”

A Minha Resposta: Primeiro, tenho provas dadas na minha refutação de que Jesus não é “Divindade Solar”. (ver P4, S4 e P3, S2). Segundo, “Gnósticos” ou Gnosticismo é representativo do oculto, não da matriz do Cristianismo. Deste modo, o uso pelo Zeitgeist da expressão “Cristão Gnóstico” é contraditória. Não se pode ser um Cristão e um seguidor do Gnosticismo ao mesmo tempo. Terceiro, Jesus não é uma “figura mítica” (ver P32 e P33, supra). Quarto, não foi a “instituição política” que exaltou Jesus Cristo, mas sim os Seus seguidores. Foi a “instituição política [e religiosa]” que O assassinou. Quinto, não foi Constantino que utilizou a doutrina Cristã para dominar um mundo selvagem, mas sim O Próprio Deus. Quem mais poderia promover “Vira a outra face?” – Certamente não o exército de Constantino. Sexto, não foi Constantino que “historiou” Cristo, mas sim os historiadores que O “historiaram” – muito antes de Constantino existir (ver P32 e P33).

«O que tem, então, o imperador Constantino a ver com todo este processo? Constantino governou como imperador romano cerca de 313 a 337. A verdade da questão é que ele não assumiu o controlo total do império antes de 324, ou muito pouco antes de 324, ou muito pouco antes do Concílio de Nicéia. Este facto por si só deveria tornar evidente que as questões mais teológicas, incluindo aquelas sobre a natureza de Cristo, tinham tomado uma forma e trajectória bastante bastante definida antes de Constantino ter algo a ver com eles … no Concílio de Nicéia, Constantino parece ter favorecido a verdadeira divindade de Cristo, mas ele não era um teólogo, e certamente não foi ele quem escreveu o Credo de Nicéia. Nem se pode dizer que ele determinou o cânon. Constantino, principalmente, pronunciou a bênção sobre os trabalhos que já haviam sido formulados.»

Ben Witherington III

Zeitgeist está correcto no que toca à longa história de derramamento de sangue durante a Idade das Trevas [Dark Ages], as cruzadas e a inquisição perpetuada pela igreja católica romana, no entanto estes factos não negam a credibilidade do cristianismo, antes, revelam a pecaminosidade do homem. Jesus ensinou os seus seguidores a amarem todas as pessoas, incluindo os seus inimigos, e que permanecessem pacíficos com todas as pessoas a todo a custo. Violência, derramamento de sangue e fraude espiritual em nome de Jesus não vem da bíblia, nem o novo testamento incentiva a tal coisa, vem sim da igreja católica romana. Foi também a igreja católica romana que abraçou a adoração do deus-sol pagão. Qualquer um que leia o novo testamento por si próprio pode ver que “cristãos” violentos vivem contrariamente ao que a bíblia ensina, então, não são, de todo, seguidores de Jesus.

Para que melhor entendam a passagem: «Quinto, não foi Constantino que utilizou a doutrina Cristã para dominar um mundo selvagem, mas sim O Próprio Deus. Quem mais poderia promover “Vira a outra face?” – Certamente não o exército de Constantino.»

Extraído do livro “O Maior Homem que Já Viveu”
Elevada Norma Para Seus Seguidores

Os líderes religiosos vêem em Jesus um violador da Lei de Deus e recentemente até mesmo conspiram para matá-lo. Assim, prosseguindo o seu Sermão do Monte, Jesus explica: “Não penseis que vim destruir a Lei ou os Profetas. Não vim destruir, mas cumprir.”

Jesus tem o mais elevado respeito pela Lei de Deus e incentiva outros a também o terem. De facto, ele diz: “Quem, portanto, violar um destes mínimos mandamentos e ensinar a humanidade neste sentido, será chamado ‘mínimo’ com relação ao reino dos céus”, querendo dizer com isto que tal pessoa definitivamente não entraria no Reino.

Longe de desrespeitar a Lei de Deus, Jesus condena até mesmo as atitudes que podem levar alguém a violá-la. Depois de mencionar que a Lei diz: “Não deveis assassinar”, Jesus acrescenta: “No entanto digo-vos que todo aquele que continuar furioso com o seu irmão terá de prestar contas ao tribunal de justiça.”

Visto que continuar furioso com um semelhante é assim tão sério, talvez levando até mesmo ao assassinato, Jesus ilustra a que ponto se deve ir para conseguir a paz. Ele diz: “Se tu, pois, trouxeres a tua dádiva [sacrificial] ao altar e ali te lembrares de que teu irmão tem algo contra ti, deixa a tua dádiva ali na frente do altar e vai; faz primeiro as pazes com o teu irmão, e então, tendo voltado, oferece a tua dádiva.”

(…)

Jesus também fala sobre como lidar com pessoas que causal males e agravos. “Não resistais àquele que é iníquo”, aconselha. “Mas, a quem te esbofetear a face direita, oferece-lhe também a outra.” Jesus não quer dizer que a pessoas não se deva defender a si mesma ou à sua família, caso sejam atacados. O que Jesus está a querer dizer é que é errado retaliar se alguém tenta provocar uma discussão/luta, quer literalmente, fisicamente, quer por insultos.

Depois de trazer à atenção a lei de Deus de amar o próximo, Jesus diz: “No entanto, eu vos digo: Continuai a amar os vossos inimigos e a orar pelos que vos perseguem.” Dando uma forte razão para isto, ele adiciona: “Para que mostreis ser filhos de vosso Pai, que está nos céus, visto que ele faz o seu sol levantar-se sobre iníquos e sobre bons.”

Não quero eu dizer que a bíblia não tenho sido alterada e tirada fora do contexto pela elite política para o controlo social durante a história, e até mesmo hoje.

(P35): “Cristianismo, juntamente com todos os outros sistemas de crença teísta, é a fraude da era. Ele serviu para separar as espécies do mundo natural, e de igual modo, uns dos outros. Sustenta a submissão cega à autoridade. Reduz a responsabilidade humana no sentido em que “Deus” controla tudo, e consequentemente crimes horríveis podem ser justificados em nome da Causa Divina.”

Mais uma vez… “a submissão cega à autoridade” não vem da bíblia, mas sim da igreja romana católica. A bíblia não ensina a submissão cega à autoridade, em contrário, em muitos casos diz para resisitir os poderes em causa a fim de se obedecer o que Deus comanda. Se as ordens do estado vão contra os ensinamentos de Jesus, assassinato, guerra, idolatria, etcs, então a resistência a esses poderes é obediência a Deus. O argumento de Zeitgeist é inválido, porque há vários exemplos de desobediência civil na bíblia. Por exemplo, Daniel no capítulo 3 documenta a não submissão ao império babilónico de alguns hebreus a fim de não comprometerem os mandamentos de Deus. Êxodo, capitulo 1, documenta a resistência das parteiras em seguir a ordem dada pelo rei de mataram os bebés, caso fosse homem.

Êxodo 1:15-17

E o rei do Egipto falou às parteiras das hebraicas (das quais o nome de uma era Sifrá, e o da outra Puá), E disse: Quando ajudardes a dar à luz às hebraicas, e as virdes sobre os assentos, se for filho, matai-o; mas se for filha, então viva. As parteiras, porém, temeram a Deus e não fizeram como o rei do Egipto lhes dissera, antes conservavam os meninos com vida.

O livro “Actos” está cheio de exemplos de como os apóstolos desobedeceram as autoridades a fim de pregarem o Evangelho. Pedro ensina a obedecer a Deus antes que ao homem.

नमस्ते

‘A divindade em mim, reconhece e saúda a divindade em ti.’